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“É um pouco parecido com o comunismo”: é o que pensa o criador de Ori and the Blind Forest sobre o Xbox Game Pass

"Qual foi o único jogo realmente excelente do Xbox nos últimos anos? Esse jogo não existe"

“É um pouco parecido com o comunismo”: é o que pensa o criador de Ori and the Blind Forest sobre o Xbox Game Pass
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Thomas Mahler, CEO da Moon Studios e criador da franquia Ori, fez duras críticas à estratégia da Microsoft para o Xbox e ao Xbox Game Pass. Em uma série de publicações nas redes sociais, o desenvolvedor afirmou que o serviço de assinatura falhou em atrair assinantes suficientes e argumentou que a empresa precisa criar jogos capazes de se tornar grandes fenômenos culturais, em vez de lançar títulos medianos em grande quantidade. As declarações acontecem em meio a um período de incerteza para a divisão Xbox, com rumores de que estúdios como Double Fine, Compulsion Games e Ninja Theory podem passar por reestruturações ou até serem fechados nas próximas semanas. Em uma longa mensagem publicada no Twitter/X, Mahler comparou o Game Pass ao serviço de streaming HBO para explicar sua visão sobre o modelo de negócios. Segundo ele, a estratégia poderia ter funcionado se um número maior de jogadores tivesse aderido ao serviço. "A estratégia do Game Pass poderia ter funcionado se as pessoas tivessem assinado. O problema é que isso não aconteceu, e o catálogo de jogos não era bom o suficiente para fazer os jogadores pagarem a assinatura mensal voluntariamente." "É a mesma coisa com o streaming no mundo do cinema: pago minha assinatura da HBO com prazer porque ela tem conteúdo incrível." I mean, the Gamepass strategy could've worked if people would've shown up for it. Problem is: They didn't and the software catalogue was just nowhere near good enough to make people happily pay the subscription every month. It's the same as with streaming in the film business:… — thomasmahler (@thomasmahler) June 18, 2026 Mahler cita The Wire e Game of Thrones como exemplos e afirma que, se o novo conteúdo não se aproxima da qualidade das produções antigas, existe um problema. Como exemplo, ele menciona a Bethesda, adquirida pela Microsoft para criar Starfield, descrito como um "Skyrim no espaço". Para o desenvolvedor, porém, o RPG ficou longe de ser brilhante e sequer supera The Elder Scrolls V: Skyrim. "Você precisa que os jogos produzidos pelos seus estúdios se tornem enormes sucessos, eventos culturais que todos queiram jogar. Mas qual foi o único jogo realmente excelente do Xbox nos últimos anos, aquele que foi simplesmente excepcional? Esse jogo não existe". "O Xbox precisa entender profundamente o que torna um jogo bom e precisa fazer bons acordos com seus desenvolvedores para que eles tenham um incentivo real para produzir grandes sucessos, em vez de fabricar conteúdo mediano como uma linha de montagem". Mahler encerrou sua análise fazendo uma comparação entre o Game Pass e o comunismo, afirmando que um sistema sem incentivos suficientes acaba desestimulando a busca pela excelência. "De certa forma, o Game Pass é um pouco como o comunismo. E, assim como acontece com o comunismo, se você não dá às pessoas um incentivo para fazer aquele esforço extra, elas não vão fazê-lo. E, se depois você não entrega a qualidade necessária, todo o sistema desmorona, porque os…

Esta notícia é um resumo. Os créditos e o conteúdo completo são da fonte original.

Fonte: IGN Brasil

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