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Língua de acolhimento

Língua de acolhimento pode ser compreendida como aquela que irá receber o indivíduo de modo, como o próprio nome diz, acolhedor. O indivíduo irá aprender sem obrigações nem imposições, o que não necessariamente faz com que este utilize sua língua nativa na comunicação no país de acolhimento. Esta não será absolutamente descartada, contudo há aí uma língua, que deve ser apreendida pelo refugiado para facilitar o seu convívio e seu desenvolvimento no ambiente em que está imerso.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 12/07/2026
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Ensino de Português como Língua de Acolhimento

Imagem: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil · BY · Openverse

A aprendizagem da língua do país de acolhimento é assumida como um requisito fundamental no processo de integração. Tanto o público em geral como os imigrantes falam à respeito da língua como uma das principais barreiras à integração na sociedade. Que nesse contexto, o ensino-aprendizagem da língua desenvolverá as competências necessárias com o objetivo de fomentar a igualdade entre todos os cidadãos. E realçando a importância da diversidade em todos os domínios, “poderiam ajudar a estabelecer contatos económicos com o seu país de origem e poderiam ser chamados a desempenhar um papel ativo nos programas de diálogo intercultural e de integração dirigidos aos imigrantes recém-chegados” (Grupo de Alto Nível sobre o Multilinguismo, 2007: 5). O ensino de português como língua estrangeira (PLE) no Brasil está crescendo nas últimas décadas, com a criação de cursos de PLE em escolas de idiomas e de cursos de extensão à comunidade acadêmica nas universidades, que têm realizado pesquisas no âmbito do ensino e da aquisição/aprendizagem do PLE em nível de pós-graduação strictu e lato sensu. A aprendizagem da língua do país onde se encontram tiveram um efeito muito positivo na sua integração, nomeadamente porque os ajudou a se envolverem mais com a comunidade local onde se encontravam e a adquirir vocabulário útil para o seu trabalho.

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Refugiados no Brasil

Imagem: Senado Federal · BY · Openverse

Como consequência da crise migratória intensificada em 2015, o Brasil vem recebendo cada vez mais imigrantes de diversos países. Segundo dados da ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados) em 2016 o país recebeu cerca de 9.552 refugiados de 82 nacionalidades (os de maior número foram sírios, congoleses e paquistaneses), sendo que parte dos imigrantes que são recebidos no Brasil não entram nesses dados por serem considerados estrangeiros comuns. Temos como exemplo os venezuelanos que foram os autores de 33% das solicitações de refúgio no mesmo ano, mas não estão entre os grupos com maior número refugiados no Brasil. O país tem desde 1951 a acolhida aos refugiados regulamentada e desde 1997 há uma lei (Nº 9474) que define as condições para que um estrangeiro possa pedir refúgio no país. Porém, mesmo tendo um regulamento, a acolhida aos refugiados ainda é bastante falha. Logo ao chegar ao país, o imigrante não encontra nenhuma assistência do governo enquanto espera (em média oito meses, sendo que seu visto expira em três) para receber os documentos que te darão o direito de ter um emprego, uma casa, educação para seus filhos e etc.

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