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Imperialismo

Imperialismo é um conjunto de ideias, medidas e mecanismos que, sob determinação de um Estado-nação, procuram efetivar políticas de expansão e domínio territorial, cultural ou econômico sobre outras regiões geográficas, vizinhas ou distantes.[carece de fontes?]

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 22/07/2026
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Etimologia

Imagem: santiagonostalgico · BY-ND · Openverse

A palavra imperialismo surge a partir da palavra imperium em latim, e significa poder supremo. Seu significado atual surge no Reino Unido na década de 1870 e foi usado com uma conotação negativa. Na Grã-Bretanha, a palavra até então tinha sido principalmente usada para se referir à política de Napoleão III de obtenção de opinião pública favorável na França através de intervenções militares fora do país.

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História

Modernidade

No final do século XIX e começo do século XX, a economia mundial viveu grandes mudanças. As inovações tecnológicas da Revolução Industrial aumentaram a produção fabril, o que gerou a necessidade de novos mercados consumidores para esses produtos e uma nova corrida por muitas matérias primas. A conquista da Ásia aconteceu aos poucos, primeiramente com o abrir de alguns portos em pequenas ilhas durante o século XVIII e antigas colônias hispano-holandesas nas Filipinas (cedida aos Estados Unidos pela Espanha depois) e ilhas da Indonésia (holandeses).[carece de fontes?] Mas a desenfreada exploração que se deu por estas bandas foi a partir da Rússia, que construiu uma estrada de ferro ligando a Rússia européia até suas margens do Pacífico Oriental, com o objetivo de influenciar e dominar a Mongólia e a China.

Imperialismo e neo-imperialismo Europeu

A concepção de um neo-imperialismo foi realizada por economistas ingleses e franceses no início do século XIX. Este conceito constituiu-se no modus operandi colonialista, porém dentro da realidade do capitalismo industrial. “Um país imperialista era um país que dominava economicamente o outro”, e desse modo a capitalização das nações imperialistas gradativamente se ampliava, assim como a "absorção" dos países dominados pelos monopólios, mão-de-obra barata e abundante e mercados consumidores, levavam ao ciclo do neo-colonialismo, que é o produto da expansão constante do imperialismo. Os países imperialistas dominaram muitos povos de várias partes do planeta, em especial dos continentes africano e asiático. Porém, a maior parte das elites e da população desses países se sobrepunham tendo como afirmativa que suas ações eram justas e até benéficas à humanidade em nome da ideologia do progresso. Dessa forma, tinham 3 visões explicativas: o etnocentrismo, baseado na ideia de que existiam povos superiores a outros (europeus superiores a asiáticos, indígenas e africanos, exemplos clássicos), da mesma forma o racismo e o darwinismo social que interpretava a teoria da evolução de uma forma discutível, afirmando a hegemonia de alguns sobre outros pela seleção natural. Assim, no final do século XIX e o começo do século XX, os países imperialistas se lançaram numa corrida por matéria-prima, mercados consumidores e países com uma fragilidade política, com o intuito de colonizar. O imperialismo foi uma dos principais motivos políticos para conflitos na Europa, em destaque a Primeira Guerra Mundial, dando princípio à “nova era imperialista".

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Estudos

Imagem: Franck Vervial · BY-NC-ND · Openverse

O primeiro estudo sistemático sobre o imperialismo surgiu em 1902 com "Imperialismo", do autor inglês John Hobson, para quem o fenômeno se devia à acumulação de capital excedente que devia ser exportado. Seriam motivações importantes do expansionismo a busca de novas fontes de matérias-primas e de mercados. A originalidade da obra de Hobson consiste em atribuir ao imperialismo raízes econômicas, o que forneceu as bases para a interpretação marxista. Em 1917, o líder soviético Vladimir Lenin sugeriu que "o imperialismo era a forma mais elevada de capitalismo, alegando que o imperialismo se desenvolveu após o colonialismo e foi distinguido do colonialismo pelo capitalismo monopolista". Em virtude disso, os marxistas definem que o capital financeiro se tornou a causa do imperialismo moderno. Na década de 1950, as alterações às políticas económicas de Taiwan transformaram a ilha através de uma tecnologia orientada e uma economia desenvolvida industrializada, após um período de altas taxas de crescimento e rápida industrialização. Na China continental, na década de 1970, as reformas conhecida como "Quatro Modernizações" melhoria da agricultura, indústria, tecnologia e defesa, elevando os padrões de vida e tornando a RPC uma das grandes potências.[carece de fontes?]

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O imperialismo do século XIX

Os principais países que adotaram a prática do imperialismo

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Fontes consultadas

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