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Conferência de Ialta

A Conferência de Ialta, também conhecida como Conferência da Crimeia, foi um encontro crucial que reuniu os líderes das principais nações Aliadas entre 4 e 11 de fevereiro de 1945. Realizada no Palácio de Livadia, em Ialta, na Crimeia, às margens do Mar Negro, esta foi a segunda de três conferências de guerra. Nela, as potências capitalistas celebraram a vitória iminente, enquanto os líderes discutiam o futuro da Europa e a reorganização mundial pós-Segunda Guerra Mundial.

Fonte: Wikipédia (pt)Texto didático por IAAtualizado em 27/08/2026

Pontos-chave

  • A Conferência de Ialta ocorreu de 4 a 11 de fevereiro de 1945, reunindo líderes Aliados na Crimeia.
  • Foi a segunda de três conferências de guerra, focada na reorganização pós-Segunda Guerra Mundial.
  • A Declaração da Europa Libertada prometeu eleições livres e instituições democráticas aos povos europeus.
  • Os líderes concordaram em restaurar a ordem e estabelecer democracias em países libertados.
  • Apesar dos acordos, a linguagem inserida por Molotov enfraqueceu a aplicação da declaração.
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A Declaração da Europa Libertada

A Declaração da Europa Libertada foi um documento fundamental elaborado por Winston Churchill (Reino Unido), Franklin D. Roosevelt (EUA) e Joseph Stalin (URSS) durante a Conferência de Ialta. Essa declaração representou uma promessa solene aos povos da Europa, garantindo-lhes o direito de "criar instituições democráticas de sua própria escolha". O objetivo era assegurar o "estabelecimento o mais rápido possível, por meio de eleições livres, de governos que atendam à vontade do povo", ecoando os princípios da Carta do Atlântico sobre o direito de autodeterminação dos povos.

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O Compromisso com Eleições Democráticas

Durante a Conferência de Ialta, os 'Três Grandes' (Churchill, Roosevelt e Stalin) firmaram um compromisso para o estabelecimento de democracias e a restauração da ordem nos países europeus libertados, incluindo os ex-satélites do Eixo. Eles prometeram que todos esses países realizariam eleições livres. O acordo visava reconstruir as nações ocupadas, permitindo-lhes "criar instituições democráticas de sua própria escolha", um princípio central da Carta do Atlântico. O relatório final da conferência detalhou que os três líderes auxiliariam os países ocupados na formação de governos interinos, comprometidos com a realização de eleições livres que refletissem a vontade popular, e facilitariam esses processos eleitorais. O acordo também previa consultas entre os signatários sobre as medidas necessárias para cumprir essas responsabilidades conjuntas. No entanto, é importante notar que, durante as discussões em Ialta, o ministro das Relações Exteriores soviético, Molotov, inseriu uma linguagem que, na prática, enfraqueceu as implicações da aplicação efetiva dessa declaração.

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Fontes consultadas

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