História da ciência
A ciência é um conjunto de conhecimentos empíricos, teóricos e práticos sobre a natureza, produzido por uma comunidade mundial de pesquisadores fazendo uso de métodos sistematizados e validados dentro dessa comunidade, que dá ênfase à observação, explicação e predição de fenômenos reais do mundo por meio de exploração e experimentação. Busca, portanto, através da sua natureza mutável e dinâmica, explicar os fenômenos naturais. Dada a natureza dual da ciência como um conhecimento objetivo e como uma construção humana, a historiografia da ciência usa métodos históricos tanto da história intelectual como da história social.
Em tempos pré-históricos, conselhos e conhecimento eram passados de geração em geração em uma tradição oral. O desenvolvimento da escrita permitiu que o conhecimento fosse armazenado e comunicado através das gerações com muito mais fidelidade. Combinado com o desenvolvimento da agricultura, que permitiu um aumento na reserva de comida, isso tornou possível que as civilizações antigas se desenvolvessem, porque foi possível dedicar mais tempo a outras tarefas que não fossem a sobrevivência[carece de fontes?]. Muitas civilizações antigas coletavam informações astronômicas de maneira sistemática através da simples observação. Apesar deles não terem um conhecimento de verdadeira estrutura física dos planetas e estrelas, muitas explicações teóricas foram propostas. Fatos básicos sobre fisiologia humana já eram de conhecimento em alguns lugares, e a alquimia era praticada por várias civilizações. Observações consideráveis sobre flora e fauna macrobióticas também foram realizadas.
Ciência no antigo Oriente Médio
Desde o seu início na Suméria (no atual Iraque) por volta de 3500 a.C., as pessoas da Mesopotâmia começaram a tentar gravar algumas observações do mundo com dados numéricos bem pensados. Mas suas observações e medições eram feitas por propósito em vez de de ser pelas leis da ciência. Uma instância concreta do Teorema de Pitágoras foi gravada no século XVIII a.C.: a tábua de argila dos mesopotâmios Plimpton 322 estava gravada com vários números de trios pitagóricos (3,4,5) (5,12,13) …, datado de 1900 a.C., possivelmente milênios antes de Pitágoras, mas não existia uma formulação abstrata do teorema de Pitágoras. Na astronomia da Babilônia, as várias anotações sobre os movimentos das estrelas, planetas, e a Lua foram escritas em milhares de tábuas de argila criadas por escribas. Mesmo atualmente, períodos astronômicos identificados por cientistas mesopotâmios ainda são largamente usados nos calendários ocidentais: o ano solar, o mês lunar, a semana de sete dias. Usando essas informações, eles desenvolveram métodos aritméticos para computar a mudança no comprimento da luz solar durante o curso do ano e para predizer a aparição ou o desaparecimento da Lua e planetas e eclipses do Sol e da Lua. Apenas alguns nomes de astrônomos são conhecidos, como o de Kidinny, um astrônomo e matemático caldeu. A astronomia da Babilônia foi "a primeira e mais bem sucedida tentativa de dar um refinamento matemático para as descrições dos fenômenos astronômicos", de acordo com o historiador A. Aaboe. Ainda segundo o historiador, "todas as subsequentes variações de astronomia científica, no mundo helenístico, na Índia, no Islã, e no Ocidente — se não for todas as subsequentes descobertas nas ciências exatas — dependem da astronomia da Babilônia de maneiras decisivas e fundamentais."
Ciência do Antigo Egito
Avanços significativos do Egito Antigo incluem astronomia, matemática e medicina. A geometria foi necessária para a engenharia geográfica para preservar o layout e manter o dono das terras de fazendas, que eram inundadas anualmente pelo rio Nilo. O triângulo reto 3,4,5 e outras regras serviam para representar estruturas retilineares, e para a arquitetura do Egito. Egito foi também o centro da pesquisa de alquimia por grande parte da Mediterrâneo. O papiro Edwin Smith é um dos primeiros documentos médicos que ainda existe, e talvez o documento mais antigo que tenta descrever e analisar o cérebro: ele pode ser visto como o começo da moderna neurociência. No entanto, enquanto a medicina do Egito tinha algumas práticas efetivas, ela também possui práticas ineficazes e por vezes perigosas. Historiadores médicos acreditam que a farmacologia do Antigo Egito, por exemplo, era na maior parte ineficaz. Ainda assim, ela aplicava os seguintes componentes para o tratamento das doenças: exame, diagnóstico, tratamento, e prognóstico, que demonstra um grande paralelo para a base do método empírico da ciência e de acordo com G. E. R. Lloyd teve um papel significante no desenvolvimento dessa metodologia. O papiro Ebers (cerca de 1550 a.C.) também contém evidências do tradicional empirismo.
Ciência no mundo greco-romano
O pensamento científico surgiu na Grécia Antiga aproximadamente no século VI a.C. com os pensadores pré-socráticos que foram chamados de "Filósofos da Natureza" e também "Pré-cientistas". Foi um período onde a sociedade ocidental, saiu de uma forma de pensamento baseada em mitos e dogmas, para entrar no pensamento científico baseado no ceticismo. Muitos livros, apresentam este ou aquele pensador pré-socrático como pai do pensamento científico, mas isso não é verdade, pois todos esses pensadores contribuíram de uma forma ou de outra para a formação do pensamento científico. O pensamento dogmático coloca as ideias como sendo superiores ao que se observa. O pensamento cético coloca o que é observado como sendo superior às ideias. Um dogma é uma ideia e por mais que se observe fatos que destruam o dogma, uma pessoa com pensamento dogmático irá preservar o seu dogma. Para a ciência, uma teoria é uma ideia, mas se observarmos fatos que comprovem a falsidade da ideia, o cientista tem a obrigação de destruir ou modificar a teoria.
Ciência no Império Macedônico (cultura helenística)
Alexandria, localizada no Egito, foi fundada pelo próprio Alexandre em 331 a.C. e posteriormente se tornou a capital do reino ptolomaico. Com uma população que chegava a um milhão de habitantes, a cidade foi o principal centro da cultura helenística. Os Ptolomeus, governantes do reino, estabeleceram o Museon, conhecido como a "casa das Musas", de onde derivou o termo "museu". Inspirado no Lyceum de Aristóteles, o Museon se tornou um renomado centro de pesquisa científica e estudos literários. Além disso, os mesmos reis ptolomaicos patrocinaram a famosa Biblioteca de Alexandria, que abrigava a maior coleção de livros do mundo antigo. A biblioteca era uma fonte importante de conhecimento e cultura, atraindo estudiosos e pesquisadores de toda a região.
Ciência na Índia
Escavações em Harapa, Moenjodaro e outros sítios da Civilização do Vale do Indo têm revelado evidência do uso da "matemática prática". As pessoas da Civilização do Vale do Indo manufaturavam tijolos cujas dimensões eram proporcionais a 4:2:1, considerava favorável a estabilidade da estrutura de tijolos. Eles usaram um sistema padronizado de pesos baseado nas proporções: 1/20, 1/10, 1/5, 1/2, 1, 2, 5, 10, 20, 50, 100, 200, e 500, com a unidade de peso equivalendo a 28 gramas (e aproximadamente igual a onça da Inglaterra ou a uncia da Grécia). Eles produziram em massa pesos em formas geométricas regulares, que incluíam hexaedro, barris, cones, e cilindros, e assim demonstrando conhecimento de geometria básica.
Ciência na China
A China possui uma longa e rica história de contribuição tecnológica. As Quatro Grandes Invenções da China antiga (chinês: 四大發明; Pinyin: Sì dà fā míng) são a bússola, a pólvora, o papel e a impressão. Essas quatro descobertas tiveram um enorme impacto no desenvolvimento da civilização da China e um impacto global com um alcance ainda maior. De acordo com o filósofo inglês Francis Bacon, escrevendo em Novum Organum, "Impressão, pólvora e bússola: esses três mudaram todo o estado das coisas através do mundo: o primeiro na literatura, o segundo na guerra, e o terceiro na navegação; e ainda assim receberam inúmeras modificações, tanto que nenhum império, nenhum setor, nenhuma estrela parece ter exercido maior poder e influência nos assuntos humanos que essas descobertas mecânicas.
Ciência no mundo islâmico
Os físicos muçulmanos colocaram mais ênfase em experimentos do que os gregos. Isso levou ao desenvolvimento de um método científico inicial no mundo muçulmano, no qual o progresso foi feito na metodologia, começando com os experimentos de Ibn al-Haytham (Alhazen) na ótica nos anos 1000, em seu Book of Optics. O desenvolvimento mais importante do método científico foi no uso de experimentos para distinguir entre um conjunto de teorias científicas concorrentes geralmente com uma orientação empírica. Ibn al-Haytham é também considerado como o pai da ótica. O grande desenvolvimento árabe sofre uma profunda interrupção a partir do século XIII e o período de obscuridade intelectual se estende até o século XIX. E quanto ao século XX, há uma única exceção que é a Turquia, "que, por isso mesmo, teve de aproximar-se do Ocidente".
Ciência na Europa Medieval
A educação e o aparecimento da ciência na Europa dependeu de dois fatos importantes: no século VIII o surgimento das escolas que eram monacais (anexas a uma Abadia), episcopais (anexas às catedrais) e palatinas (anexas à corte). As palatinas, no final do século VIII, foram bastante significativas, pois nela o ensino era público e se ensinavam as sete artes liberais: o trívio (gramática, retórica e dialética) e o quadrívio (aritmética, geometria, astronomia e música). Durante o quinto século, ocorreu um declínio gradual e desintegração do Império Romano, resultando na perda de poder de Rômulo Augusto, o último imperador do Império Romano do Ocidente, em 476 d.C. O declínio do Império Ocidental foi seguido por uma rápida decadência da civilização na Europa Ocidental, acompanhada surpreendentemente por uma diminuição acelerada da população. Segundo uma hipótese moderna, esse declínio populacional pode ter sido causado por uma catástrofe climática: três anos consecutivos sem verões, de 536 a 538, possivelmente devido à atividade vulcânica da Caldeira de Ilopango, localizada no centro de El Salvador. Essa atividade teria espalhado nuvens de poeira, ocultando o sol por vários anos. Por outro lado, o Império Romano do Oriente continuou existindo até 1453 d.C., e a Academia de Platão em Atenas sobreviveu por algum tempo, mas foi fechada pelo imperador Justiniano em 529 d.C. Como resultado, o estudo organizado de textos filosóficos e científicos da antiguidade praticamente desapareceu tanto na Europa Ocidental quanto na Oriental.
Ciência pré colombiana
Não é passível de despercebimento a contribuição dos saberes ancestrais das Américas para a ciência atual, já que a complexidade dos diversos ambientes que geraram os conhecimentos só pode ser encontrada nessas localidades. Esses saberes que foram desenvolvidos por milênios durante o povoamento e estabelecimento das sociedades no continente, possuem um valor inestimável para o avanço da compreensão humana sobre todas as esferas da vida. A ciência pré-colombiana foi desenvolvida por culturas profundas, de base produtiva agrícola, de crença religiosa politeísta e forte hierarquia social. A prática e desenvolvimento da ciência pode ser observada nos conhecimentos avançados de astronomia, matemática e engenharias. Os registros materiais são, principalmente, as obras seculares que ainda permanecem de pé e demonstram a genialidade desses povos, o planejamento e precisão de suas construções verifica a complexidade e clareza dos estudos de território, das espécies, ciclos naturais e principalmente a capacidade de se viabilizarem no espaço que habitavam com os recursos disponíveis no contexto. E sendo a agricultura, prática basal para economia, foram os conhecimentos de ecologia e práticas de cultivo equilibradas que permitiram a sobrevivência de diversos povos pelo continente americano, pois deter o domínio de uma ciência natural complexa requer estudos aprofundados e uma observação rigorosa da realidade.
O Renascimento mudou a nossa visão do cosmo e permitiu uma explosão artística, mas a ideia de que esse movimento forneceu as bases para a revolução científica foi duramente criticada pelos historiadores da ciência do século XX. Com efeito, Alexandre Koyré afirma: “todos sabemos, sobretudo nos dias atuais, que a inspiração do Renascimento não foi uma inspiração científica.” Isso se deu pela forte influência do hermetismo no Renascimento: “[a magia] Circulou mais ou menos ocultamente durante a Idade Média e voltou a agir às claras durante o Renascimento”. O historiador da filosofia Giovanni Reale afirma que o pensamento mágico-hermético embasará em graus de influencia variado os pensadores renascentistas: “Portanto, sem o Corpus Hermeticum não é possível entender o pensamento renascentista”. Por causa disso Koyré não poupa de críticas o Renascimento: "sabemos também – e isto é muito importante – que a época do Renascimento foi uma das épocas menos dotadas de espírito crítico que o mundo conheceu. Trata-se da época da mais grosseira e mais profunda superstição, da época em que a crença na magia e na feitiçaria se expandiu de modo prodigioso, infinitamente mais do que na Idade Média".
História
O desenvolvimento da ciência é marcado profundamente por diversos tipos de violência, conclusões e experimentos antiéticos como o estudo da sífilis de Tuskegee (1932-1972), os experimentos nazistas na Segunda Guerra ou até mesmo o reducionismo da teoria de Darwin para aplicar a valiosa observação da “sobrevivência do mais forte”, na complexidade das relações sociais e humanas. Porém, como a ciência se baseia em métodos rigorosos de análise, sujeita à reformulação, as verdades científicas são provisórias e se renovam a cada evidência. Por estar a todo momento sob um processo de observação é necessário identificar e apontar os fatos, as mazelas e violências que se mostram presentes em uma sociedade técnico-científica. Desse modo, é importante salientar o caráter patriarcal, eurocêntrico e colonial que a ciência assumiu por séculos até se tornar o que é no século XXI e atualmente, embora seja embasada no pluralismo, no método científico e na verdade, o machismo se comprova de forma estatística ao longo da história, o número de mulheres reconhecidas é significativamente menor nas camadas que existem no contexto de desenvolvimento da ciência e no cenário científico atual.
Cientistas latino-americanas
É engenheira agrícola com experiência em tecnologia geoespacial e pesquisadora do Centro de Ciências do Sistema Terra da Universidade do Alabama, em Huntsville (UAH), nos Estados Unidos. Ela atua monitorando o território, meio ambiente e ecossistemas por meio de ferramentas e tecnologias geoespaciais. É uma bióloga boliviana especialista na conservação e estudo de morcegos. Sua carreira teve notoriedade quando redescobriu uma espécie de morcego aparentemente extinta na Bolívia, conhecida como Nariz de Espada. Ela desenvolveu uma das primeiras bibliotecas de ecolocalização da Bolívia, sistematizou os chamados ultrassônicos únicos de morcegos insetívoros. Esse trabalho é uma ferramenta valiosa para pesquisadores e ambientalistas que atuam na proteção desses animais.
Ciência Moderna e a Expansão Ultramarina
Durante os séculos XIX e XX, a acepção tradicional Ciência Moderna esteve ligada ao paradigma do positivismo. Essa perspectiva sustenta que a Europa Ocidental teria conseguido separar a prática científica das influências culturais ou políticas, conseguindo acessar as "verdades" ocultas da natureza exclusivamente a partir da razão e sem interferências ideológicas. Assim, acreditava-se que a Ciência Moderna era universal e neutra. Essa concepção estabelece uma hierarquia entre a sociedade europeia e o restante do planeta. Os primeiros, tidos como detentores da racionalidade científica, assumem o papel de guias "civilizatórios" dos demais povos, entendidos como atrasados na escada do progresso. O principal nome dessa perspectiva é o estadunidense George Basalla, o qual defendia que a Ciência Moderna era o ápice do desenvolvimento intelectual humano e sua difusão para o mundo deveria ocorrer a partir da Europa, em um processo essencialmente colonial.
Revolução Científica
A expressão Revolução Científica, consolidada no século XX por Alexander Koyré, é tradicionalmente utilizada para designar uma virada de chave na produção, validação e aplicação do conhecimento científico durante a Época Moderna. Essa concepção costuma centrar-se no Norte do continente europeu e teria ocorrido em direção ao desenvolvimento técnico e à sistematização do método científico, pautada sobretudo na descrição, observação empírica e na experimentação. Essa percepção de que algo inovador estava em curso no no que tange à produção de conhecimento no século XVII pode ser demonstrada pelos títulos de diversas obras voltadas à filosofia natural redigidas no período, como: a Astronomia nova de Johannes Kepler, o Novum Organum de Francis Bacon, e os Discorsi e dimostrazioni matematiche intorno a due nuove scienze de Galileu Galilei, publicadas respectivamente em 1609, 1620 e 1638.
Ciências naturais
A Revolução Científica é tradicionalmente considerado limite conveniente entre o pensamento antigo e a física clássica. Nicolau Copérnico reviveu o modelo heliocentrista do sistema solar descrito por Aristarco de Samos. Isso foi então seguido pelo primeiro modelo conhecido do movimento planetário dado por Kepler no início do século XVII, que propôs que os planetas seguiam órbitas elípticas, com o Sol sendo um dos focos da elipse. Galileu Galilei também fez uso de experimentos para validar teorias físicas, um elemento chave para o método científico. A história da química moderna pode ser traçada até a distinção da química e da alquimia por Robert Boyle no trabalho The Sceptical Chymist, em 1661 (apesar das tradições alquímicas continuarem por algum tempo depois disso) e as práticas experimentais e de químicos médicos como William Cullen, Joseph Black, Torbern Bergman e Pierre Macquer.
História da Ciência no Brasil - Século XX
Entre 1822 e 2022, a ciência desempenhou papel estratégico na construção do Estado brasileiro, contribuindo para a criação de universidades, formulação de políticas públicas de saúde e educação e consolidação de uma identidade nacional científica. A historiografia da ciência no Brasil passou por uma renovação significativa a partir das décadas de 1970 e 1980. Até então, predominavam narrativas biográficas e celebrações de grandes cientistas, com pouca atenção à dimensão social e institucional da ciência. Obras coletivas, como História das Ciências no Brasil, organizada por Mário Guimarães Ferri e Shozo Motoyama, e estudos pioneiros de Simon Schwartzman sobre a formação da comunidade científica nacional, introduziram novas abordagens analíticas, integrando perspectivas sociológicas, políticas e históricas.
Como um campo científico, a história da ciência começou com a publicação de History of the Inductive Sciences de William Whewell (publicado em 1837). Um estudo mais formal da história da ciência como uma disciplina independente foi lançado na publicação de George Sarton, Introduction to the History of Science (1927) e o jornal Isis (fundado em 1912). Sarton exemplificou a visão do início do século XX da história da ciência como uma história de grandes homens e grandes ideias. Ele compartilhou com muitos de seus contemporâneos uma crença da história como uma gravação dos avanços e retrocessos na marcha pelo progresso. A história da ciência não era reconhecida como um subcampo da história da América nesse período, e a maior parte de seus trabalho foi levado por cientistas e físicos interessados ao invés de historiadores profissionais. Com o trabalho de I. Bernard Cohen em Harvard, a história da ciência se tornou uma subdisciplina da história após 1945.


