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Florianópolis

Florianópolis, conhecido coloquialmente como Floripa, é a capital do estado brasileiro de Santa Catarina, na região Sul do país. Florianópolis é também apelidado de "Ilha da Magia", decorrente de seus folclóricos contos e histórias de bruxas e criaturas mágicas que habitam na ilha, popularizados pelo escritor Franklin Cascaes. É uma das três ilhas-capitais do Brasil, cujas respectivas regiões metropolitanas abrangem inteiramente ilhas localizadas no litoral brasileiro ao longo do Oceano Atlântico, sendo que a maior parte do município está localizada na Ilha de Santa Catarina.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 14/07/2026
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Nome

A origem do nome da ilha de Santa Catarina ainda é debatida. A versão mais aceita é que foi assim nomeada pelo navegador italiano Sebastião Caboto em 1526, seja em homenagem a Santa Catarina de Alexandria ou a sua esposa, Catarina Medrano. Outras fontes mencionam que o nome foi dado pelo bandeirante paulista Francisco Dias Velho em homenagem a uma filha, de nome Catarina. Dias Velho fundou, em 1673, a povoação de Nossa Senhora do Desterro, em homenagem a sua santa de devoção, elevado à categoria de vila em 1726. Com a independência do Brasil a vila elevou-se a cidade, quando se decidiu fortalecer o nome correto, mas agora passando apenas a se chamar "Desterro". Apesar de ser uma referência a fuga da sagrada família para o Egito, esse nome desagradava certos moradores, uma vez que lembrava "desterrado", ou seja, alguém que está no exílio ou que era preso e mandado para um lugar desabitado. Esta falta de gosto pelo nome fez com que algumas votações acontecessem para uma possível mudança. Uma das sugestões foi a de "Ondina", nome de uma deusa da mitologia que protege os mares.

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História

Civilizações pré-cabralinas

Os primeiros humanos habitaram a ilha de Santa Catarina por volta de 4 800 a.C., conforme vestígios arqueológicos, pertencentes à cultura do homem do sambaqui, que nela habitou por milênios. Por volta do ano 1000, os povos indígenas tapuias que habitavam a região foram expulsos para o interior do continente devido à chegada de povos do tronco linguístico tupi provenientes da Amazônia. No século XVI, quando chegaram os primeiros europeus à região, a mesma era habitada por um desses povos do tronco tupi, os carijós, que praticavam a agricultura, mas tinham na pesca e coleta de moluscos as atividades básicas para sua subsistência. A ilha de Santa Catarina era chamada por esse povo indígena de Meiembipe ("montanha ao longo do mar") e o estreito que a separa do continente, Y-Jurerê-Mirim ("pequena boca d'água"), termo que também se estendia à própria ilha. Os carijós viriam a ser escravizados pelos oriundos da Capitania de São Vicente.

Séculos XVI e XVII

No século XVI, as embarcações que demandavam à Bacia do Prata usavam da Ilha de Santa Catarina como ponto de abastecimento de água e víveres. No entanto, o povoamento só se iniciou na segunda metade do século XVII, com a chegada dos paulistas à região. Em 17 de fevereiro de 1673, logo após se estabelecer na Ilha de Santa Catarina com sua família, criados e 500 indígenas escravizados, o bandeirante vicentino Francisco Dias Velho fundou a povoação de Nossa Senhora do Desterro (atual Florianópolis). Em 1678, Dias Velho ergueu uma capela em louvor a Nossa Senhora do Desterro, elevada à categoria de Paróquia por meio de Alvará Régio de 5 de março de 1713. Em 1687, a povoação foi atacada por piratas, que mataram o fundador, e quase todos os seus habitantes desertaram.

Século XVIII

Por meio de Carta Régia de 23 de março de 1726, a povoação de Nossa Senhora do Desterro foi elevada à categoria de vila, se desmembrando de Laguna, sendo instalada em 10 de abril de 1728. Em 1737, devido à sua posição estratégica para os domínios portugueses no sul do Brasil, iniciou-se uma ocupação militar da vila de Nossa Senhora do Desterro, liderada pelo brigadeiro José da Silva Pais, nomeado, em 1739, primeiro governador da Capitania de Santa Catarina. Em meados do século XVIII, milhares de imigrantes açorianos migraram para a ilha de Santa Catarina. Nessa época, as indústrias de algodão, linho e de mandioca floresceram na ilha e foram implantadas as "armações" para pesca da baleia para extração do óleo em Armação da Piedade (Governador Celso Ramos) e Armação do Pântano do Sul (Florianópolis). Começaram a chegar, nesse período, africanos escravizados, os quais exerciam ofícios como aguadeiros, amas de leite, lavradores e trabalhadores dos engenhos de mandioca.

Século XIX

Por meio de Carta Imperial de 20 de março de 1823, a vila de Nossa Senhora do Desterro foi elevada à categoria de cidade, recebendo a denominação "Desterro". Nesse mesmo ano, a cidade se tornou capital da Província de Santa Catarina, inaugurando um período de prosperidade, com o investimento de recursos imperiais, com obras urbanas como a projeção a melhoria do porto e a construção de edifícios públicos. A modernização política e cultural e a organização de atividades culturais também se destacaram, marcando inclusive os preparativos para a recepção da vista do imperador D. Pedro II à capital catarinense, em 1845. Desterro viveu dias de grande agitação durante a Guerra do Paraguai, para a qual alistaram-se muitos desterrenses, que formaram o 25º Batalhão dos Gloriosos Voluntários da Pátria.

Século XX

A cidade, ao entrar no século XX, passou por profundas transformações, tendo como um dos principais suportes econômicos a construção civil. A implantação das redes básicas de energia elétrica e do sistema de fornecimento de água e captação de esgotos, somaram-se à construção da Ponte Hercílio Luz (década de 1920), como marcos do processo de desenvolvimento urbano. Em 1º de janeiro de 1944, o interventor Nereu Ramos transferiu de São José para Florianópolis o distrito de Estreito (atual parte continental da capital catarinense), devido a fatores como a localização e o abandono da região pela prefeitura josefense. Na segunda metade do século XX, Florianópolis teve um grande desenvolvimento urbano e recebeu novos moradores. A sede da Eletrosul foi transferida do Rio de Janeiro para o bairro florianopolitano do Pantanal, e criou-se um campus da Universidade Federal de Santa Catarina no bairro Trindade. Na década de 1950, foi construído o primeiro terminal de passageiros do Aeroporto Hercílio Luz, e foi inaugurado o trecho Curitiba-Florianópolis da BR-101. Em 1975, foi concluída a construção da ponte Colombo Salles, e, em 1991, foi inaugurada a ponte Pedro Ivo Campos.

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Geografia

De acordo com a divisão regional vigente desde 2017, instituída pelo IBGE, o município pertence às Regiões Geográficas Intermediária e Imediata de Florianópolis. Até então, com a vigência das divisões em microrregiões e mesorregiões, fazia parte da microrregião de Florianópolis, que por sua vez estava incluída na mesorregião da Grande Florianópolis. Localiza-se no leste do estado de Santa Catarina e é banhada pelo Oceano Atlântico. Grande parte de seu território (97,23%) está situado na ilha de Santa Catarina, que está situada de forma paralela ao continente, separada dele por um estreito canal, e possui uma forma alongada e estreita, com comprimento médio de 55 km e largura média de 18 km. Com litoral bastante recortado, possui várias enseadas, pontas, ilhas, baías e lagoas. A área total do município, compreendendo a parte continental e a insular, é de 675,41 km². Seu relevo é formado por cristas montanhosas e descontínuas, servindo como divisor de águas da ilha. O ponto mais alto da ilha é o morro do Ribeirão, com 532 metros de altitude. Paralelamente às montanhas, surgem esparsas planícies em direção leste e na porção noroeste da ilha. Na face leste da ilha, há presença de dunas formadas pela ação do vento.

Clima

O clima em Florianópolis é subtropical úmido (do tipo Cfa de acordo com a classificação climática de Köppen-Geiger). A temperatura média anual é de 21 °C; o verão é morno e abafado e o inverno é fresco. Durante o ano inteiro as precipitações são bem distribuídas. Ao longo do ano, normalmente, a temperatura mínima nos meses mais frios é de 13 °C e a temperatura máxima nos meses mais quentes é de 29 °C e raramente são inferiores a 8 °C ou superiores a 34 °C. Florianópolis apresenta características climáticas inerentes ao litoral sul-brasileiro. As estações do ano são bem caracterizadas, verão e inverno são relativamente definidos, sendo o outono e primavera estações de transição com características semelhantes. É a quarta capital mais fria do país, ficando atrás apenas de Curitiba, Porto Alegre e São Paulo. A ilha de Santa Catarina sofre muita influência dos ventos, principalmente do quadrante Sul, comumente mais frios e secos, o que faz com que a sensação térmica no inverno geralmente seja inferior às temperaturas mínimas registradas.

Meio ambiente

Em Florianópolis ocorrem naturalmente basicamente três grandes grupos de vegetação, todos considerados dentro do bioma Mata Atlântica. São eles, de acordo com o Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis: floresta ombrófila densa; manguezal e restinga. Cada tipo de vegetação por sua vez apresenta diferentes subtipos e estágios de evolução, sendo que graças ao relevo acidentado da ilha de Santa Catarina, os diferentes ecossistemas presentes são enriquecidos ainda mais por diferentes elementos geográficos, como lagoas, lagunas, rios, dunas, costões rochosos e praias, tornando a cidade riquíssima em paisagens naturais. Apesar da maior parte da vegetação original de Florianópolis ter sido destruída pela agricultura ao longo dos séculos, paradoxalmente, o processo de urbanização da cidade, que evoluiu a partir das décadas de 40 e 50 do século XX, fez com que a maior parte das atividades agrícolas extensivas fossem abandonadas, afastando o desmatamento de várias áreas, principalmente seus morros.

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Demografia

De acordo com estimativa do IBGE de 2025, havia 587 486 pessoas na cidade, e a densidade de população era de 870,5 habitantes por quilômetro quadrado. Florianópolis e Vitória no Espírito Santo, são as únicas capitais no Brasil que não são as cidades mais populosas de seus respectivos estados.

Região metropolitana

A Região Metropolitana de Florianópolis é uma região metropolitana criada pela lei complementar estadual n° 162 de 1998, foi extinta pela lei complementar estadual n° 381 de 2007 e reinstituída pela lei complementar estadual n° 495 de 2010.

Composição étnica

Em 2022, a população de Florianópolis possuía a seguinte distribuição por cor ou raça: 410.298 pessoas brancas (76,38%), 87.542 pardas (16,3%), 35.813 negras (6,67%), 2.398 amarelas (0,45%) e 1.148 indígenas (0,21%). A cidade soma cerca de 15 mil novos moradores por ano.

Religião

Segundo o censo brasileiro de 2022, a composição religiosa da cidade era de 53,2% católicos, 14,46% evangélicos ou protestantes, 5,78% espíritas, 2,09% umbandistas ou candomblecistas, 0,04% religião tradicional, 5,78% outra religião, 18,42% irreligiosos, 0,14% desconhecidos e 0,09% não declarados.

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Política

O total de eleitores do município de Florianópolis era em julho de 2011 de 316 621, divididos em quatro zonas eleitorais: zona 12 - 61 720; zona 13 - 56 574; zona 100 - 118.485 e zona 101 - 76 554. O ex-prefeito da cidade foi Gean Marques Loureiro, que tomou posse no dia 1 de janeiro de 2017. Foi reeleito em 2020, com 53,46% dos votos válidos, no primeiro turno das eleições municipais e deixou o cargo de prefeito dia 31 de março de 2022, visando a eleição ao governo do estado. Com a renúncia de Gean, foi empossado o até então vice-prefeito Topázio Neto.

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Subdivisões

Existem atualmente dezoito distritos em Florianópolis:

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Economia

De acordo com estatísticas de 2002, as atividades agrícolas representaram 0,05%, a fabricação representa 3,41% e o setor do comércio e serviços 96,54% da economia de Florianópolis. O turismo é uma das bases da economia local e muitos habitantes e turistas vão para a cidade em busca de sua beleza singular, além dos fortes traços da cultura açoriana, observada na arquitetura, folclore, tradições culinárias e religiosas. Suas restrições ambientais sobre a construção e desenvolvimento comercial têm sido relativamente rigorosas, ajudando a cidade a manter o seu caráter original. Para atender às demandas de seu público acadêmico, a cidade investiu pesadamente em estradas e escolas, sendo agora bem classificada em diferentes aspectos do desenvolvimento, como alfabetização (97 por cento) e eletrificação (perto de 100 por cento). Ao final de 1990, as empresas privadas foram migrando para a ilha, ou emergindo das "incubadoras" da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Entre as inovações que eclodiram da cidade estão a criação da urna eletrônica brasileira, que tornaram as eleições brasileiras livres de fraudes e eficientes. As autoridades locais dizem agora que o seu objetivo é tornar a região o "Vale do Silício brasileiro".

Turismo

Considerada por muitos habitantes e turistas que a visitam como detentora de uma beleza singular, dotada de fortes traços da cultura açoriana, observados nas edificações, artesanato, no folclore, culinária e nas tradições religiosas, Florianópolis tem no seu turismo diversificado uma de suas principais fontes de renda. Presentemente, dentre os atrativos turísticos, além das praias, têm importância particular as localidades onde se instalaram as primeiras comunidades de imigrantes açorianos, como Ribeirão da Ilha, Lagoa da Conceição, Santo Antônio de Lisboa e o próprio centro histórico. Ocorrem diversos eventos na cidade ao longo do ano inteiro, merecendo destaque pela sua peculiaridade, relevância econômica, projeção e consistência: a Festa Nacional da Ostra (FENAOSTRA), a Maratona Cultural e o Ironman, onde sedia, anualmente, a única etapa latino-americana do campeonato mundial de triatlo radical.

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Infraestrutura

Transportes e energia

O Aeroporto Internacional Hercílio Luz de Florianópolis firmou-se, nas últimas temporadas de verão, como um dos principais destinos brasileiros de turistas domésticos e internacionais. Recebe mais de 3,5 milhões de passageiros por ano. Um novo terminal de passageiros foi inaugurado em 2019, após a concessionária Floripa Airport assumir a gestão do aeroporto, o que deve aumentar ainda mais o movimento. O transporte marítimo é pouco utilizado no município, exceto em função do turismo. No entanto, existem linhas regulares de transporte lacustre na Lagoa da Conceição, ligando a localidade da Costa da Lagoa — isolada por terra — à sede do distrito e à margem oposta da Lagoa.

Planejamento urbano

Florianópolis, apesar de suas particularidades, não é um caso extremo em comparativo com a realidade brasileira no que diz respeito ao processo histórico de planejamento urbano, ainda que a precariedade de alguns aspectos de sua infraestrutura urbana possa denotar o contrário. Como largamente discutido dentre pesquisadores em planejamento urbano, o Brasil está marcado em sua história urbana por experiências de planejamento pontuais e/ou reformas de cunho infraestrutural ou paisagístico. Excetuando-se o planejamento e execução de cidades novas, a política urbana foi ser nacionalizada somente nos anos 1960, o que pode ser visto em Florianópolis.

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Cultura

Teatro

Há três teatros de médio e grande portes em Florianópolis: o Teatro Ademir Rosa, localizado no Centro Integrado de Cultura (CIC), o Teatro Álvaro de Carvalho (TAC), na Praça Pereira Oliveira e o Teatro Governador Pedro Ivo, situado no Centro Administrativo do Estado (SC 401). Existem ainda salas menores como o Teatro da Igrejinha na Universidade Federal de Santa Catarina, Teatro da UBRO, Teatro Armação, a sala de teatro do SESC e espaços teatrais alternativos como a Casa de Máquinas do Casarão da Lagoa, todas na parte insular da cidade.

Museus e galerias de arte

São variados os museus e galerias na capital catarinense. Na região central, destacam-se o Museu Victor Meirelles, que fica na casa onde viveu o pintor e tem suas obras em exposição, o Museu da Escola Catarinense, voltado a memória da educação, a galeria de arte da Fundação Cultural Badesc e o Museu de Florianópolis Prefeito Sérgio José Grando, localizado no prédio reformado onde ficava a Casa de Câmara e Cadeia. No Centro Integrado de Cultura (CIC) ficam o Museu de Arte de Santa Catarina (MASC), o Museu da Imagem e Som e o Espaço Lindolf Bell. No Palácio Cruz e Souza, está instalado o Museu Histórico de Santa Catarina, com relíquias que contam um pouco da história do estado. Outros espaços são o Museu de Armas Major Lara Ribas, localizado no Forte Sant'Ana (ao lado da Ponte Hercílio Luz), que expõe artigos bélicos e históricos, a Galeria de Arte e o Museu Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina e a galeria do Espaço Cultural Arquipélago, localizado no bairro Agronômica. A Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes (Fundação Franklin Cascaes) foi fundada em 29 de julho de 1987 e hoje está instalada no Forte de Santa Bárbara.

Literatura e música

A cidade tem sua academia de letras, a Academia Desterrense de Letras, cujo patrono é o poeta Cruz e Sousa, localizada no Centro Integrado de Cultura (CIC), que também abriga a Biblioteca Pública de Santa Catarina, a maior e mais antiga do estado. Na cidade também está sediada a Academia Catarinense de Letras, fundada em 1920. Cruz e Sousa (1861-1898), poeta natural de Florianópolis, foi expoente do simbolismo no Brasil, marcado pela publicação em 1893 de Missal e Broquéis. Em Florianópolis estão sediadas as seguintes orquestras: Orquestra Filarmonia Santa Catarina; Orquestra Sinfônica de Santa Catarina (OSSCA); Orquestra Sinfônica de Florianópolis; Camerata Florianópolis; Orquestra Sinfônica das Comunidades (OSCOM); Orquestra Experimental do Instituto Federal de Santa Catarina (OEXP) e Orquestra de Cordas da Ilha.

Cinema

No passado, Florianópolis tinha diversas salas em vários pontos do Centro da cidade, as quais foram desaparecendo com o tempo e as mudanças sociais e tecnológicas. O primeiro deles foi o Cassino, que mudou várias vezes de nome, sendo depois o Cine Glória, o Cine Imperial, o Cine Coral e depois Cine Carlitos. Hoje seu prédio abriga serviços públicos da prefeitura. Outras eram o Cine Rex, mais tarde renomeado como Cine Ritz, o Cine Roxy, o Cine Odeon - este no Teatro Álvaro de Carvalho - o Cine Cecomtur, o Cine Palace, o Cine Lido e o Cine São José - neste último estreou o primeiro longa-metragem catarinense, O Preço da Ilusão, inteiramente filmado na cidade.

Esportes

Diferentes esportes, coletivos e individuais, possuem destaque na história de Florianópolis. Anualmente se disputam na cidade etapas do Ironman, além de maratonas, como a Maratona Internacional de Florianópolis, e outras provas, como a Volta à Ilha, maior corrida de revezamento por equipe em extensão da América Latina. Gustavo Kuerten, o Guga, nasceu na cidade e é considerado o maior tenista masculino brasileiro de todos os tempos, tendo sido vencedor de três torneios de Roland Garros, um dos Grand Slam, e alcançado o topo do ranking da ATP (Associação dos Tenistas Profissionais). Por sua carreira, foi condecorado com posição no Hall da Fama da ATP. Graças a fama de Guga, Florianópolis tornou-se um polo da modalidade e recebeu diversos torneios, como a Copa Davis e a Fed Cup (atual Copa Billie Jean King). Um torneio WTA 125 acontece desde 2023, o WTA Challenger de Florianópolis.

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Fontes consultadas

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