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Estilística

Estilística é o ramo da linguística que estuda as variações da língua e sua utilização, incluindo o uso estético da linguagem e as suas diferentes aplicações dependendo do contexto ou situação. O objeto preferencial de estudos estilísticos é a literatura - não exclusivamente a "alta literatura" mas também outras formas de textos escritos, na publicidade, política ou religião.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 29/06/2026
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Geral

Imagem: lezumbalaberenjena · BY-NC-ND · Openverse

A situação em que um tipo de linguagem é encontrado pode ser considerada apropriada ou imprópria ao estilo da linguagem usado. Uma carta pessoal de amor provavelmente não possuiria a linguagem apropriada para este tipo de artigo. Entretanto, dentro da língua de uma correspondência romântica o estilo da carta e seu contexto podem estar relacionados. Pode ser intenção do autor incluir uma palavra, frase ou sentença que não apenas transmita os sentimentos de afeição, mas também reflita o ambiente original de sua composição romântica. Mesmo assim, usando uma linguagem convencional e aparentemente apropriada a um contexto específico, existe a possibilidade de que, nessa linguagem, deixe-se de transmitir fielmente a mensagem ao leitor, precisamente devido à sua convencionalidade.

Registro

Na análise linguística, diferentes estilos de linguagem são tecnicamente registrados. O registro consulta as propriedades dentro de uma variedade da língua que associe essa língua com uma situação dada. Isso é diferente de, digamos, uma terminologia profissional que só poderia ser encontrada, por exemplo, em um documento legal ou jornal médico. O linguista Michael Halliday define o registro enfatizando seus padrões e contexto semânticos. Para Halliday, registro é determinado por aquilo que está ocorrendo, quem é que participa e que parte da linguagem está participando. Em "Context and Language", Helen Leckie-Tarry sugere que teoria de Halliday sobre registros visa a propor relações entre função da linguagem, determinada por fatores situacionais ou sociais, e forma da língua.

Campo, conteúdo e modo

Halliday classifica a estrutura da semiótica como "campo", "conteúdo" e "modo", que, ele sugere, tende a determinar a seleção de opções correspondentes em um componente da semântica. O linguista David Crystal salienta que o "conteúdo" de Halliday está como um equivalente para a expressão 'estilo', que é uma alternativa mais específica utilizada por linguistas para evitar ambiguidade.

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Divisões

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A divisão proposta pelo francês Pierre Giraud abarca duas condições de origem: aquelas figuras usadas pelo próprio idioma (estilística da língua), e aquelas criadas pelo autor (estilística genética) Para aqueles que a entendem como uma divisão da gramática, a Estilística divide-se em: Segundo ainda essa divisão, a ela cabem, também, o estudo dos chamados vícios de linguagem, tais como a ambiguidade (anfibologia), barbarismo, cacofonia, estrangeirismo, colisão, eco, hiato, preciosismo, queismo, solecismo e obscuridade.

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