Escala musical
Uma escala musical pode ser definida como:
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A partir da descoberta de artefatos musicais da antiguidade, supõe-se que a primeira escala desenvolvida tenha sido a escala de cinco sons ou pentatônica, o que é confirmado pelo estudo de sociedades antigas encontradas contemporaneamente. Observando-se, no entanto, que a palavra "pentatônica" é, na verdade, substituída no vocabulário musical, pela palavra "pentafônica", uma vez que a primeira (pentatônica), remete à ideia de cinco notas tônicas em uma mesma escala ou tonalidade sonora musical, o que não é a verdade; e a segunda (pentafônica) refere-se, mais claramente, à escala ou tonalidade formada por cinco sons ou notas diferentes. No entanto, o termo "pentatônica" ainda é muito mais utilizado popularmente do que o termo "pentafônica". As escalas de 7 notas foram prováveis desenvolvimentos da escala pentatônica e tem-se o registro de sua utilização pelos gregos, apesar de que qualquer tentativa de resgate da sonoridade dessas escalas tratar-se-á de exercício puramente especulativo.
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Escalas modernas, que na cultura ocidental são as mais utilizadas: Sendo que a escala menor se divide em 3 : Outra maneira de sistematizar as escalas são a separação em
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Os nomes das notas musicais, que representam os sons da escala diatônica de Dó, foram batizadas pelo monge beneditino e teórico musical italiano Guido d'Arezzo (992—1050), regente do coro da Catedral de Arezzo, que por volta de 1025 utilizou a primeira sílaba de cada verso de um hino cantochão “Ut queant laxis” ou “Hymnus in Iohannem“, em devoção a São João Batista. Que significa: "Para que teus grandes servos, possam ressoar claramente a maravilha dos teus feitos, limpe nossos lábios impuros, ó São João.". Os fiéis da Igreja Católica Romana rezam este hino, composto pelo historiador e monge beneditino lombardo Paulo Diácono, no qual cada frase era cantada um grau acima na escala, celebrando a festa da Natividade de São João (24 de Junho). Criando o mnemônico Ut-Re-Mi-Fa-Sol-La-Si. No século XVII, João Batista Doni alterou o UT para Dó, para facilitar o solfejo, com a terminação da sílaba em vogal, baseado na proposta de Giusepe DONI,


