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Eletrocirurgia

Eletrocirurgia é o procedimento cirúrgico que utiliza a passagem de corrente elétrica pelos tecidos, com finalidades curativas. Também é chamada de cirurgia por radiofrequência. Consiste na aplicação de uma corrente elétrica alternada de alta frequência (radiofrequência) a um tecido biológico como um meio de cortar, coagular, dessecar ou fulgurar o tecido. Seus benefícios incluem a capacidade de fazer cortes precisos com perda limitada de sangue. Dispositivos eletrocirúrgicos são frequentemente usados durante operações cirúrgicas, ajudando a prevenir a perda de sangue em salas de cirurgia de hospitais ou em procedimentos ambulatoriais.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 15/07/2026
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Modalidades eletrocirúrgicas

No modo de corte, o eletrodo toca o tecido e uma densidade de potência suficientemente alta é aplicada para vaporizar seu conteúdo de água. Visto que o vapor d'água não é condutor em circunstâncias normais, a corrente elétrica não pode fluir através da camada de vapor. O fornecimento de energia além do limite de vaporização pode continuar se uma tensão suficientemente alta for aplicada (> +/- 200 V) para ionizar o vapor e convertê-lo em um plasma condutor. Vapor e fragmentos do tecido superaquecido são ejetados, formando uma cavidade. As superfícies do eletrodo destinadas ao corte geralmente apresentam um fio mais fino ou uma alça de fio, em oposição a uma lâmina mais plana com uma superfície arredondada.

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História

O desenvolvimento do primeiro dispositivo eletrocirúrgico comercial é creditado a William T. Bovie, que desenvolveu o primeiro dispositivo eletrocirúrgico enquanto trabalhava na Universidade de Harvard. O primeiro uso de um gerador eletrocirúrgico em uma sala de cirurgia ocorreu em 1º de outubro de 1926 no Hospital Peter Bent Brigham em Boston, Massachusetts. A operação - remoção de uma massa da cabeça de um paciente - foi realizada por Harvey Cushing.

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Fontes consultadas

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