Dwight D. Eisenhower
Dwight David "Ike" Eisenhower GCB • OM • RE • GCS • CCLH • KC • NPk foi o 34º Presidente dos Estados Unidos de 1953 até 1961. Antes disso, foi general de cinco estrelas do Exército Americano. Durante a Segunda Guerra Mundial, serviu como o Comandante Supremo das Forças Aliadas na Europa. Assumiu a responsabilidade de comandar e supervisionar a invasão do Norte da África durante a Operação Tocha entre 1942 e 1943. Logo depois ele assumiu o planejamento da invasão da França e da Alemanha entre 1944 e 1945, na Frente Ocidental. Em 1951, ele se tornou o primeiro comandante supremo da OTAN. Também foi Chefe do Estado-Maior do Presidente Harry S. Truman, antes de assumir a presidência da Universidade Columbia.
Eisenhower nasceu com o nome de David Dwight Eisenhower, na cidade de Denison, no estado do Texas em 14 de outubro de 1890. Foi o terceiro dos sete filhos do casamento de David Eisenhower e Ida Stover Eisenhower. Suas origens familiares estavam na Alemanha, especificamente em Karlsbrunn, no Sarre, com o seu antepassado Hans Eisenhauer Nicolas e sua família emigrando de lá em 1741 para Lancaster, no estado de Pensilvânia. Sua família mais tarde, estabeleceu-se em Abilene, Kansas, em 1892. Em 1895 sua mãe se tornou uma Testemunhas de Jeová, a casa da família serviu como um ponto de encontro para as Testemunhas de Jeová entre 1896 e 1915. Embora seu nome fosse David Dwight, sua família e amigos simplesmente o chamavam de Dwight ou, de forma mais íntima, de Ike. Mais tarde, ele mudou a ordem dos seus nomes (de acordo com funcionários da Biblioteca e do Museu de Eisenhower, quando ele frequentou a Academia Militar de West Point).
Entrada na Academia Militar
Em 1911, Eisenhower entrou na Academia Militar dos Estados Unidos, em West Point-Nova Iorque. Por esta razão, aparentemente, abandonou sua relação com as Testemunhas de Jeová, que não suportam o uso de armas, tornando-se presbiteriano.
Em 1915, terminou a graduação na Academia Militar de West Point, com o posto de Segundo Tenente de Infantaria, iniciando seu destino como um militar de carreira. Em 1917, participou como tenente na expedição punitiva para pegar Pancho Villa, que era procurado pelos Estados Unidos após atacar a população de Columbus.
Primeira Guerra Mundial
Durante a Primeira Guerra Mundial, em que os Estados Unidos aderiram ao Aliados em 1917, nos últimos estágios da guerra, Eisenhower estava no comando das tropas de formação recrutado para o embarque na Frente Ocidental. Mesmo sem experiência real em combate, alcançou a patente de major até o final da guerra. Após a Primeira Grande Guerra, e depois de atualizar os estudos na Academia Militar, foi designado para deveres burocráticos no exército, onde permaneceu a maior parte de sua carreira, até 1935. A presença no planejamento de escritórios marcaria sua carreira mais tarde, quando enfrenta o planejamento das operações militares.
Filipinas
Em 1935, Eisenhower acompanhado de Douglas MacArthur foi para as Filipinas onde atuou como assistente militar ao Governo filipino. Durante a sua estadia nas Filipinas aprendeu a pilotar aviões, embora nunca tenha sido qualificado como piloto militar.
Segunda Guerra Mundial
No dia 7 de dezembro de 1941, os japoneses lançaram seu ataque a Pearl Harbor e os Estados Unidos entraram na Segunda Guerra Mundial como parte dos Aliados, Dwight Eisenhower foi promovido a general e foi enviado no início de 1942 para Londres onde iniciou contatos com o Exército britânico para organizar uma segunda frente na Europa para lutar contra a Alemanha nazista. Eisenhower negociou ajuda à União Soviética para reduzir a pressão exercida pela Wehrmacht sobre o Exército Vermelho, dividindo, assim, o poderio do exército alemão no front europeu. Em 1942, se decidiram as bases para um desembarque conjunto de britânicos e americanos no norte de África, a chamada "Operação Tocha". Para a planificação definitiva da complexa operação, Eisenhower instalou o seu quartel-general no ponto mais perto possível, na base naval britânica de Gibraltar, desde onde iniciou discretos contatos com as autoridades da França de Vichy no Marrocos, Argélia e Túnis para obter o êxito do desembarque, contatos que chegaram a efetuar-se com o almirante François Darlan, um dos líderes do Governo de Vichy (e que no dia do desembarque estava presente em Argel), e com Henri Giraud, no qual os americanos e britânicos viam uma possível alternativa à França Livre do general Charles de Gaulle, assim como com Alphonse Juin, chefe das tropas de Vichy na zona. Os contatos foram levados a cabo por Robert Murphy, representante pessoal do presidente Franklin D. Roosevelt.
Comandante supremo aliado e libertação da Europa
Em dezembro de 1943, o presidente Roosevelt decidiu que Eisenhower seria o Comandante Supremo das forças aliadas na Europa. Ele ocuparia tal cargo até o fim do conflito em maio de 1945. Uma de suas primeiras funções foi coordenar e preparar o que seria um desembarque naval na Normandia (no norte da França ocupada pelos alemães) que aconteceu em junho de 1944 (Operação Overlord). Eisenhower iniciou os planejamentos para a invasão da França e a libertação da Europa, contudo ele bateu de frente não só com problemas logísticos mas também políticos. Um dos principais problemas que surgiram foram suas discussões com Roosevelt sobre fechar algum acordo com Charles de Gaulle (autoproclamado líder do governo francês no exílio), para convencer a resistência francesa a fazer mais pelos Aliados enquanto eles se preparavam para invadir. Já o almirante Ernest King, comandante da frota americana, não queria ceder a Eisenhower mais navios, em detrimento da flotilha que lutava no pacífico. Também discutia com os britânicos, que tinham reservas sobre dar ao americano controle total das suas forças aéreas e navais para a operação Overlord. Ele, no final, conseguiu driblar estes problemas. Seu relacionamento com o general George S. Patton, por exemplo, foi contornado, com Dwight não tendo medo de repreender o famoso general de quatro estrelas. Eisenhower então ordenou que a força aérea aliada bombardeasse, em antecipação ao desembarque, alvos de importância militar e logística por toda a França. Ele discutiu com Churchill sobre sua preocupação com o aumento das perdas civis por causa dos bombardeios. Mas de Gaulle afirmou que as baixas eram necessárias.
Após a rendição da Alemanha, Eisenhower foi apontado como o chefe da zona de ocupação americana da Alemanha. Ele instalou seu quartel-general em Frankfurt. Apesar de ele não controlar as outras zonas de ocupação fora do seu território, ele ainda administrava uma parte de Berlim (que ficava no meio da zona de ocupação soviética). Ao descobrir os campos de concentração nazistas, ele mandou equipes para filmar os locais e documentar as atrocidades para usar as filmagens como evidência nos julgamentos de Nuremberg. Na crise humanitária que se seguiu na Alemanha pós-guerra, Ike organizou suprimentos de comida e outros mantimentos para a população. Ele queria mudar a visão que se tinha na época dos alemães como vilões, fazendo deles como também uma vítima do nazismo. Ao mesmo tempo, ele continuou uma busca implacável aos criminosos nazistas sobreviventes. Em novembro de 1945, Eisenhower foi apontado como o Chefe do Exército e teve que retornar aos Estados Unidos. Seu primeiro trabalho foi arquitetar a desmobilização de milhares de homens do serviço ativo. O processo foi lento. Ike acreditava que a União Soviética, no leste, não queria guerra e talvez a paz na Europa pudesse ser mantida. Para isso, ele apoiou a criação das Nações Unidas e também defendeu a não proliferação nuclear. Mas o presidente Harry S. Truman e o Departamento de Estado decidiram lançar a bomba atômica sobre o Japão, algo a que Eisenhower se opôs. Ele afirmou: "os japoneses estavam prontos para se renderem e não era necessário fazer essa coisa horrível. E eu odeio sermos o país que usou essa arma primeiro".
Eleições de 1948
Em 1943, Ike recebeu a visita de um político que lhe teria sugerido que concorresse a presidente após a segunda grande guerra. Eisenhower sempre respondia que militares não deveriam interferir em política. O presidente Truman teria oferecido ser o vice dele em uma candidatura democrata, caso o também general Douglas MacArthur ganhasse a nomeação republicano. Com as eleições de 1948 se aproximando, mais gente começou a pressionar a Eisenhower para que ele concorresse. Mas, citando deveres como soldados, ele se recusou a se candidatar. No final, Thomas E. Dewey foi o candidato o republicano e ele acabou sendo derrotado por Truman.
Comandante da OTAN
Em 1948, ele se tornou presidente da Universidade de Columbia. Por lá, ele participou de vários comitês, incluindo um de Relações Exteriores. Segundo o biógrafo Blanche Wiesen Cook foi por lá que ele aprendeu sobre política e economia. Foi lá que ele teria aprendido sobre a "democracia americana" e fazia questão que seus assistentes também se envolvessem no aprendizado. Então, em 1949, o secretário de defesa dos Estados Unidos, James Forrestal, pediu a ajuda de Ike para remodelar o comando das Forças Armadas. Segundo relatos, Eisenhower nunca se deu bem na vida acadêmica, preferindo a vida militar. Em 1951, ele foi apontado como o comandante em chefe das forças da OTAN e o controle das tropas dessa organização na Europa. Em maio de 1952, renunciou ao posto de general de exército e voltou para a Universidade de Columbia. Nos Estados Unidos, a adoção do Tratado do Atlântico Norte não foi unanimidade no Congresso. Eisenhower teve que defender sua criação e ainda mais integração na Europa. No fim de 1951, a Aliança Militar dos americanos com as nações europeias já estava firmada e bem estabelecida.
Campanha presidencial de 1952
O presidente Truman, que sempre apoiou a ideia de Eisenhower concorrer nas eleições, novamente em 1951 o pressionou a se candidatar, como Democrata. Contudo Eisenhower divulgou publicamente seus desentendimentos com os democratas e afirmou que ele e sua família eram republicanos. O Partido Republicano passou então a ser quem o pressionava para se candidatar nas eleições de 1952. Sua candidatura seria um contraponto para reverter a visão cada vez mais isolacionista do partido, defendida pelo senador Robert A. Taft. A campanha foi longa e árdua. Eisenhower tentou se apresentar como um candidato sólido e que poderia ser um bom presidente. Henry Cabot Lodge serviria como o seu chefe da campanha. Eisenhower derrotou Taft e conquistou sua nomeação para a presidência pelos republicanos. Seu slogan de campanha foi a famosa frase "I Like Ike" ("Eu gosto de Ike"). Se opôs as políticas de Roosevelt e dos democratas aos acordos de Yalta, além da forma como Truman conduzia a política externa com a China e a guerra na Coreia. Eisenhower teve que também apelar para a ala de direita do seu partido, conhecida como a "Velha Guarda" ("Old Guard"). Apontou então o conservador Richard M. Nixon para seu vice, para aplacar esse lado. Nixon também apelava aos anticomunistas e a eleitores mais jovens.
Devido a desavenças entre os dois, como resultado da campanha, Truman e Eisenhower tiveram discussões mínimas sobre a transição das administrações. Depois de selecionar seu diretor de orçamento, Joseph M. Dodge, Eisenhower pediu a Herbert Brownell e Lucius Clay para fazer recomendações para suas nomeações para seu gabinete. Ele aceitou as suas recomendações, sem exceção, que incluíam John Foster Dulles e George M. Humphrey, com quem desenvolveu um relacionamento próximo, e uma mulher, Oveta Culp Hobby. O gabinete de Eisenhower, que consistia de vários executivos de empresas e um líder trabalhista, foi apelidado por um jornalista de "Oito milionários e um encanador". O gabinete era notável por sua falta de amigos pessoais, trabalhadores de escritório ou administradores governamentais experientes. Também aumentou o papel do Conselho de Segurança Nacional no planejamento de todas as fases da Guerra Fria.
Relações com o Congresso
Eisenhower governou com um Congresso controlado pelos republicanos durante apenas os seus dois primeiros anos no cargo. No senado, o Partido Republicano tinha uma vantagem de apenas um voto. O senador Robert A. Taft ajudou muito o presidente a trabalhar com a "Velha Guarda" e sua morte, em julho de 1953, foi sentida por Eisenhower. O sucessor de Taft, William Knowland, não teve boas relações com Ike. Sem controle sobre o Congresso, Eisenhower não teve como condenar a controversa "caça as bruxas" de Joseph McCarthy contra os comunistas. Para facilitar as negociações com os congressistas, Ike decidiu ignorar as políticas de McCarthy e assim privá-las de mais energia que viria de um envolvimento da Casa Branca. Muitos criticaram esta inércia por parte do governo. Ao fim de 1953, McCarthy apareceu em rede de televisão nacional e afirmou que a presença de comunistas dentro do governo era uma ameaça real e seria o assunto principal nas eleições parlamentares de 1954. O presidente teve que responder diretamente e especificou várias medidas que seriam tomadas para proteger a administração do país dos comunistas.
Direitos civis
Foi o presidente Truman que começou o processo contra a segregação nas Forças Armadas dos Estados Unidos em 1948, mas este foi bem lento. Eisenhower deixou claro em seu primeiro discurso sobre o Estado da União em fevereiro de 1953, afirmando: "Eu proponho usar toda a autoridade que existe no cargo de Presidente para encerrar a segregação no Distrito de Columbia, incluindo no Governo Federal, e qualquer segregação nas Forças Armadas". Quando ele enfrentou oposição dos militares, usou o controle federal sobre o orçamento militar para persuadir seus oficiais a concordar e fazer parte do processo. Mesmo quando Robert B. Anderson, o primeiro Secretário da Marinha de Eisenhower, afirmou que a marinha dos Estados Unidos teria dificuldade e resistiria a dessegregação, o presidente o repreendeu e disse que nenhum passo seria dado para trás.
Juízes apontados
Eisenhower apontou os seguintes juízes para a Suprema Corte dos Estados Unidos: Whittaker, o quarto juiz apontado, não ficou muito tempo no cargo, pois ele sofreu um colapso mental logo depois. Stewart e Harlan eram republicanos e conservadores convictos, enquanto Brennan era um democrata e se tornou uma voz progressista na Corte. Ao selecionar o seu Chefe de Justiça, Earl Warren, Eisenhower escolheu um jurista experiente que poderia agradar ambos os espectros políticos. Warren acabou sendo um dos juízes mais influentes na história da Corte e tomou várias decisões de caráter liberal. Além dos cinco juízes apontados para a Corte Suprema, Eisenhower também apontou 45 juízes para as cortes de apelação e outros 129 para as cortes distritais.
O Air Force One
Enquanto voava sobre a cidade de Nova Iorque em 1953, um avião comercial (código 8610) quase atingiu o Lockheed C-121 Constellation (também 8610) Columbine II, enquanto este carregava o presidente Eisenhower. Para evitar outros incidentes deste tipo, o avião presidencial passou a ter o código de voo único de Air Force One.
Política externa
Em 1953, a velha guarda do Partido Republicano apresentou um dilema para Eisenhower quando ele repudiou os Acordos de Yalta pois ele achava que iam além da autoridade constitucional do poder executivo; contudo, a morte de Joseph Stalin em março de 1953 fez com que isso já não fosse tão importante. Eisenhower tentou, através de discursos como Chance for Peace speech ("Discurso Chance para a Paz"), desacelerar a corrida armamentista nuclear com a União Soviética. O biógrafo Stephen Ambrose opinou que estes discursos foram os melhores de sua presidência. Apesar das iniciativas por paz, a Guerra Fria aumentou de intensidade durante sua presidência. Quando a Rússia testou, com sucesso, a bomba de hidrogênio, Eisenhower, contra o conselho de John Foster Dulles, iniciou uma proposta de desarmamento aos soviéticos. Para tornar a recusa mais difícil, ele propôs que os dois lados concordassem em dedicar material cindível para longe das armas e para fins pacíficos, como a geração de energia. Essa proposta foi denominada "Atoms for Peace" ("Átomos pela Paz"). Os russos, porém, não aceitaram, pois afirmaram que os americanos tinham muito mais armas nucleares. De fato, Eisenhower apostou em encolher o orçamento das forças armadas, cortando gastos em equipamentos e pessoal, ao mesmo tempo que ampliou o arsenal nuclear dos Estados Unidos. Esta política, chamada de "Novo Olhar", foi iniciada ainda em 1953.
Problemas de saúde
Eisenhower começou a fumar em West Point, fumando de dois a três pacotes por dia. Decidiu largar o vício em 1949. Ele provavelmente foi o primeiro presidente a divulgar, enquanto ainda estava no cargo, informações sobre sua saúde e dados médicos. Em 24 de setembro de 1955, enquanto estava de férias no Colorado, ele teve um sério ataque cardíaco que o forçou a ficar hospitalizado por seis semanas, deixando para Nixon, Dulles e Sherman Adams o trabalho de assumir as funções administrativas do país, em comunicação com o presidente. Foi tratado pelo Dr. Paul Dudley White, um famoso cardiologista, que informava a imprensa de todos os desenvolvimentos.
Eisenhower se aposentou, junto com a sua esposa, em uma fazenda em Gettysburg, na Pensilvânia, a apenas 48 km da cidade de York, onde os primeiros membros de sua família se assentaram quando eles chegaram nos Estados Unidos no século XVIII. Em 1967 ele doou sua fazenda para o Serviço Nacional de Parques. Mesmo na aposentadoria, Ike não se afastou da vida política. Falou na Convenção Nacional Republicana de 1964 e apoiou o candidato Barry Goldwater na eleição, fazendo até uma aparição pública junto com ele em Gettysburg. Contudo, Eisenhower havia relutado em endossar Goldwater pois ele tinha atacado o presidente como um "apoiador do New Deal". Na manhã do dia 28 de março de 1969, aos 78 anos de idade, Eisenhower faleceu em Washington, D.C. de insuficiência cardíaca no hospital Walter Reed Army. No dia seguinte seu corpo foi transportado para a Catedral Nacional de Washington, onde ficou por 28 horas. Em 30 de março, seu corpo foi levado então para o Capitólio onde recebeu um funeral e honras de Estado. No dia seguinte, os restos mortais de Ike voltaram para a Catedral Nacional, onde foi feito um serviço cerimonial episcopal.
Nos anos seguintes após sua saída do cargo, a reputação de Eisenhower começou a declinar. Os críticos diziam que ele foi "ineficaz", um líder pouco inspirador, se comparado com seu jovem sucessor (Kennedy). Após o seu apoio através do uso de tropas federais para restabelecer a ordem em Little Rock para forçar a dessegregação em uma escola pública local, Ike foi criticado por ser muito lento e pouco aberto sobre apoiar o movimento dos direitos civis, ao menos do jeito que os ativistas queriam. Eisenhower também foi criticado por sua postura durante o incidente com avião U2 em 1960, sendo isso considerado um embaraço no cenário internacional. Também havia a noção de que a União Soviética estava a frente dos Estados Unidos na corrida nuclear e espacial. Ike também não se posicionava veementemente contra o Macartismo, preferindo ficar em silêncio e agindo nos bastidores, o que irritou uma parcela da população.


