Discriminação etária
Discriminação etária, discriminação generacional, etaísmo, idadismo ou ainda etarismo é um tipo de discriminação contra pessoas ou grupos baseado na idade. O termo ageism foi cunhado em 1969 pelo gerontologista norte-americano Robert Neil Butler para descrever a discriminação contra pessoas idosas, em analogia aos conceitos de racismo e sexismo. Quando atitudes preconceituosas e estereótipos baseados na idade orientam práticas dirigidas a indivíduos ou grupos específicos, essas práticas configuram discriminação por idade.
Discriminação por idade
A discriminação por emprego pode se diferenciar ligeiramente na falta de namoro, sexo, no sentido de que usualmente não toma a forma de fazer bem. Trabalhadores mais idosos, em média, produzem menos do que trabalhadores jovens. As empresas podem ficar receosas em oferecer aos trabalhadores idosos salários menores do que aqueles pagos aos trabalhadores mais jovens, e simplesmente não promover ou não contratar trabalhadores mais velhos. Elas também podem encorajar a adesão em planos de demissão voluntária ou demitir desproporcionalmente trabalhadores mais velhos e/ou experientes. Embora como todas as formas de discriminação, a discriminação por idade tenha sempre sido um problema, ela é mais séria no presente nas indústrias de entretenimento e computadores. Muitos atores, músicos, roteiristas, programadores e engenheiros elétricos idosos têm se queixado de como é difícil para eles encontrar trabalho, embora sejam bem qualificados em termos de educação e experiência.
Muitos países, individual ou conjuntamente, decretaram leis contra a discriminação etária, incluindo:
No ambiente organizacional, o etarismo manifesta-se como uma barreira estrutural que afeta tanto a contratação quanto a progressão de carreira de profissionais mais experientes. Segundo pesquisas sobre o tema, o preconceito etário nas empresas muitas vezes é invisibilizado, manifestando-se através de estereótipos sobre a capacidade de aprendizado e adaptação tecnológica de colaboradores acima dos 50 anos. A exclusão sistemática desses profissionais resulta na perda de capital intelectual e na interrupção da transferência de conhecimento intergeracional, impactando negativamente a gestão de pessoas e a retenção de talentos. Conceitos como a Gerontologia Corporativa têm sido propostos para mitigar esses efeitos e promover a valorização da experiência etária no trabalho.


