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Sean Combs

Sean John Combs, também conhecido profissionalmente como Diddy, é um ex-rapper, compositor, produtor musical e empresário estadunidense. Natural de Harlem, Combs trabalhou como diretor de talentos na Uptown Records antes de fundar a sua própria editora, a Bad Boy Records, em 1993. É reconhecido pela descoberta e desenvolvimento de artistas musicais como The Notorious B.I.G., Mary J. Blige e Usher, entre outros.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 20/07/2026
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Vida pessoal

Imagem: HOTSPOTATL · BY · Openverse

Os sete filhos de Combs são: Quincy Taylor Brown (filho adotado, nascido em 4 de junho de 1991, em Nova Iorque), Justin Combs (filho de Combs com a estilista Misa Hylton, nascido em 30 de dezembro de 1993, em Nova Iorque), Christian Combs (primeiro filho biológico de Combs com a modelo Kim Porter, nascido em 1 de abril de 1998), Chance Combs (filha de Combs com a empresária Sarah Chapman, nascida em 20 de julho de 2006), D'Lila e Jessie Combs (filhas gêmeas de Combs com a modelo Kim Porter, nascidas 21 de dezembro de 2006) e Love Sean Combs (filha mais nova de Combs com a modelo e especialista de segurança cibernética Dana Tran, nascida em 10 de dezembro de 2022). Combs foi criado como católico e foi coroinha quando criança. Em 2008, ele declarou ao The Daily Telegraph que não adere a nenhuma denominação religiosa específica. O rapper comentou: "Eu apenas sigo o certo ao invés do errado, então eu poderia orar em uma sinagoga, uma mesquita ou uma igreja. Eu creio que há apenas um Deus".

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Questões legais

Imagem: Reckless Dream Photography · BY · Openverse

Diddy foi preso em 16 de setembro de 2024, em Nova Iorque, enfrentando acusações como tráfico sexual, extorsão, conspiração e transporte para fins de prostituição. Durante a audiência, ele se declarou inocente, mas teve seu pedido de fiança negado duas vezes, com o tribunal destacando seu histórico de abuso de substâncias e excessos de fúria como riscos à sociedade. As acusações incluem extorsão com pena máxima de prisão perpétua e tráfico sexual com um mínimo de 15 anos, além de transporte para prostituição, que poderia resultar em até 10 anos de prisão. Combs aguardou julgamento sob custódia federal no Centro de Detenção Metropolitano no Brooklyn. Ele esteve sob vigilância suicida processual. O julgamento começou em 5 de maio de 2025, com a seleção do júri, enquanto as declarações de abertura e os depoimentos das testemunhas começaram em 12 de maio. A acusação e a defesa concluíram seus casos em 24 de junho de 2025. As argumentações finais começaram em 26 de junho. Em 2 de julho de 2025, após três dias de deliberação, o júri considerou Combs culpado de duas acusações de transporte para fins de prostituição envolvendo Ventura, outra ex-namorada e profissionais do sexo masculinos, mas não culpado de acusações de racketeering (ser chefe de um grupo criminoso) e tráfico sexual.

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Fontes consultadas

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