Jennifer Boylan
Jennifer Finney Boylan é uma ativista transgênero norte-americana, escritora e professora do Barnard College.
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Nasceu em 1958 em Valley Forge, Pennsylvania, e cresceu em Newtown Square e Devon, também na Pennsylvania. Jennifer estudou na Wesleyan University, em Connecticut, onde obteve seu bacharelado em Inglês em 1980. Estudou na Universidade Johns Hopkins, concluindo seu mestrado em fine arts em 1986. Logo após, se tornou professora de Inglês da Colby College, Maine, onde atua desde 1988. Entre os anos de 2007 e 2008, teve um ano sabático, durante o qual planejou visitar o Bard College, a University of Vermont, e a University of Connecticut. Em 2001, recebeu um mestrado honorário pela Colby College.
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A autobiografia de Boylan, intitulada She's Not There – a life in two genders, publicada pela Doubleday em 2003, foi o primeiro best seller de uma mulher transexual americana. Jenny, como é popularmente conhecida, tem sido uma presença frequente em vários programas de televisão e rádio, incluindo três visitas ao Oprah Winfrey Show. Também apareceu no Larry King Live, The Today Show e foi foco do documentário da CBS 48 Horas. Contribui para a revista americana Conde Nast Traveler e também com frequência para a GQ, People, Allure, e Glamour. Sua coluna, There From Here aparece aos domingos nos jornais da região central do Maine. Em 2013, se tornou a primeira mulher transgênero a participar do conselho da GLAAD (anteriormente conhecida como The Gay and Lesbian Alliance Against Defamation), uma organização não-governamental estadunidense que foca na maneira que a mídia representa pessoas LGBT. Ficou sete anos neste cargo.
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Boylan é lésbica e casou-se com a esposa, Deirdre, antes de sua transição de gênero, que anunciou aos 40 anos de idade. O casal tem duas crianças, que são filhos biológicos de Boylan e da sua esposa, uma delas sendo uma menina trans.
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Jennifer recebeu diversas premiações, seja especificamente por seus livros ou por sua atuação em geral. Em 1987, se tornou fellow em Literatura do Pennsylvania State Council on the Arts. Em 1999, recebeu o Alex Award da American Library Association. Seu livro She's Not There recebeu o Lambda Literary Association Prize em 2004, e foi selecionado pelo Book of the Month Club em 2003. Em 2009, recebeu o Stonewall Legacy Award, concedido pela Universidade de Massachusetts Amherst. Em 2012, recebeu o Maryann Hartmann Award, concedido pela Universidade do Maine para mulheres do estado de Maine, nos Estados Unidos, que se destaquem nas artes, política, negócios, educação e serviço comunitário. Em 2020, a revista Queerty a nomeou uma das 50 heroínas "liderando a nação para a equidade, aceitação e dignidade para todas as pessoas". Seu texto “Keeping Trans Kids From Medicine Doesn’t Make Them Disappear” (The New York Times, 2021) foi nomeado para o 33rd Annual GLAAD Media Awards na categoria Outstanding Print Article.


