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Coheed and Cambria

Coheed and Cambria é uma banda norte-americana de rock progressivo. A banda tem oito álbuns de estúdio e três DVDs ao vivo. Os álbuns deles são conceptuais e revelam uma história de ficção científica, a qual se chama The Amory Wars.A Coheed and Cambria tocou no Rock in Rio IV em 2011. A banda lançou seu nono álbum de estúdio em 5 de outubro de 2018.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 15/07/2026
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Biografia

Imagem: gurana · BY-NC-SA · Openverse

Shabütie (1995-2001)

Em março de 1995 o Toxic Parents, banda dos guitarristas Claudio Sanchez e Travis Stever acabou, e eles recrutaram Nate Kelley para tocar bateria em uma nova banda chamada Beautiful Loser, com Jon Carleo no contra baixo. Depois de uma briga sobre dinheiro por gasolina, Stever saiu da banda, e Kelley foi expulso, mas logo voltou a pedido de Sanchez. Sem Stever a banda se tornou um trio, com Sanchez na guitarra e vocal, sendo renomeada para Shabütie, um nome retirado de uma tribo africana do filme The Naked Prey. Nesta época, a banda passou por diferentes estilos musicais, como o punk rock, indie rock, rock acústico, funk e heavy metal, e escreveram dezenas de músicas. Quando Carleo deixou a banda em agosto de 1996, Kelley recrutou seu amigo Michael Todd, que era guitarrista, mas no Shabütie tocava contrabaixo. Com esta formação a banda lançou seu primeiro disco, chamado "Penelope EP", e Stever voltou a banda para tocar guitarra.

Coheed and Cambria (2001-2006)

Algumas músicas que constaram em "Delirium Trigger" faziam parte da história de ficção científica escrita por Sanchez, chamada "The.Bag.On.line.Adventures", mais tarde rebatizada para "The Amory Wars". O grupo adotou os conceitos da história como um tema que unificaria os álbuns da banda. Assim, o nome deles mudou para Coheed and Cambria - os nomes dos protagonistas da história de Sanchez. Em fevereiro de 2002, lançaram seu primeiro álbum de estúdio, The Second Stage Turbine Blade, pela gravadora independente Equal Vision Records. O álbum teve a influência do grupo de pós-hardcore At the Drive-In, e também do guitarrista do influente grupo de hardcore punk Bad Brains. Além disso, "The Second Stage Turbine Blade" teve o primeiro single e videoclipe, "Devil in Jersey City", e trouxe comparações com a banda canadense de rock progressivo Rush, por causa da voz distinta de Sanchez, das letras de ficção científica, e da música mais complexa que outras bandas da cena pós-hardcore.

"No World for Tommorrow" (2006-2010)

Em novembro de 2006, Michael Todd e Josh Eppard deixaram a banda por razões pessoais, e o amigo do grupo, Matt Williams, juntamente com o roadie da banda, Matt Petrak, tocaram em alguns shows. Porém, durante a primavera de 2007, Todd voltou à banda para gravar o próximo álbum, e em junho do mesmo ano eles escolheram Chris Pennie do Dillinger Escape Plan para tocar bateria. Pennie não podia tocar no álbum devido um contrato, então Taylor Hawkins do Foo Fighters gravou como baterista neste álbum. Em outubro de 2007, Coheed and Cambria lançou Good Apollo, I'm Burning Star IV, Volume Two: No World for Tomorrow, o segundo disco deles pela gravadora Columbia Records. O disco teve os singles "The Running Free" e "Feathers" e ficou em número 6 na Billboard 200.

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Influências

Imagem: aziritt · BY-NC-ND · Openverse

Sanchez disse muitas vezes que ele sente inveja da música da época do seu pai, e a banda tem a influência das bandas daquela época, como Led Zeppelin, Pink Floyd, The Police, Queen e Thin Lizzy. Além disso, ele afirmou outras influências ecléticas, incluindo o grupo de pós-hardcore At the Drive-In, e os veteranos do heavy metal Iron Maiden. Muitas pessoas os compararam ao Rush quando eles lançaram "The Second Stage Turbine Blade", mas, de acordo com o Josh Eppard, eles não deram ouvidos as comparações. Além da música deles, Sanchez disse que "The Amory Wars", a história de ficção científica que é tema das letras do Coheed and Cambria, é semelhante a outra ficção científica, especialmente a trilogia dos filmes Star Wars.

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Gênero

Imagem: Seth W. · BY-SA · Openverse

O estilo da banda é descrito como rock progressivo pelo Equal Vision Records e pela revista Spin, mas alguns descrevem a banda como pós-hardcore. Na verdade, eles tem elementos dos dois tipos de música, enquanto outras como "In Keeping Secrets of Silent Earth: 3", "Cuts Marked in the March of Men" e "21:13", músicas muito longas e mais complexas, tem a influência de rock progressivo. Alguns descrevem a banda como new prog, um estilo que mistura elementos de pós-hardcore e rock progressivo.

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