Pesquisa · Mapa mental

Cinema

Cinema, conhecido também como Sétima Arte e, em alguns contextos, cinematografia, é um termo que pode ser definido como a técnica e a arte que reproduz fotogramas de forma rápida e sequencial, criando "ilusão de movimento", bem como a indústria que produz essas imagens. O termo "cinema" também é comumente utilizado para designar a sala onde são projetados esses filmes.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 14/07/2026
01

Equipe

Por ordem decrescente de antiguidade, estão envolvidos os seguintes funcionários: Na indústria cinematográfica, o diretor de fotografia é responsável pelos aspectos técnicos das imagens (iluminação, escolhas de lentes, composição, exposição, filtragem, seleção de filmes), mas trabalha em estreita colaboração com o diretor para garantir que a estética artística esteja apoiando a visão do diretor sobre a história que está sendo contada. Os diretores de fotografia são os chefes da equipe de câmera, garra e iluminação em um set e, por essa razão, eles são frequentemente chamados de diretores de fotografia ou DPs. A American Society of Cinematographers define cinematografia como um processo criativo e interpretativo que culmina na autoria de uma obra de arte original, em vez do simples registro de um evento físico. A cinematografia não é uma subcategoria da fotografia. Pelo contrário, a fotografia é apenas um ofício que o diretor de fotografia usa, além de outros físicos, organizacionais, gerenciais, interpretativos. e técnicas de manipulação de imagens para efetuar um processo coerente. Em produções menores, é comum que uma pessoa realize todas essas funções sozinhas. A progressão na carreira geralmente envolve subir a escada de segundo, primeiro, eventualmente para operar a câmera.

02

História

Origens

A origem da palavra "cinema" deve-se à circunstância de ter sido o cinematógrafo o primeiro equipamento utilizado para filmar e projetar. Por metonímia, a palavra também se refere à sala onde são projetadas obras cinematográficas. O uso da película para a produção de filmes encontra-se em recessão. O cinema digital está em plena expansão desde meados da primeira década do século XXI, tanto na tomada de vistas como na projeção. O digital permite, além disso, que os filmes circulem fora dos circuitos tradicionais de distribuição, entre particulares e instituições. A invenção da fotografia, e sobretudo a da fotografia animada, foram momentos cruciais para o desenvolvimento não só das artes como da ciência, em particular no campo da antropologia visual. Nascido como curiosidade científica e explorado como diversão popular em circos, quermesses e cabarés, o cinema foi abandonando o papel de atração complementar em ambientes de diversão barata e marginal para rapidamente se transformar em atividade industrial e de massa.

Cinematografia

O cinema existe graças à invenção do cinematógrafo, inventado pelos Irmãos Lumière no fim do século XIX. Em 28 de dezembro de 1895, na cave do Grand Café, em Paris, os dois engenhosos irmãos realizaram a primeira exibição pública e paga da arte do cinema: uma série de dez filmes, com duração de 40 a 50 segundos cada (os primeiros rolos de película tinham apenas quinze metros de comprimento). Os filmes até hoje mais conhecidos desta primeira sessão chamavam-se "A saída dos operários da Fábrica Lumière" e "A chegada do trem à Estação Ciotat", cujos títulos exprimem bem o seu conteúdo. Apesar de também existirem notícias de projeções um pouco anteriores, de outros inventores (como os irmãos Max e Emil Skladanowsky na Alemanha), a sessão dos Lumière é aceita pela grande maioria da literatura cinematográfica como o marco inicial da nova arte. O cinema expandiu-se a partir de então pela França, por toda a Europa e Estados Unidos, por intermédio de cinegrafistas enviados pelos irmãos Lumière para captar imagens pelo mundo afora.

Inovações

Nesta mesma época, o ilusionista, Georges Méliès, dono de um teatro nas vizinhanças do local da primeira exibição dos Lumière, quis comprar um cinematógrafo para o utilizar em seus espetáculos. Os Lumière não quiseram vender-lhe o aparelho: o pai dos irmãos inventores argumentava que o cinematógrafo tinha unicamente finalidade científica e que o mágico teria, por certo, prejuízo se gastasse dinheiro com a máquina para fazer entretenimento. Frustrado, Méliès conseguiu, no entanto, adquirir um aparelho semelhante na Inglaterra, fabricado por Robert William Paul, tornando-se assim o primeiro grande produtor de filmes de ficção, com narrativas sedutoras e truques aliciantes, destinados ao grande público: os primeiros efeitos especiais da história do cinema. Foi ele o criador da fantasia na produção e realização de filmes.

Vídeos recomendados

Fontes consultadas