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Violeta Chamorro

Violeta Barrios de Chamorro foi uma jornalista e política nicaraguense, foi 50ª presidente de seu país entre os anos de 1990 a 1997, Chamorro também foi a primeira mulher eleita para o cargo de presidente da República por meio de uma eleição direta no continente americano, a segunda no hemisfério ocidental e a quinta no mundo.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 31/07/2026
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História

Início de vida, educação e família

Nascida em Rivas, Violeta cresceu numa família abastada e fez parte dos seus estudos nos Estados Unidos. Quando regressou à Nicarágua casou com Pedro Chamorro, celebre jornalista que herdara da família o jornal ‘La Prensa’. Como o jornal apresentava críticas a ditadura vigente de Anastasio Somoza, Pedro esteve várias vezes preso ou exilado. Em 1978 foi assassinado por ordens do ditador, que estava prestes a ser derrubado pela Frente Sandinista, um grupo político de esquerda.

Carreira política

Desde 1979, quando a Frente Sandinista de Libertação Nacional depôs o ditador Anastasio Somoza, a Nicarágua vivia à beira de um colapso econômico, castigada por uma guerra civil entre os defensores do socialismo e os contras, como a guerrilha antissandinista apoiada pelos Estados Unidos, que fazia oposição ao regime revolucionário, os nicaraguenses elegeram Violeta Chamorro em 26 de fevereiro de 1990, para um mandato de seis anos na Presidência. A escolha apontava para um processo delicado de transição política. Violeta Chamorro é viúva de um jornalista assassinado pela polícia de Somoza. Ela deixara o movimento socialista para integrar a oposição, sendo indicada candidata da União Nacional de Oposição, coalizão de 14 partidos que abrigava de conservadores a comunistas.

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Morte

Imagem: EC - Audiovisual Service · BY · Openverse

Morreu no dia 14 de junho de 2025, vítima de complicações de um Acidente Vascular Cerebral sofrido em 2018.

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Fontes consultadas

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