Chaebol
Um chaebol é um grande conglomerado industrial que é administrado e controlado por uma família na Coreia do Sul. Um chaebol geralmente consiste em muitas afiliadas diversificadas, controladas por uma pessoa ou grupo de pessoas cujo poder sobre o grupo frequentemente excede a autoridade legal. Várias dezenas de grandes grupos corporativos controlados por famílias sul-coreanas se enquadram nessa definição.
Até o início da década de 1960, a economia da Coreia do Sul era predominantemente agrícola, no entanto, em 16 de maio de 1961, ocorreu um golpe de estado, liderado por Park Chung-hee, que seria a principal liderança do país até o seu assassinato em 26 de outubro de 1979. Nesse período, ocorreu uma rápida industrialização, por meio do fortalecimento de grandes empresas. O primeiro plano econômico quinquenal, iniciado em 1962, estabeleceu a política industrial para novos investimentos, que fortaleceu os chaebols por meio da concessão de garantias para a obtenção de empréstimos bancários externos. Desse modo, os chaebols desempenharam um papel fundamental no desenvolvimento de novas indústrias exportadoras, ajudando a Coreia do Sul a se tornar um dos Quatro Tigres Asiáticos. A cooperação entre o governo e os chaebols foi essencial para o forte crescimento econômico durante os planos quinquenais. A diretriz era impulsionar o desenvolvimento da indústria pesada e da substituição de importações. No entanto, a industrialização liderada pelos chaebols fortaleceu a concentração das atividades economicamente lucrativas nas mãos de um número limitado de grupos empresariais.
Os keiretsus são o tipo de grupos empresarial que predomina no Japão, dentre as diferenças os dois tipos de grupos empresariais, podem-se citar que:
Após crise financeira asiática de 1997, o Fundo Monetário Internacional (FMI) condicionou a concessão de um empréstimo de resgate de 60 bilhões dólares à reformas nos "chaebols". Tais reformas incluíram:


