Carlos I, Conde de Hesse-Cassel
Carlos I de Hesse-Cassel foi conde de Hesse-Cassel de 1670 até à morte.
Carlos era o quarto filho do conde Guilherme VI de Hesse-Cassel e da marquesa Edviges Sofia de Brandemburgo. Entre os seus irmãos estava a condessa Carlota Amália de Hesse-Cassel, esposa do rei Cristiano V da Dinamarca, o condeGuilherme VII de Hesse-Cassel e o conde Filipe de Hesse-Philiippsthal. Os seus avós paternos eram o conde Guilherme V de Hesse-Cassel e a condessa Amália Isabel de Hanau-Münzenberg. Os seus avós maternos eram o príncipe-eleitor Jorge Guilherme de Brandemburgo e a condessa Isabel Carlota do Palatinado.
Após a morte prematura do seu pai e irmão mais velho, Carlos tornou-se conde de Hesse-Cassel, mas a sua mãe foi sua regente até 1675. Depois Carlos governou nos cinquenta e cinco anos que se seguiram. Durante o seu reinado, Cassel recuperou-se mais rapidamente da Guerra dos Trinta Anos do que outras regiões da Alemanha. Construiu um exército considerável que alugou a preços altos durante a Guerra de Sucessão Espanhola. Após a revogação do Édito de Fontainebleau em 1685, Carlos recebeu vários huguenotes expulsos de França, oferecendo-lhes liberdade de culto, o que levou a que cerca de quatro mil huguenotes se instalassem em Cassel. Também cimentou uma indústria de metal e tinha um grande interesse por arqueologia.
Carlos casou-se com a sua prima direita, a duquesa Maria Amália da Curlândia no dia 21 de maio de 1673. O casal teve quinze filhos:
