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Neil Armstrong

Neil Alden Armstrong foi um engenheiro aeroespacial, aviador naval, piloto de teste, astronauta e professor norte-americano, eternizado como o primeiro ser humano a pisar na Lua em 1969. Sua jornada começou com estudos de engenharia na Universidade Purdue, seguindo para a Marinha dos Estados Unidos em 1949, onde se tornou aviador naval e lutou na Guerra da Coreia. Após o serviço militar, completou seu bacharelado e atuou como piloto de testes na Estação de Voo de Alta-Velocidade da Base Aérea Edwards, pilotando diversas aeronaves, incluindo o North American X-15 por sete vezes. Armstrong também participou de programas espaciais da Força Aérea, como o Man in Space Soonest e o X-20 Dyna-Soar, pavimentando seu caminho para a história da exploração espacial.

Fonte: Wikipédia (pt)Texto didático por IAAtualizado em 11/10/2026

Pontos-chave

  • Neil Armstrong foi o primeiro ser humano a pisar na Lua em 1969.
  • Sua carreira incluiu engenharia aeroespacial, aviação naval, pilotagem de testes e astronauta.
  • Participou da Guerra da Coreia e voou o North American X-15 sete vezes como piloto de teste.
  • Foi selecionado para programas espaciais militares antes de se juntar à NASA.
  • Após a Apollo 11, tornou-se professor e atuou em comissões da NASA e diretorias de empresas.
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Infância e o Amor por Voar

Imagem: jurvetson · BY · Openverse

Nascido em 5 de agosto de 1930, em uma fazenda perto de Wapakoneta, Ohio, Neil Alden Armstrong era o filho mais velho de Stephen Koenig Armstrong e Viola Louise Engel. De ascendência alemã, escocesa e irlandesa, sua família mudou-se frequentemente por Ohio devido ao trabalho de seu pai como auditor. O fascínio de Armstrong por voar começou cedo, aos dois anos, ao assistir à Corrida Aérea de Cleveland, e se solidificou aos cinco ou seis, com seu primeiro voo em um Ford Trimotor. Em 1944, a família retornou a Wapakoneta, onde Neil estudou no Colégio Blume e fez aulas de voo, obtendo seu certificado de estudante de voo e realizando seu primeiro voo solo aos dezesseis anos, antes mesmo de ter carteira de motorista. Foi um Escoteiro Águia e, já adulto, foi homenageado com os prêmios de Águia Escoteira Distinta e Búfalo Prateado. Durante a viagem à Lua em 1969, ele saudou os escoteiros e levou uma insígnia escoteira consigo ao espaço.

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Serviço na Marinha dos EUA

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Em 26 de janeiro de 1949, Armstrong foi convocado para a Marinha, iniciando seu treinamento de voo na Base Aeronaval de Pensacola, Flórida. Após ser aprovado nos exames médicos, tornou-se aspirante de marinha em 24 de fevereiro. Seu primeiro voo solo foi em 9 de setembro de 1949, a bordo de um North American SNJ. Em 2 de março de 1950, realizou seu primeiro pouso em porta-aviões no USS Cabot, um feito que ele comparou ao seu primeiro voo solo. Transferido para a Base Aérea de Corpus Christi, Texas, treinou em um Grumman F8F Bearcat, culminando em um pouso no USS Wright. Em 16 de agosto, foi qualificado como aviador naval, com sua formatura em 23 de agosto de 1950. Seu primeiro posto foi no Esquadrão de Frota de Serviço Aéreo em San Diego, Califórnia. Em 27 de novembro de 1950, juntou-se ao VF-51, um esquadrão a jato, tornando-se seu oficial mais jovem. Em 5 de janeiro de 1951, fez seu primeiro voo a jato em um Grumman F9F Panther. Promovido a alferes em 5 de junho, realizou seu primeiro pouso a jato em porta-aviões, no USS Essex, dois dias depois. O VF-51 partiu para a Coreia a bordo do Essex em 28 de junho, atuando como caças-bombardeiros durante a Guerra da Coreia, após treinamento no Havaí.

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Formação Acadêmica

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Após seu serviço na Marinha, Armstrong retornou à Universidade Purdue. Suas notas, que antes eram boas, mas não excepcionais, melhoraram, elevando sua média para 4,8 de 6,0. Ele se juntou à fraternidade Phi Delta Theta, morando em sua república estudantil. Demonstrou seu lado criativo ao escrever e codirigir dois musicais estudantis: uma versão de 'Branca de Neve e os Sete Anões' e 'The Land of Egelloc'. Também presidiu o Clube de Aviação de Purdue, pilotando as aeronaves do clube no Aeroporto Aretz. Em 1954, sofreu um pouso forçado que danificou um Aeronca. Armstrong também tocou barítono na banda marcial de Purdue, sendo feito membro honorário da fraternidade nacional Kappa Kappa Psi dez anos depois. Ele se formou em janeiro de 1955 com um bacharelado em engenharia aeroespacial e, cinco anos depois, completou seu mestrado em engenharia aeroespacial pela Universidade do Sul da Califórnia. Posteriormente, recebeu doutorados honorários de diversas universidades.

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Carreira como Piloto de Teste

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Logo após se formar em Purdue, Armstrong tornou-se um piloto de teste de pesquisas experimentais. Ele se candidatou à Estação de Voo de Alta-Velocidade do Comitê Nacional para Aconselhamento sobre Aeronáutica (NACA), na Base Aérea Edwards. Inicialmente, foi designado para o Laboratório Lewis de Propulsão de Voo, em Cleveland, onde fez seu primeiro voo de teste em 1º de março de 1955. Dois meses depois, uma vaga surgiu na Estação de Voo de Alta-Velocidade, onde ele começou em 11 de julho de 1955. No seu primeiro dia, pilotou aviões de perseguição durante lançamentos de aeronaves experimentais. Em 22 de março de 1956, Armstrong, no posto à direita de um Boeing B-29 Superfortress, enfrentou um incidente quando o motor número quatro falhou durante a ascensão para nove mil metros, e a hélice começou a girar livremente. Com o comandante Stan Butchart, eles conseguiram lançar o Douglas D-558-2 Skyrocket, mesmo com a hélice se desintegrando e danificando outros motores. Forçados a desligar três motores, realizaram uma descida longa e circular, pousando em segurança usando apenas um motor.

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A Jornada para se Tornar Astronauta

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Em junho de 1958, Armstrong foi selecionado para o programa Man in Space Soonest da Força Aérea dos EUA, mas o financiamento foi cancelado em agosto, sendo substituído pelo Projeto Mercury da NASA. Como piloto de teste civil, ele não era elegível para o Projeto Mercury, que era restrito a pilotos militares. Em novembro de 1960, foi escolhido como consultor para o X-20 Dyna-Soar, um programa espacial militar da Boeing, e em 15 de março de 1962, foi selecionado como um dos sete pilotos-engenheiros para voar o X-20. Em abril de 1962, a NASA abriu candidaturas para um segundo grupo de astronautas para o Projeto Gemini, desta vez incluindo pilotos de teste civis qualificados. Armstrong se candidatou em 4 de junho, uma semana após o prazo, mas sua candidatura foi discretamente adicionada à pilha por Dick Day, um especialista em simulação de voo. Em junho, na Base Aérea Brooks, ele passou por exames médicos rigorosos, descritos por muitos como dolorosos e, por vezes, sem sentido.

Programa Gemini: Preparação para o Espaço

Em 8 de fevereiro de 1965, Armstrong e Elliot See foram anunciados como a equipe reserva para a missão Gemini V, com Armstrong como comandante e See como piloto. A tripulação primária era composta por Gordon Cooper e Pete Conrad. O objetivo da missão era praticar encontros espaciais e desenvolver procedimentos e equipamentos para um voo de longa duração de sete dias, essenciais para futuras missões lunares. Devido a outros voos em preparação (Gemini III e Gemini IV) e a seis tripulações competindo por espaço, a Gemini V foi adiada. A missão decolou em 21 de agosto, com Armstrong e See assistindo ao lançamento em Cabo Kennedy antes de voarem para o Centro de Espaçonaves Tripuladas em Houston. Apesar de um problema nas células de combustível que impediu o encontro real, a missão foi um sucesso geral, com Cooper e Conrad praticando um 'encontro fantasma' e realizando manobras de encontro sem um alvo.

Programa Apollo: A Tragédia da Apollo 1

Em 27 de janeiro de 1967, data do trágico incêndio da Apollo 1, Armstrong estava em Washington, D.C., junto com outros astronautas como Cooper, Gordon, Lovell e Scott Carpenter, para a assinatura do Tratado do Espaço Sideral das Nações Unidas. Após conversarem com dignitários até as 18h45min, Carpenter partiu para o aeroporto, enquanto os demais retornaram ao hotel, onde cada um encontrou uma mensagem instruindo-os a ligar para o Centro de Espaçonaves Tripuladas. Foi durante essas ligações que eles souberam das mortes de Gus Grissom, Edward White e Roger Chaffee. Armstrong e o restante do grupo passaram o resto da noite discutindo o ocorrido e lamentando a perda de seus colegas.

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Vida Pós-Apollo: Legado e Reclusão

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Pouco depois da Apollo 11, Armstrong anunciou que não planejava retornar ao espaço. Ele assumiu o cargo de Vice-Administrador Associado para aeronáutica no Escritório de Pesquisa e Tecnologia Avançada da ARPA por um ano, antes de renunciar à NASA em 1971. Aceitou então uma posição de professor no Departamento de Engenharia Aeroespacial da Universidade de Cincinnati, escolhendo-a por seu pequeno departamento aeroespacial, esperando que seu mestrado (concluído após a Apollo 11 com um relatório sobre a missão, em vez de uma tese) fosse aceito. Sua vida pós-NASA também incluiu participações em comissões e diretorias de empresas.

Professor Universitário

Armstrong anunciou logo após a Apollo 11 que não pretendia voltar ao espaço. Ele foi nomeado Vice-Administrador Associado para aeronáutica no Escritório de Pesquisa e Tecnologia Avançada da ARPA, cargo que ocupou por um ano antes de renunciar a ele e à NASA em 1971. Aceitou um posto de professor no Departamento de Engenharia Aeroespacial na Universidade de Cincinnati, preferindo-a a outras instituições, incluindo sua alma mater Purdue, devido ao seu pequeno departamento aeroespacial. Armstrong esperava que a equipe docente não se incomodasse por ele ter se tornado professor com apenas um mestrado, que havia começado anos antes na Edwards e só foi concluído após a Apollo 11, com a apresentação de um relatório sobre vários aspectos da missão Apollo, em vez de uma tese sobre simulação de voo supersônico.

Comissões da NASA e Investigações

Em 1970, Armstrong participou da investigação, liderada por Edgar Cortright, sobre o acidente e aborto da alunissagem da Apollo 13. Ele elaborou uma cronologia detalhada de todo o voo. A investigação apontou que um interruptor de termostato de 28 Volts no tanque de oxigênio foi supostamente substituído por uma versão de 65 Volts, o que levou à explosão. Cortright recomendou o redesenho completo do tanque, a um custo de quarenta milhões de dólares. Muitos gerentes da NASA, incluindo Armstrong, se opuseram a essa recomendação, argumentando que o problema era o interruptor, não o tanque em si. Apesar da oposição, a recomendação de redesenho do tanque foi acatada.

Outras Atividades Profissionais

Após deixar a NASA, Armstrong atuou como porta-voz para diversas empresas, começando com a Chrysler em janeiro de 1979, pois acreditava na engenharia da empresa e em sua situação financeira difícil. Ele também foi porta-voz para a General Time Corporation e a Bankers Association of America, trabalhando exclusivamente para empresas norte-americanas. Além disso, fez parte do conselho de diretores de várias companhias. A primeira foi a Gates Learjet, onde presidiu o comitê técnico, pilotando seus jatos novos e experimentais e estabelecendo um novo recorde de altitude para jatos comerciais. Em 1973, juntou-se à diretoria da Cincinnati Gas & Electric Company, interessada em energia nuclear e em aumentar sua competência técnica. Também serviu como diretor da Taft Broadcasting. Em 1989, após a Comissão Rogers, integrou a diretoria da Thiokol, sucessora da Morton-Thiokol, cujos propulsores de combustível sólido foram a causa da destruição do ônibus espacial Challenger. Após deixar a Universidade de Cincinnati, tornou-se presidente da Cardwell International Ltd., fabricante de máquinas de perfuração. Também atuou nas diretorias de empresas aeroespaciais, como a United Airlines (1978) e a Eaton Corporation (1980). Em 1989, foi convidado a presidir o conselho de diretores da AIL Systems, uma subsidiária da Eaton, cargo que manteve até se aposentar em 2002. De 1992 a 2002, foi presidente da empresa de aviônicos AIL Technologies.

A Percepção de Reclusão

No final de sua vida, Armstrong manteve uma grande discrição, o que gerou a crença popular de que ele era recluso. Ele recusava a maioria dos pedidos de entrevistas e fazia pouquíssimas aparições públicas. Michael Collins, seu colega na Apollo 11, comentou que, quando Armstrong se mudou para uma fazenda de gado para ser professor universitário, foi como se ele tivesse 'recuado para seu castelo e levantado a ponte levadiça'. O próprio Armstrong achava isso divertido, afirmando que 'aqueles de nós que vivem no interior pensam que as pessoas que vivem dentro da capital são as que têm problemas'. No entanto, o historiador espacial Andrew Chaikin argumentou que Armstrong mantinha a discrição em sua vida pessoal, mas não era recluso, citando suas participações em entrevistas, comerciais para a Chrysler e aparições em programas de televisão.

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Vida Pessoal e Crenças

Imagem: jurvetson · BY · Openverse

A família de Armstrong o descreveu como um 'herói americano relutante'. John Glenn, o primeiro americano no espaço, notou sua humildade, que permaneceu inalterada antes e depois de seu voo lunar. Ao contrário de outros ex-astronautas que buscaram carreiras políticas, Armstrong recusou abordagens de ambos os partidos, descrevendo suas opiniões como favoráveis aos direitos estaduais e contra os EUA atuarem como 'policial do mundo'. Na década de 1950, ao se candidatar para liderar um grupo de escoteiros em uma Igreja Metodista, ele descreveu sua afiliação religiosa como 'deísta', o que preocupava sua mãe, que era mais religiosa. Na década de 1980, foi alvo de um boato de que havia se convertido ao islamismo após supostamente ouvir o azan (chamado muçulmano para a oração) na Lua. Este boato, que inspirou uma canção indonésia, ressurgiu ocasionalmente, levando o Departamento de Estado dos EUA a emitir mensagens em 1983 afirmando que Armstrong 'não se converteu ao islã'. Parte da confusão pode ter vindo da coincidência entre o nome de sua cidade, Lebanon, e o país Líbano, de maioria muçulmana.

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Falecimento e Homenagens

Imagem: NASA Goddard Photo and Video · BY · Openverse

Em 7 de agosto de 2012, Armstrong passou por uma cirurgia de ponte de safena para desbloquear suas artérias coronárias. Embora inicialmente se recuperasse bem, ele desenvolveu complicações no hospital e faleceu em 25 de agosto de 2012, em Cincinnati, aos 82 anos. A Casa Branca o descreveu como 'entre os maiores heróis americanos – não apenas de seu tempo, mas de todos os tempos', destacando que ele carregou as aspirações dos cidadãos dos Estados Unidos e entregou 'um momento de realização humana que nunca será esquecido'. Buzz Aldrin o chamou de 'um verdadeiro herói americano e o melhor piloto que já conheci', lamentando que os três astronautas da Apollo 11 não poderiam celebrar os cinquenta anos da alunissagem juntos. Michael Collins afirmou: 'Ele era o melhor e sentirei muito sua falta'. Charles Bolden, administrador da NASA, declarou que 'Enquanto existirem livros de história, Neil Armstrong será incluído neles, lembrado por realizar o primeiro pequeno passo da humanidade em um mundo além do nosso'.

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Um Legado de Conquistas

Imagem: NASA HQ PHOTO · BY-NC-ND · Openverse

Neil Armstrong recebeu inúmeros prêmios e honrarias ao longo de sua vida. Em 1969, foi agraciado com a Medalha Presidencial da Liberdade pelo presidente Nixon, a Medalha Geográfica Cullum da Sociedade Geográfica Americana e o Troféu Collier da Associação Aeronáutica Nacional. Em 1970, recebeu a Medalha de Serviço Distinto da NASA e o Troféu Memorial Dr. Robert H. Goddard do Clube Espacial Nacional. O Prêmio Sylvanus Thayer da Academia Militar dos Estados Unidos veio em 1971, seguido pela Medalha de Honra Espacial do Congresso, concedida pelo presidente Jimmy Carter em 1978. Em 2001, recebeu o Troféu Memorial Irmãos Wright da Associação Aeronáutica Nacional e, em 2011, a Medalha de Ouro do Congresso. Armstrong, Collins e Aldrin foram os recipientes da Medalha de Ouro Langley do Instituto Smithsoniano em 1999. Em 18 de abril de 2006, venceu o Prêmio Embaixador da Exploração da NASA. A Fundação Espacial o nomeou em 2013 como recipiente do Prêmio Realização de Obra Espacial General James E. Hill. Ele foi introduzido no Hall da Honra Aeroespacial, no Quadro de Honra da Aviação Nacional e no Hall da Fama dos Astronautas dos Estados Unidos. Em 10 de março de 2010, recebeu seu distintivo de Astronauta Naval em uma cerimônia a bordo do porta-aviões USS Dwight D. Eisenhower, com a presença de Lovell e Cernan.

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Fontes consultadas

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