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BRT de Campinas

O BRT de Campinas, é um sistema de transporte rápido por ônibus em operação no município de Campinas, São Paulo. Embora tendo iniciado a operação em 25 de novembro de 2022, o sistema somente tornou-se totalmente operacional em 25 de abril de 2025, quando passou a funcionar a parte BRT do Terminal Ouro Verde.. O BRT de Campinas conta atualmente com uma rede de 36,6 km distribuída por três corredores, 7 terminais BRT, 27 estações BRT e 10 paradas BRS, com embarque convencional à esquerda. Parte das linhas também opera no Corredor Central, conjunto de avenidas que circunda o Centro da cidade, com embarque/desembarque convencional pelo lado direito. Em 2026 começaram as obras de transformação do trecho do Corredor Central em Corredor BRT.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 21/07/2026
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História

A cidade de Campinas, com 1.200.015 de habitantes, outrora dispôs de um sistema de transporte público de massa: entre 1879 e 1968, a cidade possuiu um sistema de transporte por bondes que chegou a ter 14 linhas com 57 km de extensão total, inicialmente com tração animal que depois foi eletrificado. No entanto, a cidade foi se expandindo e as limitações técnicas (via singela) começaram a criar conflitos com o trânsito crescente, entre outras questões, fizeram que a Companhia Campineira de Transportes Coletivos (CCTC), empresa do Grupo Cometa, que operou o sistema de transporte da cidade num regime comparável ao de um monopólio, levaram à extinção do transporte sobre trilhos em 24 de maio de 1968. Em 1974, foi implantada uma linha turística de pouco mais de 3km em torno da Lagoa do Taquaral, em operação até a atualidade. Em meados da década de 1980 projetou-se um sistema que usaria trólebus em um corredor troncalizado na Avenida das Amoreiras, com um corredor em parte de seu percurso. O corredor foi concluído em 1988 mas o sistema de trólebus não chegou a ser implantado. Em 1990, o então governador de São Paulo e ex-prefeito de Campinas, Orestes Quércia, anunciou a implantação de um sistema de veículo leve sobre trilhos (VLT), conhecido como VLT de Campinas, que funcionou de 1991 a 1995 e deixou de operar após operar seguidamente dando prejuízo e por levar apenas 3 000 passageiros por dia, quando sua capacidade projetada diária era de 120 000 passageiros. Após a desativação do sistema, o leito e as construções foram abandonados e depredados. Após muitos anos de abandono, em 2009 os trilhos e dormentes da linha foram retirados pela América Latina Logística e levados para Maceió, onde foram utilizados no sistema de VLT da cidade.

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Linhas

As linhas que operam no sistema são as seguintes:

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Características

Dados da apresentação sobre o sistema em agosto de 2018:

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Licitações

Em 2015 foi finalizado o projeto básico. Assim, a construção do projeto foi dividida da seguinte forma: Em março de 2023 foi publicado o aviso da licitação do lote 4 do corredor Ouro Verde pela prefeitura de Campinas. Em 19 de maio foi concluída a licitação. Em 2026 foi realizada a concorrência para realização de obras com implantação de pavimento rígido (concreto) e construção de estações no Corredor Central e no Terminal Central.

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Fontes consultadas