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Bringing Down the House

Bringing Down the House é um filme de comédia romântica americano de 2003, dirigido por Adam Shankman e estrelado por Steve Martin e Queen Latifah, com Eugene Levy, Jean Smart e Joan Plowright nos demais papéis principais. O filme acompanha Peter Sanderson, um advogado solitário que conhece uma mulher num chat e acaba descobrindo que ela fugiu da prisão para provar sua inocência, passando a causar transtornos em sua vida de classe alta. Bringing Down the House foi lançado em 7 de março de 2003 pela Touchstone Pictures e distribuído pela Buena Vista Pictures.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 19/07/2026
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Enredo

Peter Sanderson (Steve Martin) é um advogado tributário workaholic, divorciado de sua esposa Kate (Jean Smart) e muitas vezes ocupado demais para ficar com seus filhos, Sarah (Kimberly J. Brown) e Georgie (Angus T. Jones). Solitário, Peter entra em um chat da internet e inicia uma conversa online com uma suposta advogada chamada Ivy League. Ele fica chocado ao descobrir que a "mulher de seus sonhos" é na verdade Charlene Morton (Queen Latifah), uma ex-presidiária negra, que está em liberdade condicional e precisa de alguém que a ajude a provar sua inocência num caso de assalto à mão armada que ela nega ter cometido. Inicialmente, Peter se nega a ajuda-lá, mas Charlene o chantageia e afirma que não sairá de sua vida enquanto ele não resolver seu caso. Ela também desperta a louca paixão de Howie (Eugene Levy), o melhor amigo de Peter. Tendo que conviver com Charlene, já que ela não desistirá do que quer, Peter descobre afinidades até então desconhecidas, e ambos aprenderão a enxergar as qualidades um do outro de forma mais nítida, desenvolvendo uma profunda e bela amizade.

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Recepção

Imagem: On Location in Los Angeles · BY-NC-ND · Openverse

Após seu lançamento, em 2003, o filme recebeu comentários mistos e negativos dos críticos. No agregador de resenhas Rotten Tomatoes o filme tem uma aprovação de 34% com base de 148 avaliações críticas. De acordo com o site, o consenso crítico do filme diz: "Embora o elenco brilhe, eles não podem salvar esta comédia, que é excessivamente inventada e cheia de piadas raciais desatualizadas e ofensivas". Na opinião do jornalista Pedro Butcher,[nota 1] o roteiro não se preocupa em apresentar uma "convivência racial pacífica em nome do politicamente correto", apresentando os piores preconceitos, com personagens reacionários.

Bilheteria

Com um orçamento de US $ 35 milhões, o filme se tornou uma surpresa. Ele arrecadou $ 132.600.000 nos Estados Unidos e uma bruta internacional de $ 32 milhões, elevando seu total mundial para $ 164.600.000

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Fontes consultadas

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