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Brad Pitt

William Bradley "Brad" Pitt, é um ator e produtor norte-americano. É vencedor de diversos prêmios entre os quais dois Oscars, dois Globos de Ouro, dois Screen Actors Guild e um BAFTA por atuação, e um Oscar, um BAFTA e dois Emmy como produtor; é citado um dos mais bem pagos atores de Hollywood.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 12/07/2026
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Início de vida

William Bradley Pitt nasceu em Shawnee, Oklahoma. É filho de William Alvin Pitt, ex-presidente de uma empresa de transporte rodoviário, e Jane Etta (sobrenome de solteira Hillhouse), secretária de uma escola. Poucos anos após seu nascimento, Pitt, seus pais e seus irmãos mais novos, Douglas Pitt (nascido em 1966) e Julie Neal (nascida em 1969), mudaram-se para Springfield, Missouri. O ator é descendente de ingleses, cherokees, seminoles, escoceses, galeses, norte-irlandeses, irlandeses e alemães. Nascido em uma família conservadora, foi criado na Convenção Batista do Sul, mas já afirmou que "não tem um ótimo relacionamento com a religião" e que "está entre o agnosticismo e o ateísmo". Pitt descreveu Springfield como "[um] país de Mark Twain e de Jesse James", tendo crescido com "muitas colinas e lagos em volta". Pitt frequentou o Colégio Kickapoo, onde foi membro das equipes de golfe, natação e tênis. Também participou dos clubes dos oradores, dos de debates escolares e dos musicais. Após sua formatura no ensino médio, inscreveu-se na Universidade do Missouri em 1982, com especialização em jornalismo e publicidade, na qual foi membro da fraternidade Sigma Chi, participado em muitos eventos da organização. Ao passo que a formatura se aproximava, Pitt não se sentia pronto para seguir a profissão. Ele amava filmes — e considerou-os "um portal para mundos diferentes" —, mas como essas produções não eram feitas em Missouri, decidiu ir para onde elas eram feitas. Duas semanas antes de receber seu diploma, ele saiu da universidade e mudou-se para Los Angeles, onde teve aulas de teatro e trabalhou em diferentes lugares.

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Carreira

1987–1993: Primeiros trabalhos

Enquanto lutava para estabelecer-se em Los Angeles, Pitt teve aulas particular de teatro com o professor britânico Roy London, e teve vários biscates, trabalhando por um tempo como motorista e depois de "vestir-se de mascote" para a rede de restaurante "El Pollo Loco" para pagar suas aulas. Sua carreira de ator começou em 1987, fazendo pequenas pontas sem aparecer nos créditos finais nos filmes No Way Out, No Man's Land e Less Than Zero. Sua estreia na televisão foi em maio do mesmo ano com um papel convidado em dois episódios na soap opera Another World. Em novembro do mesmo ano, Pitt teve uma aparição convidada na sitcom Growing Pains. Ele apareceu em quatro episódios da série de televisão Dallas, entre dezembro de 1987 a fevereiro de 1988, como Randy, o namorado de Charlie Wade. Posteriormente, em 1988, fez uma aparição no drama policial da Fox 21 Jump Street.

1994–1998: Sucesso crítico

O ano de 1994 marcou um grande avanço na carreira de Pitt. Seu primeiro filme no ano foi Interview with the Vampire: The Vampire Chronicles, baseado no livro homônimo da escritora Anne Rice, estrelando como o vampiro Louis de Pointe du Lac, ao lado de Tom Cruise, Kirsten Dunst, Christian Slater e Antonio Banderas. Apesar de ganhar dois MTV Movie Awards na cerimônia de 1995, seu desempenho foi mal recebido. De acordo com o Dallas Observer, "Pitt ... é uma grande parte do problema [no filme]. Quando os diretores mostram seu lado arrogante, sombrio e folclórico ... é divertido assisti-lo. Mas não há nada que insinua seu sofrimento interior ou mesmo a autoconsciência, o que o torna Louis um chato".

1999–2003: Reconhecimento internacional

Em 1999, Pitt ganhou o papel de Tyler Durden no filme Fight Club, uma adaptação cinematográfica do romance homônimo de Chuck Palahniuk, dirigido por David Fincher. Para interpretar o papel, ele tomou aulas de boxe, taekwondo e grappling, e também permitiu que fosse quebrado um pouco de seus dentes da frente, que foram restaurados ao termino das filmagens. Durante a divulgação, o ator disse que o objetivo do filme não foi necessariamente incentivar a agressão pessoal, mas foi "ter uma experiência de como si se sairia numa luta." Fight Club estreou no Festival Internacional de Cinema de Veneza de 1999. Apesar das reações polarizadas dos críticos, o desempenho de Pitt foi amplamente elogiado. Paul Clinton, da CNN, destacou a natureza arriscada e bem sucedida do filme, enquanto Variety comentou sobre a capacidade de Pitt de ser "legal, carismático e mais dinamicamente físico, talvez do que ... seu papel revelação em Thelma and Louise". Apesar de não atingir às expectativas do estúdio nas bilheteiras, Fight Club tornou-se um filme cult após o lançamento em DVD em 2000.

2004–2018: Sucesso comercial

Pitt teve dois grandes papéis no cinema em 2004. Estrelando primeiramente o épico Troy, baseado na Ilíada, como Aquiles. O ator passou seis meses de treinamento com espadas antes das filmagens, e durante as gravações, sofreu uma lesão no tendão de Aquiles, atrasando-as por várias semanas. Com uma arrecadação mundial de 497 milhões de dólares, Troia foi o maior sucesso de sua carreira até então. Para o The Washington Times, Stephen Hunter afirmou que Pitt se destacou num papel tão exigente. Troia foi o primeiro filme produzido pela Plan B Entertainment, uma empresa de produção cinematográfica que Pitt havia fundada dois anos antes com Jennifer Aniston e Brad Gray, CEO da Paramount Pictures. Posteriormente, retornou como Rusty Ryan na sequência Ocean's Twelve, que angariou 362 milhões de dólares. Sua dinâmica com Clooney foi descrita por Paul Clinton, da CNN, como "a melhor química masculina desde Paul Newman e Robert Redford [referindo-se aos desempenhos de ambos em Butch Cassidy and the Sundance Kid]".

2019–presente: Once Upon a Time in Hollywood e projetos futuros

Em 2019, Pitt estrelou o épico Ad Astra, no qual ele interpreta Roy McBride, um engenheiro espacial que viaja pelo interior de um sistema solar sem lei para encontrar seu pai desaparecido, interpretado por Tommy Lee Jones, e fez Cliff Booth, um dublê, ao lado de Leonardo DiCaprio, no filme Once Upon a Time in Hollywood, pelo qual foi elogiado pela crítica e ganhou, em 2020, seu segundo Globo de Ouro de Melhor Ator Coadjuvante, BAFTA, Critics' Choice, Screen Actors Guild e Oscar, sendo esta sua primeira estatueta por atuação. Ainda em 2020, foi indicado ao Emmy de Melhor Ator Convidado em Série de Comédia por sua participação no Saturday Night Live, onde interpretou o médico Anthony Fauci.

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Causas humanitárias e políticas

Pitt colaborou com diversas causas e instituições de caridade ao longo de sua carreira. Em outubro de 2004, visitou o campus da Universidade do Missouri para encorajar os estudantes a participarem da eleição presidencial nos Estados Unidos em 2004, na qual ele apoiou John Kerry. No mesmo mês, o ator apoiou publicamente o financiamento público para a pesquisa de células-tronco embrionárias e também apoiou a Proposição 71, uma iniciativa de votação destinada a fornecer financiamento do governo estadual para a pesquisa com essas células. "Nós temos que nos certificar de que abrimos esses caminhos para que nossos melhores e mais brilhantes [pesquisadores] possam encontrar as curas que eles acreditam se possível", disse. Pitt apoia a ONE Campaign, uma organização destinada a combater a AIDS e a pobreza nos países em desenvolvimento. Ele narrou a série de televisão Rx for Survival: A Global Health Challenge (2005), do Serviço Público de Radiodifusão, que aborda problemas de saúde atuais ao redor do globo. No ano seguinte, Pitt e Angelina Jolie voaram para o Haiti, onde visitaram uma escola financiada pela Yéle Haïti, uma instituição de caridade fundada pelo músico haitiano Wyclef Jean. Em maio de 2007, Pitt e Jolie doaram um milhão de dólares a três organizações no Chade e no Sudão dedicadas às pessoas afetadas pelo conflito na região de Darfur. Junto com Clooney, Matt Damon, Don Cheadle, David Pressman e Jerry Weintraub, Pitt é um dos fundadores da Not On Our Watch, uma organização que tenta chamar a atenção dos meios de comunicação para parar e prevenir "atrocidades em massa", como ocorreu em Darfur.

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Vida pessoal

Pitt é filho de William Alvin Pitt com Jane Etta, e irmão de Douglas Pitt e Julie Neal. O ator afirmou que ultimamente tem vivido distante de sua família e que ela se encontra dividida entre Los Angeles, Nova Orleans e Luisiana. Em março de 2009, quando se encontrou com o até então presidente Barack Obama para coordenar um projeto relacionado à reconstrução da cidade de Nova Orleans, descobriu-se que ambos são primos em nono grau, conectados através de Edwin Hickmann, um policial do estado da Virginia, que morreu em 1769. Em julho de 2022, Pitt comprou um casarão histórico à beira-mar, localizado na Califórnia, por 40 milhões de dólares.

Relacionamentos e casamentos

A vida pessoal de Pitt sempre foi destaque na mídia. No final da década de 1980 e início da de 1990, Pitt esteve envolvido romanticamente com muitas de suas co-estrelas, incluindo Robin Givens (Head of the Class), Jill Schoelen (Cutting Class) e Juliette Lewis (Too Young to Die? e Kalifornia). Além disso, ele teve um romance e noivado muito falado com sua co-estrela do filme Seven, Gwyneth Paltrow, com quem ficou de 1994 a 1997. Pitt conheceu a atriz Jennifer Aniston em 1998 e casou-se com ela numa cerimônia privada em Malibu em 29 de julho de 2000, contratando centenas de seguranças para bloquearem qualquer tentativa de invasão por jornalistas. Apenas uma foto do casamento entrou em conhecimento público. Pouco depois do casamento, Pitt processou a empresa Damiani International, que fez seu anel de casamento, por vender réplicas de seu próprio modelo exclusivo chamado "Brad e Jennifer". Após um acordo, em janeiro de 2002, Pitt desenharia jóias para Damiani e Aniston as modelariam, assim, a empresa deixaria de vender as réplicas. Por alguns anos, o casamento foi considerado um raro sucesso em Hollywood. No entanto, começaram a circular rumores de problemas conjugais, e Pitt anunciou a separação em 7 de janeiro de 2005. Apesar de o casamento ter sido finalizado, Pitt e a atriz Angelina Jolie envolveram-se em um escândalo que atraiu grande atenção da imprensa na mídia quando Jolie era frequentemente referida como "a outra mulher" por causa da química entre eles no filme Mr. & Mrs. Smith. Enquanto ambos negavam acusações de adultério, as especulações continuaram durante 2004 e 2005. Em uma entrevista, Jolie declarou: "Estar intimamente com um homem casado, quando meu próprio pai traiu minha mãe, é algo pelo que eu não me perdoaria. Não poderia olhar para mim mesma no espelho pela manhã se eu fizesse isso. Não me sentiria atraída por um homem que traísse sua esposa".

Filhos

Em 2 de dezembro de 2005, foi anunciado que Pitt tinha iniciado o processo legal de adoção dos dois filhos adotivos de Jolie: Maddox Chivan Jolie, nascido em 2002, no Camboja, e Zahara Marley Jolie, tendo requerido também a mudança dos sobrenome destes de "Jolie" para "Jolie-Pitt", que foi aprovada em 19 de Janeiro de 2006 por um juiz de Santa Mónica, na Califórnia. Em uma tentativa de evitar o alvoroço mediático sem precedentes em torno de seu relacionamento, o casal viajou à Namíbia, onde, no dia 27 de maio, Jolie deu à luz a primeira filha biológica da dupla, Shiloh Nouvel Jolie-Pitt, em Swakopmund. Eles venderam as primeiras fotos de Shiloh através do distribuidor Getty Images, com o objetivo de beneficiar organizações de caridade, em vez de permitir que os paparazzi vendessem as fotografias clandestinamente a preços muito altos. As revistas People e Hello! compraram os direitos americanos e britânicos das imagens por 4.1 e 3.5 milhões de dólares, respectivamente, um recorde no fotojornalismo de celebridades naquela época, e todos os recursos foram doados à UNICEF. O Madame Tussauds de Nova Iorque criou uma figura de cera de Shiloh de dois meses de idade, tornando-se a primeira criança a ser recriada neste museu.

Religião

Apesar de ter tido uma educação religiosa com fundamentos da Igreja Batista, Pitt declarou que na adolescência assistia cerimônias religiosas e sentia o mesmo quando ia a shows de rock e que se descobriu quando começou a questionar a religião. "Não foi uma perda de fé", declarou. Ele afirmou que na época acreditava que podia enfrentar qualquer situação e teve apoio de uma amiga, filha de um pastor metodista, e atribuiu sua falta de fé a seu pai, que o criou "com toda a culpa cristã sobre o que pode e não pode, deve e não deve fazer". O ator se considera 20% ateu e 80% agnóstico, e acredita que a "religião funciona" e que "há consolo nela e a fé é um código pessoal de valores". Em setembro de 2019 Brad Pitt diz que desistiu do ateísmo e que agora 'se apega à religião'. Em outubro de 2019, ele declarou que não relutou em acreditar novamente, mas foi muito duro. "E então eu me vi voltando apenas para acreditar – odeio usar a palavra espiritualidade, mas apenas para acreditar que estamos todos conectados".[carece de fontes?]

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Na mídia

A imagem pública de Pitt está fortemente ligada à sua beleza e ao seu apelo sexual. Muitos meios de comunicação, incluindo People, Cosmopolitan, e Esquire, citaram-no como o Homem Mais Sensual do Mundo. A revista Empire classificou-o em 23.º lugar na lista das "100 Estrelas de Cinema Mais Sensuais de Sempre" realizada em 1995. Repetiu a aparição em 2004, no número quinze, e em 2007, no número sete. Em 1995, a People nomeou-lhe como o Homem Mais Sensual Vivo, ganhando novamente a mesma classificação em 2000. Em outras publicações da mesma revista foi nomeado como uma das cinquenta pessoas mais bonitas em 1995, 1996, 1997, 2004 e 2005, e esteve na edição das cem pessoas mais bonitas do mundo em 2006, 2007, 2008 e 2009, e ainda foi classificado como uma das 25 pessoas mais intrigantes de 1995, 2009, 2010 e 2011. O ator ocupou a décima segunda colocação na lista Hot 100 do portal online LGBT AfterElton.com em 2007. Repetiu a sua aparição nos anos seguintes, sendo votado como o 15.º da lista de 2008, o 18.º em 2009, o 54.º em 2010, 74.º em 2011 e 79.º em 2012. Pitt esteve no Time 100, uma lista das pessoas mais influentes do mundo, publicada pela revista Time, em 2007 e 2009, nesta última, na categoria Builders and Titans. A revista afirmou que ele usa "[seu] poder de estrela para que as pessoas vejam [o que] as câmeras não costumam gravar". No AskMen's Top 49 Men, que lista os homens mais influentes, ficou na 11.ª classificação em 2007, 33.ª em 2008, 21.ª em 2009, e sem ordem específica dos "49 Homens que Estão Mudando o Mundo em que Tu Vives" em 2014. Foi nomeado uma das celebridades mais poderosas do mundo pela revista Forbes nas edições de 2006, 2007 e 2008, no número 20, 5 e 10, respectivamente. Em um estudo científico usando-se a proporção áurea, confirmou-se que Pitt tem o terceiro rosto masculino mais perfeito do mundo, com 90,51 por cento de precisão, ficando atrás apenas de Bradley Cooper, que ficou em segundo lugar, e George Clooney, o primeiro.

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Filmografia

Pitt iniciou sua carreira de ator em 1987, fazendo pontas sem aparecer nos créditos finais nos filmes No Way Out, No Man's Land e Less Than Zero. Nesse mesmo ano estreou na televisão como um convidado em dois episódios na soap opera Another World, continuando em papéis coadjuvantes no cinema e na televisão como em The Dark Side of the Sun, Freddy's Nightmares, Thirtysomething. As perspectivas de sua carreira melhoraram com um papel coadjuvante no filme Thelma and Louise, que deu-lhe definiu como um símbolo sexual. Seus próximos papéis foram em Kalifornia e True Romance. Em 1994, o ator teve dois papéis que alavancaram sua carreira. O primeiro foi em Interview with the Vampire: The Vampire Chronicles, no qual ganhou dois MTV Movie Awards, apesar de seu desempenho ter sido mal recebido pela crítica. O segundo filme foi Legends of the Fall, pelo qual recebeu sua primeira indicação aos Prêmios Globo de Ouro na categoria Melhor Ator em Filme Dramático. Seu próximo filme, Seven, emergiu como um sucesso comercial, arrecadando 327 milhões de dólares na bilheteria mundial, tornando sua maior bilheteria a esse ponto. No filme de ficção científica Twelve Monkeys interpretou Jeffrey Goines, um desempenho que recebeu críticas positivas, que rendeu-lhe o Prêmio Globo de Ouro de Melhor Ator Coadjuvante e recebeu sua primeira indicação ao Oscar na mesma categoria.

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Prêmios e indicações

Ao longo de sua carreira, Pitt foi nomeado e venceu diversos prêmios, notavelmente suas nomeações para o Oscar de Melhor Ator (2009 e 2012), Globo de Ouro de Melhor Ator em Filme Dramático (1995, 2007, 2009 e 2012), seis BAFTA, dois Emmy de Melhor Telefilme e aos Prêmios Screen Actors Guild de Melhor Ator em Cinema em 2009 e 2012. Ele venceu o Oscar de Melhor Filme (em 2014, por ter produzido 12 Years a Slave) e de Melhor Ator Coadjuvante (2020), o Globo de Ouro de Melhor Ator Coadjuvante (1996 e 2020), Prêmio Screen Actors Guild para Melhor Elenco em Cinema (2010) e o BAFTA de Melhor Filme (2014). Pitt foi também nomeado ao MTV Movie & TV Awards por doze vezes e venceu quatro, aos Prêmios Teen Choice por onze, vencendo duas. Ao People's Choice Awards recebeu onze nomeações e quatro vitórias. Em 2020 recebeu o Prêmio David O. Selznick pelo Conjunto da Obra, honraria concedida pelo Sindicato dos Produtores da América.

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Fontes consultadas

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