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BlackBerry

BlackBerry (BB) foi uma marca de dispositivos móveis e serviços relacionados, desenvolvida e mantida originalmente pela empresa canadense Research In Motion até 2016. O primeiro BlackBerry foi o pager bidirecional Inter@ctive Pager 950, lançado na América do Norte em 1999 para a rede Mobitex, mais tarde também para a DataTAC. O aparelho se popularizou pelo funcionamento permanentemente conectado e pela possibilidade de enviar e receber e-mail sem fio. A linha foi uma das primeiras a difundir notificações push e popularizou o teclado móvel QWERTY, que se tornou uma característica da marca.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 07/10/2026
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História

Imagem: jagelado · BY-NC · Openverse

A Research In Motion, fundada em Waterloo, Ontário, desenvolveu primeiro o Inter@ctive Pager 900, anunciado em 18 de setembro de 1996. O aparelho tinha formato flip e permitia troca bidirecional de mensagens. Depois do 900, a empresa criou para a IBM o Inter@ctive Pager 800, do qual a IBM comprou US$ 10 milhões em 4 de fevereiro de 1998. O Inter@ctive Pager 950 foi lançado em 26 de agosto de 1998. O BlackBerry 850, um pager de e-mail lançado em 19 de janeiro de 1999, foi o primeiro aparelho a usar o nome BlackBerry. Tinha a mesma aparência do 950, mas incorporava e-mail, e a denominação Inter@ctive Pager deixou de ser usada nos produtos. O BlackBerry 850 foi apresentado em 1999 como pager bidirecional em Munique, na Alemanha. A plataforma havia sido concebida pela RIM para entregar e-mail por redes sem fio diferentes. O nome BlackBerry foi criado pela empresa de marketing Lexicon Branding. Entre cerca de 40 opções, a escolha recaiu sobre esse nome porque os botões do teclado lembravam os pequenos frutos que compõem uma amora-preta.

Licenciamento de hardware e BlackBerry Mobile, 2016–2022

Em 26 de julho de 2016, a empresa apresentou o DTEK50, um aparelho intermediário com Android 6.0 Marshmallow, teclado apenas na tela e display Full HD de 13,2 cm na diagonal. O modelo tinha proteção integrada contra malware e criptografia dos dados do usuário. O DTEK50 era uma versão do Alcatel Idol 4, fabricada e projetada pela TCL com alterações de software voltadas à segurança. Em setembro, a BlackBerry Limited acertou uma parceria de licenciamento na Indonésia para criar a BB Merah Putih, responsável por obter, distribuir e comercializar aparelhos BlackBerry no país. Em 25 de outubro, a empresa lançou o DTEK60, também projetado e fabricado pela TCL. O aparelho tinha tela Quad HD de 14 cm, processador Qualcomm Snapdragon 820, Quick Charge 3.0, USB-C e leitor de impressões digitais.

Litígios de propriedade intelectual

Em 2000, a NTP informou empresas sobre suas patentes de e-mail sem fio e ofereceu licenças. Depois processou a Research In Motion por infração de patente no Tribunal Distrital dos Estados Unidos para o Distrito Leste da Virgínia, corte conhecida pela rapidez no andamento dos processos e pelo apelido "rocket docket". O júri concluiu que as patentes da NTP eram válidas e que a RIM as havia infringido deliberadamente, fixando US$ 33 milhões em perdas e danos. O juiz James R. Spencer elevou a indenização para US$ 53 milhões, determinou o pagamento de US$ 4,5 milhões em honorários jurídicos da NTP e expediu uma liminar contra a continuação da infração. Se aplicada, a ordem poderia ter interrompido os sistemas BlackBerry nos Estados Unidos. A RIM recorreu, e a liminar e outras medidas ficaram suspensas enquanto os recursos eram examinados.

Interrupções de serviço

A infraestrutura da BlackBerry sofreu interrupções ocasionais. Algumas foram tratadas pela imprensa como episódios constrangedores para a empresa. Em 2005 houve uma interrupção relativamente curta em algumas operadoras da América do Norte, com restabelecimento do serviço após poucas horas. Outra falha atingiu o e-mail em 2007 e levou a questionamentos sobre a arquitetura centralizada do sistema. Em dezembro de 2009, uma pane de oito horas afetou usuários em toda a América do Norte. A interrupção mais extensa começou às 10h UTC de 10 de outubro de 2011, primeiro na Europa, no Oriente Médio e na África, e afetou milhões de usuários por dias. No dia seguinte ocorreu nova falha, e em 12 de outubro o BlackBerry Internet Service ficou indisponível na América do Norte. A RIM atribuiu as panes a uma sobrecarga de dados causada por falhas em equipamentos de comutação de seus centros de dados em Waterloo, no Canadá, e Slough, na Inglaterra.

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Lojas

Imagem: liewcf · BY-SA · Openverse

A BlackBerry manteve lojas fora da América do Norte, entre elas unidades na Tailândia, na Indonésia e nos Emirados Árabes Unidos. Em dezembro de 2007, uma BlackBerry Store abriu em Farmington Hills, Michigan, com aparelhos oferecidos pelas operadoras AT&T, T-Mobile, Verizon e Sprint. Tentativas anteriores de manter lojas em Toronto e Londres foram encerradas. A Wireless Giant também operou lojas BlackBerry em aeroportos norte-americanos. Em 23 de setembro de 2015, a empresa abriu sua primeira loja temporária em Frankfurt, na Alemanha.

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Certificações

Imagem: MattHurst · BY-SA · Openverse

A BlackBerry manteve um programa de certificações profissionais para usuários e técnicos de seus produtos. O BlackBerry Certified Enterprise Sales Associate (BCESA, ou BCESA40) exigia exames sobre os aparelhos, o software para computadores e o suporte técnico a clientes. Era o primeiro de três níveis que incluíam também o BlackBerry Certified Technical Associate (BCTA) e o BlackBerry Certified Support Associate T2. As certificações técnicas oferecidas incluíam:

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Produtos

Imagem: code_martial · BY-NC-ND · Openverse

Hardware

Telefones com LTE, como o BlackBerry Z10, usavam o Qualcomm Snapdragon S4 Plus, um sistema em um chip baseado na arquitetura ARMv7-A, com dois núcleos Krait de 1,5 GHz e GPU Adreno 225 de 400 MHz. Telefones BlackBerry GSM usavam processadores ARM 7, 9 ou 11. Modelos como Torch 9850/9860, Torch 9810 e Bold 9900/9930 tinham um Snapdragon S2 MSM8655 de 1,2 GHz, 768 MB de memória e 8 GB de armazenamento interno. O Curve 9360, voltado à faixa de entrada, usava um Marvell PXA940 de 800 MHz. Aparelhos anteriores, como o Bold 9000, traziam processadores Intel XScale de 624 MHz. O Bold 9700 usava uma versão posterior do processador do Bold 9000, na mesma frequência. O Curve 8520 tinha um processador de 512 MHz. Aparelhos da série 8000, como 8700 e Pearl, usavam o ARM XScale ARMv5TE PXA900 de 312 MHz. O BlackBerry 8707 era uma exceção, com chipset Qualcomm 3250 de 80 MHz porque o PXA900 não oferecia suporte a 3G. Isso fazia com que o 8707 muitas vezes baixasse e renderizasse páginas pela rede 3G mais lentamente que o 8700 em EDGE. Os aparelhos iniciais, como o BlackBerry 950, usavam processadores baseados no Intel 80386.

Software

O BlackBerry 10 foi lançado em 30 de janeiro de 2013 para os novos modelos Z10 e Q10. Na BlackBerry World 2012, Thorsten Heins demonstrou recursos como uma câmera que permitia voltar quadro a quadro em rostos individuais para escolher expressões de tomadas diferentes e combiná-las em uma única imagem, um teclado preditivo adaptável e uma interface baseada em gestos em torno dos conceitos "peek" e "flow". Os aplicativos para aparelhos BlackBerry 10 eram distribuídos pela loja BlackBerry World. O sistema anterior, BlackBerry OS, era um ambiente multitarefa proprietário desenvolvido pela RIM e preparado para controles como roda de rolagem, trackball e trackpad. Tinha suporte a Java MIDP 1.0 e WAP 1.2. Versões antigas permitiam sincronização sem fio de e-mail e calendário com o Microsoft Exchange Server e de e-mail com Lotus Domino. O BlackBerry OS 5.0 oferecia parte do MIDP 2.0, permitia ativação e sincronização sem fio de e-mail, calendário, tarefas, notas e contatos do Exchange e acrescentava suporte a Novell GroupWise e Lotus Notes. O BlackBerry OS 7, de 2011, equipou aparelhos como Curve 9360, Torch 9810, Bold 9900/9930, Curve 9310/9320 e Torch 9850/9860. Antes de 2013, a BlackBerry World se chamava BlackBerry App World.

Telefones com cliente de e-mail BlackBerry

Alguns telefones de outras marcas foram lançados com o cliente de e-mail BlackBerry e se conectavam aos servidores da plataforma. Muitos tinham teclado QWERTY completo:

Software de terceiros

O software de terceiros disponível para BlackBerry incluía sistemas completos de gerenciamento de banco de dados, usados por clientes de gestão de relacionamento com o cliente e por outros aplicativos que precisavam administrar grandes volumes de dados. Em março de 2011, a RIM anunciou para o BlackBerry PlayBook um reprodutor opcional que executaria aplicativos criados para Android. Em 20 de outubro daquele ano, a RIM anunciou que aplicativos Android poderiam rodar sem modificação no PlayBook e nos futuros telefones BlackBerry 10 usando a nova versão do sistema.

Conectividade

Os smartphones BlackBerry podiam ser integrados ao sistema de e-mail de uma organização pelo BlackBerry Enterprise Server (BES) até a versão 5 e pelo BlackBerry Enterprise Service a partir da versão 10. Não existiram versões 6 a 9. Havia versões do BES para Microsoft Exchange, Lotus Domino, Novell GroupWise e Google Apps. Usuários individuais podiam recorrer ao serviço de e-mail da operadora sem instalar o BES, enquanto organizações com muitos usuários costumavam executá-lo na própria rede. Aparelhos com BlackBerry 10 também podiam ser administrados diretamente pelo Microsoft Exchange Server com políticas Exchange ActiveSync (EAS), como ocorria com iOS e Android, embora o EAS oferecesse menos controles administrativos que o BES. Também existiam serviços BES hospedados por terceiros. Cada BlackBerry tinha um identificador único, o PIN BlackBerry, usado pelo BES. A empresa chegou a oferecer uma versão gratuita chamada BES Express (BESX).

PIN BlackBerry

O PIN BlackBerry, sigla de Personal Identification Number, era um identificador hexadecimal de oito caracteres atribuído a cada aparelho. O usuário não podia alterá-lo manualmente, embora técnicos da BlackBerry pudessem redefini-lo no servidor, e ele ficava vinculado ao dispositivo. Aparelhos BlackBerry podiam trocar mensagens diretamente pelo PIN ou pelo BlackBerry Messenger. Os PINs eram acompanhados pelo BlackBerry Enterprise Server e pelo BlackBerry Internet Service e usados para encaminhar mensagens ao aparelho. E-mails e mensagens do BlackBerry Push Service costumavam ser direcionados ao PIN e passavam pelo centro de operações de rede da RIM antes de seguir à operadora, que fazia a entrega ao dispositivo.

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Concorrência e resultados financeiros

Imagem: Martin LaBar · BY-NC · Openverse

A popularidade do BlackBerry cresceu rapidamente no começo dos anos 2000 e, por volta de 2005, a marca estava difundida na América do Norte. O uso frequente dos aparelhos rendeu o apelido "CrackBerry", uma referência à impressão de dependência causada pelo produto. Em 2006, "CrackBerry" foi escolhido como palavra do ano pelo Webster's New World College Dictionary. Em 2006, os concorrentes da linha incluíam produtos da Motorola, da Palm, a linha iPAQ e outros Pocket PCs, além de aparelhos da Nokia, como o E61. Em 2009, a RIM tinha 56% do mercado norte-americano de smartphones. O iPhone da Apple crescia rapidamente, mas a RIM ainda liderava o mercado e havia triplicado as vendas entre 2007 e 2009. A empresa ficou em primeiro lugar na lista de companhias de crescimento mais rápido da Fortune naquele ano, e o BlackBerry Curve foi o smartphone mais vendido nos Estados Unidos em 2009. Mesmo quando sua participação começou a cair, o número de assinantes ativos ainda cresceu por alguns anos. No período fiscal em que o primeiro iPhone foi lançado, a RIM informou 10,5 milhões de assinantes. Em setembro de 2012, Thorsten Heins anunciou uma base mundial de 80 milhões de assinantes, notícia seguida por uma alta de 7% nas ações.

Mercado indonésio

Em 2011, a BlackBerry respondia por 43% dos smartphones enviados ao mercado da Indonésia. Em abril de 2014, a participação havia caído para 3%, acompanhando a retração mundial da marca. Um aparelho vendido por 2.199.000 rupias indonésias, cerca de US$ 189 na época, foi oferecido com desconto aos primeiros mil compradores. A promoção provocou uma aglomeração em Jacarta na qual algumas pessoas ficaram feridas. A participação continuou caindo mesmo com o lançamento mundial do Z3 em Jacarta, em 13 de maio de 2014. O lançamento ocorreu depois de a RIM anunciar a terceirização de parte da fabricação de hardware para a Foxconn, de Taiwan, com o objetivo de reduzir custos.

Base mundial de usuários

A empresa publicou ao longo dos anos números de assinantes ou usuários ativos. Os marcos abaixo usam apenas valores acompanhados por relatórios ou divulgações citados no artigo:

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Acesso por agências de segurança

Imagem: Hollywood_PR · BY · Openverse

A Research In Motion concordou em dar aos governos dos Emirados Árabes Unidos e da Arábia Saudita acesso a comunicações privadas em 2010, e fez um acordo semelhante com a Índia em 2012. Os governos saudita e emiradense haviam ameaçado bloquear certos serviços porque suas forças de segurança não conseguiam decifrar mensagens de pessoas sob investigação. As revelações sobre vigilância em massa de 2013 mostraram que as agências de inteligência dos Estados Unidos e do Reino Unido, a Agência de Segurança Nacional (NSA) e o Government Communications Headquarters (GCHQ), tinham acesso a dados de usuários de BlackBerry. As agências conseguiam ler dados como SMS, localização, e-mails e notas transmitidos pelo BlackBerry Internet Service. Esse serviço operava fora das redes corporativas e, ao contrário do tráfego interno do BES, compactava os dados sem criptografá-los. Os documentos informavam que a NSA conseguia acessar o sistema de e-mail BlackBerry e ler tráfego de SMS. Em 2009, uma mudança na forma de compactação dos dados interrompeu temporariamente esse acesso, que depois foi restabelecido pelo GCHQ. O GCHQ dispunha ainda de uma ferramenta chamada SCRAPHEAP CHALLENGE, capaz de falsificar e-mails de alvos que usavam BlackBerry.

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Uso

Imagem: IN 30 MINUTES Guides · BY · Openverse

No início, o BlackBerry era usado sobretudo por empresas e profissionais. No fim dos anos 2000, o público consumidor havia se ampliado. A criptografia dos aparelhos também permitiu seu uso por órgãos governamentais e forças de segurança.

Barack Obama

O ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama chamou atenção pelo uso constante de um BlackBerry durante sua campanha presidencial de 2008. Mesmo diante de preocupações de segurança, insistiu em manter o aparelho após a posse. Especialistas em marketing estimaram que a exposição espontânea do produto pelo presidente equivalia a uma publicidade de US$ 25 milhões a US$ 50 milhões. Obama usou BlackBerry até perto do fim de sua presidência.

Hillary Clinton

A controvérsia sobre os e-mails de Hillary Clinton envolveu sua decisão de continuar usando um BlackBerry pessoal depois de assumir o cargo de secretária de Estado dos Estados Unidos.

Uso por órgãos públicos e forças de segurança

A polícia de West Yorkshire, no Reino Unido, forneceu BlackBerrys a seus agentes para que tarefas administrativas fossem feitas nas ruas, reduzindo o tempo passado em escritórios. A BlackBerry publicou casos de uso semelhantes em outras organizações. O governo federal dos Estados Unidos demorou a abandonar a plataforma. Em 2013, um porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos disse que os aparelhos BlackBerry ainda eram os únicos dispositivos móveis autorizados para missões diplomáticas norte-americanas no exterior. O padrão criptográfico FIPS 140-2, usado por smartphones BlackBerry e pelo BlackBerry PlayBook, depois passou a ser implementado em outros dispositivos, entre eles a maioria dos aparelhos Apple lançados após o iPhone 4.

Uso no transporte

No Reino Unido, South West Trains e Northern Rail distribuíram BlackBerrys a funcionários dos trens para melhorar a comunicação entre os centros de controle, as equipes e os passageiros. Como parte de seus projetos de Internet das coisas, a empresa anunciou planos de adaptar smartphones e serviços de nuvem às necessidades de comunicação de contêineres de carga.

Outros usuários

O rapper Eminem ainda usava um telefone com BlackBerry OS em 2024. Kim Kardashian também foi usuária assídua. Em 2014, disse que mantinha aparelhos de reserva por receio de não encontrar mais unidades do BlackBerry Bold. Mais tarde passou a usar iPhone. Katy Perry usou modelos 8800, Bold, Torch e Curve em videoclipes, apresentações e no filme Katy Perry: Part of Me. Em 2012, experimentou um iPhone 4S por duas semanas e voltou ao BlackBerry, dizendo que sentia falta do teclado. E. L. James escreveu parte de Fifty Shades of Grey em um BlackBerry, e o escritor nigeriano Stephen Buoro redigiu no aparelho o primeiro rascunho de seu romance de estreia. Eric Schmidt, então presidente executivo do Google, disse em 2013 que continuava usando BlackBerry porque preferia o teclado físico, apesar da concorrência entre Android e BlackBerry.

Na cultura popular

BlackBerry, filme de 2023 dirigido por Matt Johnson, dramatiza a trajetória da marca. A obra foi adaptada livremente do livro Losing the Signal: The Untold Story Behind the Extraordinary Rise and Spectacular Fall of BlackBerry, de Jacquie McNish e Sean Silcoff.

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Marketing

Imagem: JoeInSouthernCA · BY-ND · Openverse

A BlackBerry recorreu a músicos e outras figuras conhecidas em campanhas e eventos promocionais. Alicia Keys foi nomeada diretora criativa global da empresa em janeiro de 2013. A marca patrocinou ações com Black Eyed Peas, Diplo, Jessie J e U2.

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Fontes consultadas

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