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Nancy

Nancy, ou, na sua forma portuguesa, Nanci, é uma comuna francesa situada no departamento de Meurthe-et-Moselle na região de Grande Leste.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 17/07/2026
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História

Nanciacum, antiga capital da Lorena. Pensa-se que etimologicamente Nancy provem do celta "Nant" que significa pantano, ao igual que a cidade de "Nantes" a que se atribui a mesma origem celta. Somente mais tarde este nome se transformaria em "Nanciacum" de origem galo-romano. Imagina-se que Nancy foi fundada no século V. Porém seus progressos foram lentos, já que no século X tinha pouca importância. O primeiro testemunho escrito de Nancy data de 29 de abril de 1073 em um documento pertencente a Pibon, bispo de Toul, onde se menciona: Oldelrici advocati de Nanceio. No ano 1131, o duque de Lorena Simon, que se achava em guerra com o arcebispo de Tréveris, foi derrotado próximo a Toul por Geoffroy de Franquemount, chefe das tropas do arcebispo, obrigando-o à buscar refugio em Nancy. Posteriormente, Geoffroy atacou a fortaleza e a sitiou. Surpreendidos, foram forçados a retirar-se. O castelo de Nancy pertencia naquela época a Drogo, filho de Herman, Senescal de Lorena sob o comando do duque de Thierry.

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Monumentos

Entre os monumentos mais notáveis podemos citar: De 1709 a 1715 os trabalhos foram interrompidos. Betto foi muito criticado pelo grande arquiteto francês Jules-Hardouin Mansart, que recomendou equilibrar os volumes com uma cúpula e lanterna na encruzilhada do cruzeiro. Isto não impediu que o arquiteto trabalhasse na obra até 1722, data de sua morte. Germain Boffrand acabou as obras com menos gastos (entre outras coisas, sem a cúpula). A ele devemos o desenho das torres com lanternas (1729) e o das cadeiras do coro. A catedral não deixou de ser distinguida e em 1867 ascendeu a categoria privilegiada de basílica. O acervo da catedral reúne objetos litúrgicos atribuídos a San Gauzelain, bispo de Toul: evangelho do século IX com uma encadernação do século seguinte; pente litúrgico, cálice, patena e placa de marfim do século X, cruzes esmaltadas de Limoges do século XIII; estola de San Charles-Borromée, relicário do século XVII e pesas litúrgicas de prata dos séculos XVII e XVIII.

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Fontes consultadas

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