Barra fixa
A barra fixa é um dos oito aparelhos utilizados na ginástica artística.
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A barra alta, tradução literal do inglês high bar, foi, originalmente o nome dado ao poleiro horizontal. Mais tarde, Jahn adotara o nome para este aparelho. Contudo, antes do surgimento oficial do aparato, fora datado o uso de semelhante pelos chineses, helenos e esquimós, que já realizavam os chamados giro-gigantes. A partir daí a barra fixa continuou a desenvolver-se e melhorar. Seja pela engenhosidade dos ginastas em realizar na barra movimentos impossíveis de serem executados em outros aparelhos, ou pela natural evolução dos movimentos. Em meados do século XX, a elasticidade da barra gerou mudanças nas apresentações, que ganharam maior velocidade e as largadas e retomadas. Pelas inovações apresentadas durante a evolução do aparelho, tira-se os ginastas Alberto Braglia – destacado por sua técnica de giros e variações de pegadas e Stojan Deltchev – por sua inovação acrobática, que gerou movimentos como o Gienger.
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A barra fixa, enquanto aparelho, é composta pelos mesmos materiais das barras assimétricas femininas - atualmente fabricadas com fibras sintéticas: de vidro e recobertas com madeira e, por vezes, material aderente – e possui semelhante maleabilidade para dar maior segurança aos movimentos dos ginastas. A maleabilidade da barra contribui para um amortecimento dos movimentos acrobáticos que o atleta executa durante sua apresentação. A barra está localizada a 2,80 m do solo, tem 2,40 m de comprimento e possui 28mm de diâmetro na barra propriamente dita. A barra, assim como as paralelas assimétricas, está presa ao chão através de presilhas e cabos de aço, que impedem qualquer movimento das barras verticais, não comprometendo nem a segurança e nem as apresentações dos atletas.
Sua sigla, para provas internacionais regulamentadas pela Federação Internacional de Ginástica, é HB. Para as saídas, são usados os mesmos movimentos das provas de salto sobre a mesa. As provas exigem força e coordenação. A competição masculina conta com o auxílio dos protetores palmares, que impedem lesões nas mãos e ajudam a manter a aderência com o aparelho. A competição varia de quinze a trinta segundos e inclui giros nas duas direções (para frente e para trás). Nesta prova, o ginasta não pode parar de mover-se e necessita de uma velocidade maior nos giros antes de cada acrobacia – para ganhar altura e velocidade de rotação Para realizar uma boa prova, o atleta necessita cumprir com as seguintes características: Para não ser descontado em sua performance, o ginasta não deve soltar-se do aparelho - sem que esteja a realizar um movimento acrobático -, dobrar os joelhos e cotovelos – quando o movimento não pedir tal postura -, hesitar durante um giro, não cumprir com as exigências mínimas acrobáticas e abrir as pernas – quando não solicitar o movimento.
Movimentos
A respeito dos demais aparelhos da ginástica artística, a barra fixa conta com uma gama variada de exercícios e movimentos, que vão, desde as simples empunhaduras às largadas acrobáticas.


