Banca de jornal
As bancas de jornal e os jornaleiros são a última etapa da cadeia de produção e distribuição dos produtos de jornalismo impresso e editoriais. Nas grandes cidades brasileiras, as bancas são quiosques de venda de publicações periódicas, instaladas em pontos estratégicos como esquinas e avenidas de grande movimento. Nos EUA, por outro lado, a maior parte dos jornais é vendida em máquinas automáticas acionadas com moedas. Em alguns outros países, os jornais e revistas são vendidos em livrarias, tabacarias, charutarias, bombonieres e outras lojas específicas.
Acredita-se que as primeiras bancas surgiram em 1860, mas que o nome "banca" se originou do nome do primeiro jornaleiro a montar um ponto físico de venda de jornais no Rio de Janeiro, o imigrante italiano Carmine Labanca. • 1910 - As primeiras bancas de madeira ou metal são instaladas nas cidade. • 1954 - É regulamentado o ponto de quem vende jornais há dois anos no mesmo lugar, no mandato do prefeito Jânio Quadros. • 1968 - É proibida, pelo prefeito Faria Lima, a venda de qualquer material além de livros. Anteriormente eram vendidos também produtos como bilhetes de lotérica e selos postais. • 1970 - Bancas se espalham pelos bairros, em vez de se concentrar apenas na região central. • 1980 - Durante a ditadura, as bancas que vendiam O Pasquim e A Hora do Povo são incendiadas e jornaleiros são presos por venderem revistas obscenas. • 1983 - As estruturas das bancas não eram presas ao chão; podiam ser facilmente carregadas. Isso permitiu que uma banca fosse roubada na Vila Mariana.


