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Autódromo de Jacarepaguá

O Autódromo Internacional Nelson Piquet, mais conhecido como Autódromo de Jacarepaguá, por estar localizado às margens da lagoa homônima, em Jacarepaguá, foi um autódromo brasileiro da cidade do Rio de Janeiro, desativado e demolido em 2012 para as obras dos Jogos Olímpicos de Verão de 2016. Recebeu o Grande Prêmio do Brasil da Fórmula 1 nas décadas de 1970 e 1980, além da MotoGP entre 1995 e 2004.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 13/07/2026
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História

Início (1966-1977)

O autódromo, originalmente, havia sido construído em 1966, sendo nomeado como Autódromo da Nova Caledônia. O autódromo, com sua pista original, durou até 1970, quando uma reforma foi necessária, reforma essa, que terminou em 1977, com o lançamento do Autódromo de Jacarepaguá.

Fórmula 1 (1978, 1981-1989)

O autódromo sediou o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 a partir de 1978 até 1989, exceto em 1979 e 1980. Para 1990, a presença de Jacarepaguá no calendário estava incerta, muito por conta da falta de segurança do circuito, entretanto, um acidente durante testes da equipe AGS acabou deixando o ex-piloto Philippe Streiff tetraplégico por conta do mau atendimento do local, comprometendo qualquer chance do Rio de Janeiro sediar uma corrida de Fórmula 1 no autódromo. Com isso, a corrida foi transferida para o Interlagos, em São Paulo.

MotoGP (1995-1997, 1999-2004)

De 1995 a 2004, com exceção de 1998, o circuito sediou o Grande Prêmio do Rio de Janeiro de Motovelocidade da MotoGP. A primeira etapa foi vencida pelo italiano Luca Cadalora.

CART (1996-2000)

Em 1996, foi construído um circuito oval em formato de trapézio chamado de "Emerson Fittipaldi Speedway" com 3 km (1.8 mi) de extensão, na qual recebeu corridas da CART entre os anos de 1996 até 2000. O primeiro vencedor da etapa foi o brasileiro André Ribeiro.

Decadência, últimos anos e demolição (2005-2012)

Após a MotoGP em 2004, o circuito recebeu apenas competições nacionais e de menor expressão, apesar de terem havido conversas para novas corridas da maior categoria de motocicletas do mundo. Para os Jogos Pan-Americanos de 2007, o autódromo passou por intervenções para dar lugar ao Complexo Esportivo Cidade dos Esportes, e, portanto, teve sua pista reduzida, deixando de ter a curva Norte, uma das mais desafiadoras do circuito, mas mantendo o circuito "oval". Em 2008, foi anunciada oficialmente a demolição do autódromo, com o objetivo de abrigar instalações para os Jogos Olímpicos de 2016. O autódromo continuou recebendo apenas competições nacionais, como as etapas da Stock Car Brasil, Fórmula Truck e o Brasileiro de Motovelocidade, até o encerramento de suas atividades em 2012. Em agosto desse mesmo ano, parte do autódromo que não estava sendo utilizado começou a ser demolido. Em 28 de outubro de 2012, ocorreu a última corrida no autódromo, uma etapa do Campeonato Estadual de Marcas do Rio de Janeiro, sendo completamente destruído em novembro daquele ano, caracterizando o fechamento do autódromo após mais de 35 anos de existência.

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Curvas

No circuito usado na Fórmula 1, possuía onze curvas, distribuídas entre setores técnicos e rápidos.

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Fontes consultadas

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