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Tarō Asō

Taro Aso é um político japonês que serviu, por um ano, de 2008 a 2009, como Primeiro-ministro do Japão. Foi também vice primeiro-ministro e ministro das finanças do seu país de 2012 a 2021.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 17/10/2026
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Família

Imagem: 内閣官房内閣広報室 · BY · Openverse

Taro Aso é filho de Takakichi Aso, ex-presidente da Companhia Aso de cimento e amigo do ex-primeiro-ministro Kakuei Tanaka (1972-1974), e de sua esposa Kazuko, filha do também ex-primeiro-ministro Shigeru Yoshida (1946-1947). Aso é trineto de Okubo Toshimichi, um dos líderes da Restauração Meiji. Sua irmã Nobuko é casada com o Príncipe Tomohito de Mikasa, primo-irmão do Imperador Akihito. Taro é casado com Chikako Suzuki, terceira filha do ex-primeiro-ministro Zenko Suzuki (1980-1982).

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Educação e juventude

Imagem: 内閣官房内閣広報室 · BY · Openverse

Aso, católico romano, nascido em Iizuka, Fukuoka em 20 de setembro de 1940. Seu pai, Takakichi Aso foi o presidente de Aso Cement Company e foi um colaborador próximo do primeiro-ministro Kakuei Tanaka; sua mãe era filha Kazuko Aso primeiro-ministro Shigeru Yoshida. Aso graduou-se pela Faculdade de Política e Economia da Universidade de Gakushuin, em Tóquio. Ele então estudou na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, mas teve que regressar ao país, pois sua família temia que ficasse muito "americanizado". Entretanto, ele acabou realizando outra viagem de estudos, na London School of Economics, Reino Unido. Aso passou dois anos trabalhando em uma operação de mineração de diamantes na Serra Leoa, antes que a guerra civil o obrigasse a retornar ao Japão. Em 1966, juntou-se aos negócios de seu pai, servindo como presidente da Companhia Aso de Mineração entre 1973 e 1979. Neste período, viveu por um ano em São Paulo, Brasil. Ele distanciou a companhia de sua reputação histórica: o uso de empregados forçados originários da Coreia quando esta ainda era uma colônia japonesa.

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Fã de mangás

Imagem: 首相官邸 · BY · Openverse

Desde sua infância, Taro Aso é fã de mangás. No período em que estudou em Stanford, sua família costumava enviar mangás a ele. Em 2003, ele alegou que lia de 10 a 20 mangás por semana. Um de seus favoritos é Rozen Maiden. Em 2007, já como ministro das Relações Exteriores, ele estabeleceu o Prêmio Internacional de Mangá para mangakas não-japoneses.

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Fontes consultadas

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