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Arthur Pink

Arthur Walkington Pink foi um professor bíblico inglês, influenciador num despontamento do Calvinismo ou Teologia Reformada de sua época. Fora pouco conhecido em vida, e sua fama sobreveio após sua partida. Pink tornou-se "um dos autores evangélicos mais influentes da segunda metade do século XX".

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 12/07/2026
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Biografia

Filho de um devoto não-conformista, provavelmente um congregacionalista, Arthur Walkington Pink nasceu em Nottingham, no Reino da Inglaterra. De sua infância e de sua educação, apenas isso é o que se conhece, além de que ele possuía talento musical. Quando jovem, Pink ingressou na Sociedade Teosófica, um grupo gnóstico ocultista na Inglaterra, e aparentemente alcançou destaque suficiente em suas fileiras que Annie Besant, sua líder, ofereceu-se para admiti-lo em seu círculo de liderança. Em 1908, ele renunciou à Teosofia, tendo abraçado o Cristianismo evangélico.

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Vida cristã

Imagem: Dafongman · BY-NC-ND · Openverse

Tendo desejado tornar-se um ministro, mas sem querer frequentar uma faculdade teológica liberal na Inglaterra, Pink estudou brevemente no Instituto Bíblico Moody, em Chicago, em 1910, antes de assumir o pastorado da igreja Congregacional em Silverton, Colorado. Em 1912, Pink deixou Silverton, provavelmente para a Califórnia, e depois assumiu um pastorado conjunto de igrejas na zona rural de Burkesville e Albany, Kentucky. Em 1916, ele se casou com Vera E. Russell (1893–1962), que foi criada em Bowling Green, Kentucky, e o próximo pastorado de Pink foi na Igreja Batista de Scottsville, Scottsville, Kentucky. Ainda recém-casados, mudaram-se em 1917 para Spartanburg, Carolina do Sul, onde Pink tornou-se pastor da Igreja Batista Northside. Nesse período, Pink já estava familiarizado com proeminentes fundamentalistas dispensacionalistas, como Harry Ironside e Arno C. Gaebelein. Seus primeiros dois livros, publicados em 1917 e 1918, estavam de acordo com essas posições teológica. Todavia, Pink mudou de ponto de vista e durante esses anos ele também escreveu a primeira edição de "The Sovereignty of God" (1918), que argumentava que Deus não amava os pecadores que não haviam sido predestinados à salvação, e que Ele havia criado deliberadamente "para a condenação [...] aqueles que não aceitariam a Cristo.

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Morte

Imagem: Redeemed & Forgiven · BY-NC-ND · Openverse

Em 1951, sua esposa percebera que Pink estava a debilitar-se. Ele perdeu peso e sentiu dores, todavia recusou-se a tomar qualquer remédio, pois temia que viessem a entorpecer sua mente e impedir-lhe de concluir seu trabalho. Ele morreu em 15 de julho de 1952, e suas últimas palavras foram “as Escrituras se explicam”. Pink deixou material escrito suficiente para permitir a publicação dos Estudos até dezembro de 1953.

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Influência

Imagem: Redeemed & Forgiven · BY-NC-ND · Openverse

Alega-se que a personalidade de Pink dificultou-lhe um ministério pastoral bem-sucedido. Eis que ele foi criticado por ser supostamente individualista e de temperamento muito crítico, carecendo-lhe o benefício de discussões teológicas completas com outros que gozavam dos mesmos dons que Pink recebera. Em contrapartida, o jovem pastor Robert Harbach correspondeu-se com Pink por anos e lembrava-se de um Pink muito diferente do que descreviam seus críticos: Detentor de um verdadeiro "coração de pastor". A correspondência de Pink com Harbach foi calorosa, sincera e paternal, tendo durado até o agravamento de sua saúde, tendo ocorrido a última correspondência em 1949. No início de sua correspondência, Pink escreveu: "Quero que você se sinta perfeitamente à vontade para me pedir qualquer ajuda que eu possa lhe prestar. Estou em contato com vários jovens pastores e considero parte do meu trabalho e um privilégio oferecer todos os conselhos que posso".

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Fontes consultadas

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