Arnaldo Jardim
Arnaldo Calil Pereira Jardim é um engenheiro civil e político brasileiro filiado ao Cidadania. Atualmente exerce seu quinto mandato de deputado federal por São Paulo, já tendo sido líder da bancada do partido. É presidente estadual do Cidadania e membro titular da Executiva Nacional e do Diretório Nacional do partido. Ele é membro das Frentes Parlamentares de Valorização do Setor Sucroenergético, da Agropecuária (FPA), do Ambientalismo, da Mineração, entre outras.
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Ingressou na política como líder estudantil, quando foi diretor do DCE da Universidade de São Paulo (USP) e da União Estadual dos Estudantes (UEE). Se elegeu pela primeira vez em 1986 como deputado estadual de São Paulo, sendo, aos 31 anos, o mais novo parlamentar da Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP) de sua legislatura. Foi o relator do anteprojeto da Constituição Estadual e da emenda que acabou com a imunidade parlamentar para crimes comuns. Se reelegeu para o cargo em 1990, 1998 e 2002, totalizando 4 mandatos como deputado estadual. Entre 1992 e 1993, foi secretário estadual da Habitação.
Deputado federal
Na eleição de 2006 se candidatou a deputado federal e se elegeu com seu maior número de votos até hoje. Foi o criador dos PL's que criam o Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (FNMC), a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e a capitalização da Petrobras com uso do FGTS. Votou a favor de aumentar o salário de senadores (em 62%), ministros de estado (em 140%), presidente da república e vice (em 134%), além do seu próprio salário (em 62%). Se reelegeu na eleição de 2010. Foi favorável aos ruralistas nas votações do Novo Código Florestal. Votou contrário ao projeto que não previa a destinação de 100% dos royalties do petróleo para a educação. Em 2011 defendeu a proposta de aumento do salário mínimo para R$ 600 (a proposta do governo era até R$ 545). Foi contrário à MP da Copa do Mundo (Regime Diferenciado de Contratações). Votou a favor da expropriação de imóveis onde houver trabalho escravo (destinando-os à reforma agrária ou programas de habitação popular) e a favor da PEC do orçamento impositivo.
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Pagamento Irregular
No dia 3 de março de 2009, foi descoberto que Arnaldo pagava sua empregada doméstica com dinheiro da Câmara, pois ela estava contradada como secretária parlamentar.
Delação Premiada
Em agosto de 2019, o ex-diretor do Metrô de São Paulo revelou numa delação premiada um suposto esquema de propina que abastecia campanhas eleitorais do PSDB e também um suposto mensalão para garantir apoio dos então deputados estaduais, entre eles Arnaldo Jardim.


