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Armando Renganeschi

Armando Federico Renganeschi foi um futebolista nascido na Argentina, e que, durante a maior parte de sua carreira, atuou no Brasil, como jogador e treinador de futebol. Era também chamado por Renga.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 08/07/2026
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Vida pessoal

Era filho de Alfredo Renganeschi e Cornélia Jaureguy. Aos onze meses de idade mudou-se para o Paraguai, retornando à Argentina aos onze anos de idade. Morreu aos setenta anos de idade. Era casado com Anna Bosco e tinha três filhas: Ana Regina, Mirta e Sandra. Há uma rua na cidade de Campinas denominada "Rua Armando Federico Renganeschi".

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Carreira como jogador

Imagem: Fasouzafreitas · BY-SA · Openverse

Iniciou a carreira no Club Atlético Central Norte, de Tucumán, da 5ª Divisão do Campeonato Argentino, em 1927, com 14 anos de idade, onde permaneceu até 1932. Posteriormente foi para o Independiente, de Avellaneda, Província de Buenos Aires, onde permaneceu entre 1933 e 1937. Participou das campanhas que levaram o Independiente a ser vice campeão argentino em 1934 e 1935. No início de 1938 foi cedido por empréstimo à equipe dos Estudiantes, da cidade de La Plata, Província de Buenos Aires, onde disputou algumas partidas no início da 1ª divisão do Campeonato Argentino daquele ano. Ainda em 1938, foi cedido, também por empréstimo, à equipe do Club Almagro, da cidade de Buenos Aires, onde disputou o restante do Campeonato Argentino da 1ª divisão de 1938, permanecendo até o final da temporada. O Estudiantes terminou em 5º lugar no campeonato, enquanto o Almagro, onde Renganeschi atuou ao final da temporada, acabou rebaixado para a 2ª divisão.

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Carreira como técnico

Em 21 de outubro de 1949, encerrada a carreira como jogador, no Jabaquara, imediatamente iniciou nova carreira, agora de treinador, nesse mesmo clube. Em 23 de outubro de 1949 realizou a primeira partida, na qualidade de técnico, sucedendo ao antigo treinador Manoel Rabelo. Foi a partida do Campeonato Paulista de 1949, realizada em 23 de outubro de 1949, em que o Jabaquara foi derrotado pela Portuguesa Santista, da cidade de Santos, estado de São Paulo, por 4 x 1, no Estádio Ulrico Mursa, em Santos, de propriedade da Portuguesa. Mas uma boa campanha na sequência, com três vitórias e dois empates, em cinco partidas, fez com que o Jabaquara evitasse o rebaixamento, cujo risco existia até então.[carece de fontes?] Após a primeira derrota, como técnico, contra a Portuguesa Santista, manteve uma invencibilidade de 11 partidas e, em 1 de abril de 1950 rescindiu amigavelmente o contrato com o Jabaquara, transferindo-se para o São Paulo, da cidade de São Paulo, estado de São Paulo, onde passou a ser o técnico dos juvenis daquele clube.

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Resumo como técnico

3 vezes: XV de Novembro (Piracicaba), Comercial (Ribeirão Preto), Noroeste, Guarani e Portuguesa Santista. 2 vezes: Jabaquara, Linense, Ferroviária, Colorado e Matsubara. 1 vez: São Paulo (juvenis), Portuguesa de Desportos, São Paulo, Palmeiras, Prudentina, Independiente, Flamengo, Botafogo (Ribeirão Preto), Paulista (Jundiaí), Sport (Recife), Atlético Goianiense, Coritiba, Pinheiros, Juventus, Ponte Preta, Londrina, Corínthians, Maringá, Uberlândia, São Bento (Sorocaba), Bahia e Cascavel.

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