Aplicativo móvel
Na informática, o aplicativo móvel(pt-BR) ou aplicação móvel(pt-PT?), conhecido normalmente por app, é um programa computacional desenvolvido para ser usado em dispositivos eletrônicos móveis, para facilitar o dia-a-dia do usuário de forma intuitiva; que pode ser adquirido por instalação no dispositivo ou descarregada pelo usuário através de uma loja on-line. Uma parte das aplicações disponíveis são gratuitas, enquanto outras são pagas. Estas aplicações são pré-instaladas ou vêm diretamente da fábrica, descarregadas pelos clientes de várias plataformas de distribuição de software móvel ou aplicações da web entregues por HTTP que usam processamento do lado do servidor ou do cliente para fornecer uma experiência "aplicação" dentro de um navegador da Web.
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Descarregamentos de apps para dispositivos móveis. De acordo com a Portio Research (Março de 2013) estimou-se que, até finais de 2012, 1.2 mil milhões de pessoas em todo o mundo estaria a usar aplicações para dispositivos móveis. Projeta-se que esta tendência cresça a 29,8% por ano, atingindo as 4.4 mil milhões de utilizadores até finais de 2017. Contudo grande parte deste crescimento advém da Ásia, que até 2017 representaram quase 50% dos usuários. O mercado das aplicações ainda têm muito para crescer, segundo a ITU (International Telecommunication Union) em Fevereiro de 2013, existiam 6.8 mil milhões de subscritores de dispositivos móveis, o que significa que 17% destes usam apps. Analistas estimam que os downloads de apps em 2013 atinjam entre 56 a 82 biliões. Em 2017, podem mesmo chegar aos 200 mil milhões de downloads. A ABI Research , em Março de 2013, previa que 56 mil milhões de apps seriam descarregadas para smartphones durante o mesmo ano. Distribuídas pelos sistemas operadores da seguinte forma: 58% pela Google Android, 33% pela Apple iOS, 4% pela Microsoft Windows Phone e 3% pertencem à Blackberry. Estimou também que 14 mil milhões de apps seriam instaladas em tablets, neste caso a distribuição pelos operadores de sistema seria: 75% apps de iOS, 21% de Android, 2% de Windows. A Android inclui as apps da Amazon Kindle Fire, que representariam 4% dos downloads.
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O desenvolvimento de aplicações para dispositivos móveis, envolve processos mais ou menos complicados, a complexidade dos processos é reflexo da experiência do criador e proporcional à estrutura e configurações do software a ser produzido, ao número de dispositivos distintos em que estas vão operar, às especificações do hardware e às plataformas que as vão disponibilizar. As aplicações podem vir pré-instaladas com os dispositivos móveis, podem ser transferidas pelos utilitários ou seus representantes, descarregando-as de plataformas de distribuição de software, no caso de empresas e redes de comunicação ou ainda, transferindo-as diretamente da Web para o dispositivo móvel. É preciso, igualmente, submeter as atualizações e avaliar a necessidade de possíveis modificações mais ou menos extremas dentro de cada plataforma. A Economia dos apps encontra-se ainda numa fase púbere, contudo, de acordo com um relatório realizado em 2013 pela Vision mobile , estimou-se que nos 28 países membros da UE, a economia das apps contribua para 794 mil postos de trabalho indiretamente associados, 529 mil postos de trabalho diretamente associados, dos quais 60% são de criadores de aplicações móveis. Estimou-se igualmente que 22% da produção global de produtos e serviços relacionados com as aplicações móveis sejam provenientes da EU e que o retorno dessa economia exceda os 10 mil milhões por ano.
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São inúmeras as etapas a considerar que devem anteceder a criação de uma app para dispositivos móveis, deve ter-se em conta o propósito da app a desenvolver, se vai servir como fonte de rendimento principal, para que plataformas de distribuição as disponibilizar, em que tipo de dispositivos móveis vai ser possível opera-las, criar uma app gratuita ou paga ou as duas, como melhor rentabilizar uma app e qual o nível de risco associado.
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A Amazon Appstore opera como um distribuidor alternativo do sistema operativo Android. Começou a funcionar em Março de 2011 e já conta com mais de 1 milhão de aplicações disponíveis. Para além disso, compromete-se a lançar novas aplicações diariamente, está agora classificada como a loja de aplicações móveis mais fiável para a plataforma Android. A App Store loja de aplicações para a plataforma iOS, foi a primeira distribuidora, definiu o padrão para os serviços vários de distribuição das aplicações e que ainda hoje serve de modelo para as restantes distribuidoras. Inaugurou a 10 de Julho de 2008, e em Janeiro de 2011, apresentou resultados surpreendentes, mais de 10 mil milhões de downloads. Em 2012 durante a Worldwidede Developers Conference da Apple, o CEO, Tim Cook, anunciou que a Appstore contava já com, 400 milhões de contas, mais de 650 mil aplicações disponíveis para download, bem como 15 mil milhões de downloads de Apps da App Store até essa data . Contudo, se analisarmos uma das perspectivas alternativas do mercado, os resultados são objectivamente díspares, os valores observados pelo serviço de monitorização da BBC em Julho de 2013 de sugerem que mais de dois terços das aplicações na App Store são “zombies”, quase nunca instalados pelos consumidores.
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Existem algumas diferenciações importantes dentro do universo dos aplicativos móveis, as mais comuns são: Aplicativos públicos são aqueles aplicativos liberados em suas respectivas lojas, seja ela Apple Store para iOS e/ou Google Play para Android. Já aplicativos privados são aplicativos que são desenvolvidos especificamente para empresas, desta forma não são liberados em lojas de aplicativos convencionais. Os aplicativos privados costumam ser implementados para funcionários dentro de uma organização ou empresa e não estão disponíveis em lojas públicas. Os aplicativos privados também são conhecidos como aplicativos corporativos. Os aplicativos chamados nativos são desenvolvidos especificamente para uma plataforma SO móvel que suporta como Swift e Objective-C no caso do iOS e JAVA no caso do Android. O aplicativo é desenvolvido pelas diretrizes da plataforma para o desenvolvimento do aplicativo e usa as APIs que o SO oferece. O aplicativo fornece fácil acesso aos recursos de dispositivos integrados, como acesso à câmera, Bluetooth e GPS. Os aplicativos nativos executam mais rapidamente, fornecem uma aparência consistente e oferecem mais segurança. No entanto, os aplicativos nativos demoram mais para se desenvolver e precisam ser desenvolvidos para cada plataforma. Desta forma, costumam ser mais custoso para uma empresa ou pessoa física.
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Auto- intitula-se o “Google” para aplicações móveis, é tecnologia inovadora da Quixey , permite, através de uma imensa base de dados, encontrar a App que melhor preenche as necessidades o utilizador. Além disto, pode-se utilizar as próprias plataformas (AppStore e Android Store) para buscar os apps, que são distribuídos em diversas categorias.
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Há vários fatores para que as empresas mudem a forma de se organizar. Algumas delas podem ser devido ao envelhecimento e a perda da competitividade do produto, busca de processos mais eficientes a menor custo, entre outros. Quando a internet começou a se popularizar, no início dos anos 2000, o mundo digital ganhou destaque. Anos mais tarde, com os computadores inseridos na realidade da população, foi a vez dos celulares avançarem. Hoje, os aplicativos para smartphones — que tornaram-se uma das maiores fontes de renda e sucesso para desenvolvedores — permitem novas ações, facilitando as tarefas do cotidiano, de modo que 5 das empresas que mudaram o mundo e fizeram mudanças significativas no comportamento das pessoas, desde a forma de comunicação e até a forma de interação e consumo. Algumas delas são: O WhatsApp revolucionou a forma de comunicação, causando medo nas gigantes da telefonia. Em 2014, o Facebook pagou US$ 16 bilhões pelo aplicativo. Com ele, o usuário pode enviar vídeos, imagens, mensagens de texto ou áudio. Recentemente, foi acrescentado o serviço de sistema de videochamada e de pagamento.
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Monetização é como o seu aplicativo ganhará lucros, ou seja, mesmo o aplicativo sendo gratuito é possível gerar lucro, os mais comuns, são: Aplicativos pagos custam um valor nas lojas de aplicativos de seus dispositivos, desta forma uma parte do valor das vendas são repassados para os desenvolvedores. Modelo parecido com o citado acima, porém existem alguns conteúdos a serem desbloqueados através da compra dentro do aplicativo. Muitos aplicativos oferecem códigos promocionais para que o cliente pague em um serviço ou produto um valor abaixo do originado, de modo a fidelizar o cliente. Este modelo consiste principalmente em estratégias de marketing, onde empresas como a Cuponeria e Busca Desconto divulgam os serviços de certos aplicativos e bons descontos ao obter tais serviços através dos famosos códigos de promoções. Uma parte do valor pago com este código é destinado à empresa principal e a outra parte (que é estabelecida e acordada entre as empresas) é destinada às empresas de cupons.


