Mário Antônio da Silva
Mário Antônio da Silva é um prelado brasileiro da Igreja Católica. É o atual arcebispo de Aparecida.
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Filho de Francisco Lucídio da Silva e Maria Célia de Souza e Silva, desde cedo Mário Antônio sentiu a vocação. Ingressou no Seminário Menor Nossa Senhora da Assunção, da diocese de Jacarezinho, onde completou os estudos superiores. Estudou filosofia e teologia no Seminário Maior Divino Mestre, em Jacarezinho (1985-1991). Também obteve a licenciatura em teologia moral pela Academia Alfonsiana de Roma (1996-1998). Foi ordenado diácono em 2 de fevereiro de 1991 e em 21 de dezembro do mesmo ano, ordenado sacerdote e incardinado no clero da diocese de Jacarezinho. Após a ordenação, atuou no Seminário Menor Nossa Senhora da Assunção, como Diretor Espiritual (1992-1993) e Reitor (1994-1996). Também foi Coordenador da Pastoral Vocacional (1993-1996), Professor de Teologia Moral e Diretor Espiritual do Seminário Maior Divino Mestre, Vigário Paroquial e Pároco. Até sua nomeação, era Chanceler da diocese e Pároco da Paróquia Sagrado Coração de Jesus.
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Arquidiocese de Manaus
Foi nomeado bispo titular de Arena e auxiliar de Manaus no dia 9 de junho de 2010. Foi ordenado bispo na catedral diocesana de Jacarezinho em 20 de agosto de 2010, em celebração presidida por Dom Mauro Aparecido dos Santos, arcebispo de Cascavel; os principais co-consagradores foram Dom Fernando José Penteado, Bispo Emérito de Jacarezinho, e Dom Luiz Soares Vieira, Arcebispo de Manaus. Escolheu como lema episcopal “Testificari et ministrare” - “Testemunhar e servir”. Dom Mário tomou posse em Manaus no dia 12 de setembro.
Diocese de Roraima
Em 22 de junho de 2016, foi nomeado pelo Papa Francisco como o sexto bispo de Roraima. Sua posse aconteceu em 18 de setembro. Exerceu seu ministério episcopal na Diocese de Roraima por pouco mais de cinco anos. Sua passagem por Roraima foi profundamente marcada pelo compromisso com os mais frágeis, manifestado em duas frentes de atuação de particular relevância. A primeira foi a organização de um trabalho estruturado de acolhida emergencial aos migrantes e refugiados venezuelanos que, em grande número, cruzavam a fronteira em fuga da grave crise política, econômica e social instaurada na Venezuela. A segunda frente foi sua dedicação aos povos indígenas da região, junto aos quais procurou exercer uma presença concreta, visitando as missões mantidas pela Igreja e convivendo com essas comunidades não apenas nas celebrações litúrgicas, mas em diversas outras oportunidades do cotidiano.
CNBB
Em 2015, foi eleito presidente do Regional Norte 1 da CNBB, que compreende o estado de Roraima e o Norte do Amazonas, por quatro anos. Em 6 de maio de 2019, durante a 57ª Assembleia Geral da CNBB, foi eleito segundo vice-presidente da entidade para o quadriênio 2019-2023. Em 2020, foi eleito presidente da Cáritas Brasileira. Depois foi reeleito para um segundo mandato, até 2027.
Arquidiocese de Cuiabá
Em 23 de fevereiro de 2022, foi nomeado pelo Papa Francisco como sexto arcebispo de Cuiabá, sucedendo a Dom Mílton Antônio dos Santos, S.D.B., resignatário na mesma data. Sua posse ocorreu em 1º de maio de 2022, na Catedral Basílica Bom Jesus. Seu ministério é reconhecido pela capacidade de interlocução com distintos setores da sociedade civil, política e religiosa, contribuindo para a promoção da paz, da justiça e do bem comum no contexto regional mato-grossense. Sob sua liderança, a Arquidiocese de Cuiabá tem reforçado três eixos estruturantes de sua missão: a evangelização, com ênfase no anúncio kerygmático e na inculturação da fé no contexto local; a formação de lideranças leigas, investindo na capacitação de agentes pastorais como protagonistas da vida eclesial; e a ação social, por meio de iniciativas inspiradas pelo Evangelho e voltadas ao atendimento das populações em situação de vulnerabilidade.
Arquidiocese de Aparecida
Em 2 de março de 2026, foi transferido pelo Papa Leão XIV para a Arquidiocese de Aparecida. A sua posse foi realizada em 2 de maio do mesmo ano, em solene celebração presidida até a leitura das Letras Apostólicas por Dom Orlando Brandes, que após a leitura, passou o báculo solenemente para Dom Mário, que celebrou o resto da Santa Missa.


