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António Lopes Ribeiro

António Filipe Lopes Ribeiro foi um cineasta português.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 13/07/2026
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Biografia

Imagem: Biblioteca de Arte-Fundação Calouste Gulbenkian · BY-NC-ND · Openverse

Nasceu a 16 de abril de 1908, no 2.º andar do n.º 77 da Rua Conde de Redondo, freguesia do Coração de Jesus (Lisboa), e foi batizado nessa freguesia a 10 de maio de 1908 como filho do empregado comercial Manuel Henrique Correia da Silva Ribeiro e de sua mulher Esther Nazareth Walbeehm Lopes Ribeiro, ambos naturais de Lisboa (ele da freguesia de Santa Isabel e ela da freguesia das Mercês). Era irmão do ator Ribeirinho. Começou por se dedicar à crítica cinematográfica, a partir dos 17 anos de idade, no Diário de Lisboa, e no exercício da qual fundou diversas revistas dedicadas à crítica de cinema. Três anos mais tarde, estreou-se como realizador com o documentário Bailando ao Sol (1928). De 1940 a 1970, parte da sua obra cinematográfica é dedicada aos atos oficiais do Estado Novo, sendo por isso chamado "cineasta do regime". Alguns exemplos desta faceta de Lopes Ribeiro são A Revolução de Maio (1937), o Feitiço do Império (1940) ou Manifestação Nacional a Salazar (1941). A 22 de julho de 1940, foi agraciado com o grau de Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada.

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Vida pessoal

Imagem: Biblioteca de Arte-Fundação Calouste Gulbenkian · BY-NC-ND · Openverse

A 19 de novembro de 1930, casou primeira vez civilmente, em Lisboa, com Estela Martins (Madalena, Lisboa, 14 de dezembro de 1907 — Nossa Senhora de Fátima, Lisboa, 12 de fevereiro de 1984), filha do comerciante José António Martins e de Laura Pereira Martins, doméstica, ambos também naturais de Lisboa. Por sentença transitada em julgado a 18 de julho de 1934, os dois divorciaram-se litigiosamente. A 4 de setembro de 1941, casou segunda vez civilmente, em Lisboa, com Elisa da Luz Correia de Matos (Santa Catarina, Lisboa, 7 de maio de 1901 — Mercês, Lisboa, 14 de março de 1978), já divorciada de Amílcar Buttuller da Costa Primo desde 1940, filha do proprietário Francisco Correia de Matos, natural de São Pedro do Sul (freguesia de Várzea), e de Mariana da Luz Matos, natural de Torres Vedras (freguesia de Carvoeira). Foi padrinho de casamento o irmão mais novo de António, o ator Ribeirinho. Morreu a 14 de abril de 1995, na freguesia da Pena, em Lisboa.

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Fontes consultadas

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