Anthony Fauci
Anthony Stephen Fauci é um imunologista estadunidense. Contribuiu de forma substancial na pesquisa da Síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) e outras imunodeficiências, como pesquisador e chefe do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID) desde 1984. Ele foi o conselheiro médico chefe do presidente Joe Biden de janeiro de 2021 a dezembro de 2022.
Anthony Stephen Fauci nasceu em 24 de dezembro de 1940 no Brooklyn, filho de Stephen A. Fauci, um farmacêutico, e Eugenia A. Fauci. Formado na Universidade de Cornell e proeminente médico servindo nos Institutos Nacionais da Saúde (NIH), Fauci atuou no setor de saúde pública dos Estados Unidos em várias funções por mais de cinquenta anos e serviu como consultor de todos os presidentes dos Estados Unidos, na área de saúde, de Ronald Reagan até Joe Biden. Foi diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID) de 1984 a 2022 e fez contribuições para pesquisas sobre o HIV/AIDS e outras doenças de imunodeficiência, tanto como cientista pesquisador quanto como chefe do NIAID. De 1983 a 2002, Fauci foi um dos cientistas mais citados do mundo em todas as revistas científicas. Em 2008, o presidente George W. Bush o presenteou com a Medalha Presidencial da Liberdade, o maior prêmio civil nos Estados Unidos, por seu trabalho no programa de combate à AIDS chamado PEPFAR (sigla em inglês para Plano de Emergência do Presidente para Alívio da AIDS).
Pandemia de COVID-19
Durante a Pandemia de COVID-19 nos Estados Unidos, Fauci tornou-se um dos principais membros da força-tarefa da Casa Branca, criada pelo presidente Donald Trump para coordenar a resposta federal à crise. As recomendações de Fauci foram frequentemente contrariadas por Trump, enquanto apoiantes do presidente o acusavam de tentar prejudicar politicamente a campanha de reeleição de Trump. Após Joe Biden assumir a presidência, Fauci passou a liderar a equipe de resposta da Casa Branca à crise da COVID-19 e foi nomeado conselheiro médico-chefe de Biden, desempenhando um papel central na orientação das políticas de saúde pública da administração. Permaneceu nesses cargos até o final de 2022, quando se aposentou.
Em 26 de junho de 2023, a Universidade de Georgetown anunciou que Fauci se juntaria ao seu corpo docente como professor distinto, lecionando tanto na Escola de Medicina quanto na Escola de Políticas Públicas McCourt , a partir de 1º de julho. Em 7 de fevereiro de 2025, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos rescindiu um contrato de US$ 168 mil dólares para uma exposição de museu de Fauci nos Institutos Nacionais da Saúde (NIH) Em 19 de junho de 2026, a Diretora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard, em seu último dia no cargo, divulgou uma série de documentos alegando mostrarem que Fauci manipulou informações de inteligência e mentiu para o Congresso. Em 29 de julho de 2026, Fauci testemunhou perante o Senado após ser intimado sobre a COVID-19, durante o qual invocou repetidamente seu direito de evitar a autoincriminação sob a Quinta Emenda à Constituição dos Estados Unidos.


