Anna Göldi
Anna Göldi ou Anna Göldin foi considerada a "última bruxa da Europa a ser executada".
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Göldi provinha de família humilde e trabalhava como empregada doméstica. Ela teve dois filhos, sendo que o primeiro morreu logo após o nascimento. Anna Göldi foi acusada de infanticídio, condenada e punida. Mais tarde viria a trabalhar como empregada na casa do médico, presidente de conselho, juiz e ministro Johann Jakob Tschudi, pertencente a uma das mais ricas e influentes famílias do Cantão de Glarus. De acordo com as alegações, Anna teria enfeitiçado o leite das filhas de Tschudi com agulhas. Além disso, membros da família Tschudi testemunharam que uma das filhas teria repetidamente cuspido agulhas. Recaiu sobre Anna a culpa por enfeitiçar uma das meninas e ela foi formalmente acusada. Sob tortura, Anna viria a admitir sua culpa por conjurar forças diabólicas. O conselho de Glarus condenou-a em 13 de junho de 1782 à morte pela espada. O veredito foi cumprido sem demoras e causou polêmica tanto na Suíça quanto na Alemanha. Na leitura do veredito a acusação de bruxaria foi removida e os autos do processo destruídos; Anna foi executada por envenenamento.
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Em 1991 Getrud Pinkus filmou a biografia Anna Göldi - Die Letzte Hexe (Anna Göldi - A Última Bruxa) com Cornelia Kempers no papel principal. Em março de 2007 o governo cantonal e o conselho eclesiástico cantonal negaram uma Reabilitação de Anna Göldi por ocasião do 225º aniversário de sua morte, pois no consciente popular da população de Glarus ela já é tida como reabilitada. Para seu 225º aniversário de morte foi planejado a inauguração de um museu para a última bruxa da Europa. O "Anna Göldi Museum" encontra-se em Mollis e foi inaugurado em 22 de setembro de 2007.


