Neil Armstrong
Neil Alden Armstrong foi um engenheiro aeroespacial, aviador naval, piloto de teste, astronauta e professor norte-americano que tornou-se o primeiro ser humano a pisar na Lua em 1969. Armstrong estudou engenharia na Universidade Purdue; em 1949 tornou-se aspirante da Marinha dos Estados Unidos e, no ano seguinte, formou-se aviador naval. Lutou na Guerra da Coreia a partir do porta-aviões USS Essex e depois completou seu bacharelado em engenharia; na sequência, trabalhou como piloto de testes na Estação de Voo de Alta-Velocidade da Base Aérea Edwards, voando diversas aeronaves da Série Centenária e, por sete vezes, no North American X-15. Também participou de dois programas espaciais concebidos pela Força Aérea: Man in Space Soonest e X-20 Dyna-Soar.
Neil Alden Armstrong nasceu no dia 5 de agosto de 1930, em uma fazenda perto da cidade de Wapakoneta, Ohio, Estados Unidos, o filho mais velho de Stephen Koenig Armstrong e Viola Louise Engel. Era de ascendência alemã e escocesa, tendo também uma irmã chamada June e um irmão de nome Dean. Seu pai trabalhava como auditor para o governo estadual, e, consequentemente, a família mudou-se muitas vezes por todo o estado de Ohio, vivendo em dezesseis cidades pelos catorze anos seguintes. O amor de Armstrong por voar cresceu no decorrer desse período, tendo começado bem cedo, com apenas dois anos, quando seu pai o levou para assistir a Corrida Aérea de Cleveland. Aos cinco ou seis anos ele voou de avião pela primeira vez, em Warren, quando seu pai lhe levou em um passeio dentro de um Ford Trimotor. A última mudança da família ocorreu em 1944, quando finalmente retornaram para Wapakoneta. Armstrong foi estudar no Colégio Blume e fez aulas de voo no aeródromo da cidade. Ele ganhou um certificado de estudante de voo em seu aniversário de dezesseis anos, e então realizou seu primeiro voo solo no mesmo mês, antes mesmo de adquirir uma habilitação de motorista. Fez parte dos escoteiros e chegou ao nível de Águia Escoteira. Quando adulto, foi homenageado pelos Escoteiros da América com os prêmios de Águia Escoteira Distinta e Búfalo Prateado. Enquanto viajava para a Lua no dia 18 de julho de 1969, Armstrong saudou e mandou uma mensagem especificamente aos escoteiros. Dentre os itens pessoais que levou e trouxe de volta da Lua, estava também uma insígnia dos escoteiros.
A convocação de Armstrong para a marinha chegou em 26 de janeiro de 1949, exigindo que se apresentasse para treino de voo na Base Aeronaval de Pensacola, na Flórida, juntando-se à classe 5-49. Foi aprovado nos exames médicos e tornou-se um aspirante de marinha em 24 de fevereiro. Seus treinos foram realizados a bordo de um North American SNJ, que ele pilotou sozinho pela primeira vez em 9 de setembro de 1949. Fez seu primeiro pouso em um porta-aviões no dia 2 de março de 1950, no USS Cabot, feito este que considerou comparável ao seu primeiro voo solo. Foi então transferido para a Base Aérea de Corpus Christi, no Texas, para treinos em um Grumman F8F Bearcat, que culminaram em um pouso no USS Wright. Armstrong foi informado em 16 de agosto por carta que fora qualificado como aviador naval. Sua mãe e irmã compareceram à sua cerimônia de formatura, que ocorreu em 23 de agosto de 1950. Seu primeiro posto na marinha foi no Esquadrão de Frota de Serviço Aéreo, localizado na Base Aeronaval de San Diego, na Califórnia. Foi colocado em 27 de novembro de 1950 no VF-51, um esquadrão a jato, tornando-se seu oficial mais jovem e realizando em 5 de janeiro de 1951 seu primeiro voo a jato a bordo de um Grumman F9F Panther. Foi promovido a alferes em 5 de junho, e dois dias depois fez seu primeiro pouso a jato em um porta-aviões, o USS Essex. O VF-51 partiu para a Coreia em 28 de junho, a bordo do Essex, a fim de que suas aeronaves atuassem como caças-bombardeiros durante a Guerra da Coreia. O esquadrão voou até a Base Aeronaval de Barbers Point, no Havaí, e seus membros receberam treinamento como caças-bombardeiros, antes de retornarem ao navio em julho.
Armstrong retornou para Purdue depois de seu trabalho na marinha. Suas notas, que antes eram boas, mas não excepcionais, melhoraram, consequentemente aumentando sua média para um respeitável, mas não excepcional, 4,8 de 6,0. Entrou na fraternidade Phi Delta Theta e viveu dentro de sua república estudantil. Escreveu e codirigiu dois musicais como parte de uma revista de estudantes. O primeiro foi uma versão de Branca de Neve e os Sete Anões, codirigida por sua então namorada Joanne Alford, pertencente à irmandade Alpha Chi Omega, com as músicas tiradas do filme da Walt Disney; o segundo musical foi The Land of Egelloc, com músicas de Gilbert e Sullivan e novas letras. Também foi presidente do Clube de Aviação de Purdue, voando as aeronaves do clube, uma Aeronca e dois Piper, que eram mantidos no vizinho Aeroporto Aretz, em Lafayette, em Indiana. Em 1954, enquanto voava para Wapakoneta, ele realizou um pouso forçado em uma fazenda e danificou o Aeronca, e o avião precisou ser rebocado de volta a Lafayette. Armstrong tocou barítono na banda marcial de Purdue. Foi feito membro honorário da banda nacional da fraternidade Kappa Kappa Psi dez anos depois. Ele se formou em janeiro de 1955 com um bacharelado de ciência em engenharia aeroespacial. Completou, cinco anos depois, seu mestrado de ciência em engenharia aeroespacial, pela Universidade do Sul da Califórnia. Ele posteriormente receberia doutorados honorários de várias universidades.
Armstrong tornou-se um piloto de teste de pesquisas experimentais logo depois de se formar em Purdue. Ele se candidatou à Estação de Voo de Alta-Velocidade do Comitê Nacional para Aconselhamento sobre Aeronáutica (NACA), localizada na Base Aérea Edwards. A NACA não tinha nenhuma vaga aberta naquele momento e repassou sua candidatura para o Laboratório Lewis de Propulsão de Voo, em Cleveland, onde Armstrong fez seu primeiro voo de teste em 1º de março de 1955. Seu tempo em Cleveland durou apenas dois meses, até surgir uma posição na Estação de Voo de Alta-Velocidade, onde ele apresentou-se para trabalhar em 11 de julho de 1955. Em seu primeiro dia, foi encarregado de pilotar aviões de perseguição durante lançamentos de aeronaves experimentais de bombardeiros modificados. Também voou nesses bombardeiros modificados, e em uma dessas missões teve seu primeiro incidente na Base Edwards. Em 22 de março de 1956 Armstrong estava voando em um Boeing B-29 Superfortress, que deveria lançar um Douglas D-558-2 Skyrocket. Ele se encontrava no posto à direita, enquanto o comandante Stan Butchart, à esquerda, pilotava a aeronave. O motor número quatro parou de funcionar enquanto subiam para nove mil metros e a hélice passou a girar livremente. Butchart apertou o botão para fazer a hélice travar, mas descobriu que esta ação apenas diminuía a rotação antes dela voltar a crescer, podendo se desfazer caso girasse muito rápido. O Superfortress precisava manter uma velocidade de 338 quilômetros por hora a fim de soltar o Skyrocket, e não podia pousar com a outra aeronave presa em sua barriga. Armstrong e Butchart abaixaram o nariz do Superfortress, com o objetivo de ganharem velocidade, e então soltaram o Skyrocket. A hélice se desintegrou no momento do lançamento, e pedaços danificaram o motor número três e também acertaram o motor número dois. Os dois foram forçados a desligar o motor número três e também o motor número um, já que este estava criando torque. Fizeram uma descida longa e circular desde nove mil metros, usando apenas o motor número 2, e conseguiram pousar em segurança.
Armstrong foi selecionado em junho de 1958 para o programa Man in Space Soonest da Força Aérea dos Estados Unidos, porém a Agência de Projetos de Pesquisa Avançados cancelou seu financiamento logo em 1º de agosto, sendo suplantada em 5 de novembro pelo Projeto Mercury, um projeto civil chefiado pela NASA. Não era elegível para se tornar um astronauta na época por ser um piloto de teste civil, pois a seleção estava restrita apenas a pilotos militares. Foi escolhido em novembro de 1960 como parte de um grupo consultor de pilotos para o X-20 Dyna-Soar, um programa espacial militar sob desenvolvimento da Boeing para a Força Aérea, com ele sendo selecionado em 15 de março de 1962 como um de sete pilotos-engenheiros que voariam o X-20 Dyna-Soar quando o projeto saísse do papel. A NASA anunciou em abril de 1962 que estava aberta a novas candidaturas para um segundo grupo de astronautas para o Projeto Gemini, uma nave espacial de dois lugares. A seleção, desta vez, estava aberta a pilotos de teste civis qualificados. Armstrong visitou a Feira Mundial de Seattle em maio e compareceu a uma conferência sobre exploração espacial co-promovida pela NASA. Ele voltou de Seattle em 4 de junho e candidatou-se para tornar-se um astronauta. Sua candidatura chegou uma semana depois do prazo limite de 1º de junho, porém Dick Day, um especialista de simulação de voo com quem Armstrong tinha trabalhado na Edwards, viu a chegada atrasada da candidatura e a colocou antes que alguém percebesse na pilha junto com as que chegaram no prazo correto. Armstrong, em junho na Base Aérea Brooks, passou por exames médicos que muitos dos candidatos descreveram como dolorosos e, em muitos momentos, aparentemente sem sentido.
Programa Gemini
Armstrong e See foram anunciados em 8 de fevereiro de 1965 como a equipe reserva para a Gemini V, o primeiro como comandante e o segundo como piloto, apoiando a tripulação primária composta por Gordon Cooper e Pete Conrad. O propósito da missão era praticar um encontro espacial e desenvolver seus procedimentos e equipamentos para um voo de longa duração de sete dias. Estes seriam necessários para uma missão até a Lua. Outros dois voos estavam em preparação, Gemini III e Gemini IV, assim, havia seis tripulações competindo por espaço, fazendo com que a Gemini V fosse adiada. A missão decolou em 21 de agosto. Armstrong e See assistiram ao lançamento em Cabo Kennedy e então voaram para o Centro de Espaçonaves Tripuladas em Houston, Texas. A missão foi um sucesso de forma geral, apesar de um problema nas células de combustível que impediram o encontro. Cooper e Conrad assim praticaram um "encontro fantasma", realizando manobras de encontro sem um alvo.
Programa Apollo
Em 27 de janeiro de 1967, data do incêndio da Apollo 1, Armstrong, junto com Cooper, Gordon, Lovell e Scott Carpenter, estavam em Washington, D.C. para a assinatura do Tratado do Espaço Sideral das Nações Unidas. Os astronautas conversaram com os dignitários até 18h45min, quando Carpenter foi para o aeroporto e os outros retornaram para seu hotel, onde cada um encontrou uma mensagem instruindo-os a ligar para Centro de Espaçonaves Tripuladas. Descobriram sobre as mortes de Gus Grissom, Edward White e Roger Chaffee durante esses telefonemas. Armstrong e o resto do grupo passaram o restante da noite bebendo uísque e discutindo o que havia acontecido.
Professor
Armstrong anunciou pouco depois da Apollo 11 que não planejava retornar ao espaço. Foi nomeado Vice-Administrador Associado para aeronáutica no Escritório de Pesquisa e Tecnologia Avançada da ARPA; serviu nesse cargo por um ano e então renunciou dele e da NASA em 1971. Ele aceitou um cargo de professor no Departamento de Engenharia Aeroespacial na Universidade de Cincinnati, tendo escolhido esta em vez de outras universidades, incluindo sua alma mater, Purdue, porque Cincinnati tinha um departamento aeroespacial pequeno. Armstrong esperava que os membros do quadro de professores não ficassem irritados por ele ter se tornado professor apenas com um mestrado. Tinha começado seu mestrado enquanto ainda estava na Edwards anos antes, só completando-o depois da Apollo 11 ao apresentar um relatório sobre vários aspectos da Apollo, em vez de uma tese sobre a simulação de voo supersônico.
Comissões da NASA
Armstrong participou em 1970 da investigação chefiada por Edgar Cortright do acidente e aborto de alunissagem da Apollo 13. Ele produziu uma cronologia detalhada de todo o voo. Um interruptor de termostato de 28 Volts no tanque de oxigênio foi supostamente substituído por uma versão de 65 Volts, o que levou a uma explosão. Cortright recomendou que o tanque fosse totalmente redesenhado, a um custo de quarenta milhões de dólares. Muitos gerentes da NASA, além do próprio Armstrong, eram contra a recomendação do redesenho dos tanques de combustível, já que o interruptor do termostato foi a fonte da explosão. Eles perderam a discussão e o tanque foi redesenhado.
Outras atividades
Armstrong atuou como porta-voz para vários negócios depois de deixar a NASA. A primeira companhia que o abordou com sucesso foi a Chrysler, para quem apareceu em comerciais a partir de janeiro de 1979. Ele achava que a empresa tinha uma boa divisão de engenharia e que estava em situação financeira má. Depois disso também foi porta-voz de diversas outras companhias, como a General Time Corporation e a Bankers Association of America. Armstrong só trabalhou para empresas norte-americanas. Além disso, também fez parte da diretoria de várias companhias. A primeira foi a Gates Learjet, presidindo seu comitê técnico. Ele voou em seus jatos novos e experimentais, chegando até mesmo a estabelecer um novo recorde de altitude para jatos comerciais. Armstrong tonou-se parte da diretoria da Cincinnati Gas & Electric Company em 1973. A empresa estava interessada em energia nuclear e desejava aumentar sua competência técnica. Também serviu como diretor da Taft Broadcasting. Ele juntou-se em 1989 à diretoria da Thiokol logo depois do fim da Comissão Rogers; o ônibus espacial Challenger fora destruído por uma falha dos propulsores de combustível sólido produzidos por sua predecessora, a Morton-Thiokol. Armstrong tornou-se presidente da Cardwell International Ltd., companhia produtora de máquinas de perfuração, depois de deixar seu cargo de professor na Universidade de Cincinnati. Também trabalhou nas diretorias de empresas aeroespaciais, primeiro a United Airlines em 1978 e depois a Eaton Corporation em 1980. Foi pedido em 1989 que ele presidisse o concelho de diretores da AIL Systems, uma subsidiária da Eaton, mantendo-se no posto até aposentar-se em 2002. De 1992 a 2002, ocupou o cargo de presidente da empresa de aviônicos AIL Technologies.
Reclusão
Armstrong manteve grande discrição no final de sua vida, algo que levou à crença popular de que era recluso. Ele recusava a maioria dos pedidos de entrevistas e realizava pouquíssimas aparições públicas. Collins disse que, quando Armstrong mudou-se para uma fazenda de gado a fim de tornar-se professor universitário, foi como se ele tivesse "recuado para seu castelo e levantado a ponte levadiça". O próprio Armstrong achou isso divertido, comentando que "aqueles de nós que vivem no interior pensam que as pessoas que vivem dentro da capital são as que têm problemas". Chaikin afirmou que Armstrong manteve a discrição em sua vida pessoal mas não era recluso, salientando suas participações em entrevistas, comerciais para a Chrysler e aparições em programas de televisão.
A família de Armstrong o descreveu como um "herói americano relutante". John Glenn, o primeiro norte-americano no espaço, comentou que "Ele não sentia que deveria ficar se empenhando. Era uma pessoa humilde, e foi desse modo que permaneceu depois de seu voo lunar, bem como antes". Alguns ex-astronautas, como Glenn e Harrison Schmitt, procuraram carreiras políticas depois de deixarem a NASA, porém Armstrong nunca seguiu esse caminho, mesmo tendo sido abordado por ambos os partidos políticos dos Estados Unidos. Descreveu suas opiniões políticas como sendo a favor dos direitos estaduais e contra os Estados Unidos atuar como o "policial do mundo". Armstrong, quando candidatou-se em uma Igreja Metodista na década de 1950 para liderar um grupo de escoteiros, descreveu sua afiliação religiosa como "deísta". Sua mãe depois disse que as opiniões religiosas do filho lhe causaram preocupação por ela ser mais religiosa. Foi alvo de um trote na década de 1980 dizendo que havia convertido-se ao islamismo depois de aderir ao azan, convocação muçulmana a oração, enquanto caminhava na Lua. O cantor indonésio Suhaemi chegou a escrever uma canção chamada "Gema Suara Adzan di Bulan" ("O Ressoante Som do Chamado da Oração na Lua"), que descrevia a conversão de Armstrong; esta música foi muito discutida pela imprensa de Jacarta em 1983. Histórias similares também apareceram no Egito e na Malásia. O Departamento de Estado dos Estados Unidos respondeu em março de 1983 ao enviar mensagens para embaixadas e consulados em países muçulmanos afirmando que Armstrong "não converteu-se ao islã". O trote ressurgiu ocasionalmente pelas décadas seguintes. Parte da confusão veio da coincidência entre os nomes da cidade em que morava, Lebanon, com o país Líbano, cuja população é de maioria muçulmana.
Armstrong realizou uma cirurgia de ponte de safena em 7 de agosto de 2012 a fim de desbloquear suas artérias coronárias. Foi relatado que ele estava se recuperando bem, porém desenvolveu complicações no hospital e morreu no dia 25 de agosto de 2012 em Cincinnati aos 82 anos de idade. Armstrong foi descrito em uma declaração da Casa Branca como estando "entre os maiores heróis americanos – não apenas de seu tempo, mas de todos os tempos". A declaração também afirmou que Armstrong tinha carregado as aspirações dos cidadãos dos Estados Unidos e que havia entregue "um momento de realização humana que nunca será esquecido". Sua família também publicou uma declaração o descrevendo como: Aldrin chamou Armstrong de "um verdadeiro herói americano e o melhor piloto que já conheci", expressando tristeza de que os três astronautas da Apollo 11 não poderão celebrar os cinquenta anos da alunissagem juntos em 2019. Collins afirmou que "Ele era o melhor e sentirei muito sua falta". Charles Bolden, administrador da NASA, disse que: "Enquanto existirem livros de história, Neil Armstrong será incluído neles, lembrado por realizar o primeiro pequeno passo da humanidade em um mundo além do nosso".
Armstrong recebeu vários prêmios e honrarias, incluindo a Medalha Presidencial da Liberdade do presidente Nixon, a Medalha Geográfica Cullum da Sociedade Geográfica Americana e o Troféu Collier da Associação Aeronáutica Nacional, todas em 1969. Em 1970 recebeu a Medalha de Serviço Distinto da NASA e o Troféu Memorial Dr. Robert H. Goddard do Clube Espacial Nacional, no ano seguinte foi o Prêmio Sylvanus Thayer da Academia Militar dos Estados Unidos, em 1978 foi premiado pelo presidente Jimmy Carter com a Medalha de Honra Espacial do Congresso, em 2001 recebeu o Troféu Memorial Irmãos Wright da Associação Aeronáutica Nacional e a Medalha de Ouro do Congresso em 2011. Armstrong, Collins e Aldrin foram os recipientes em 1999 da Medalha de Ouro Langley do Instituto Smithsoniano. Venceu em 18 de abril de 2006 o Prêmio Embaixador da Exploração da NASA. A Fundação Espacial nomeou Armstrong em 2013 como recipiente do Prêmio Realização de Obra Espacial General General James E. Hil. Entrou no Hall da Honra Aeroespacial, no Quadro de Honra da Aviação Nacional e no Hall da Fama dos Astronautas dos Estados Unidos. Recebeu seu distintivo de Astronauta Naval em uma cerimônia a bordo do porta-aviões USS Dwight D. Eisenhower em 10 de março de 2010, contando também com a presença de Lovell e Cernan.


