Andrea Matarazzo
Angelo Andrea Matarazzo GCIH • GOMA • ComMM, é um professor, administrador, diplomata, empresário, radialista e político ítalo-brasileiro, filiado ao Partido Social Democrático (PSD) e ao Partido Socialista Italiano (PSI).
De 1991 a 1992, foi assessor especial do Ministério da Educação e Cultura. Em seguida, foi secretário de Política Industrial do Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo, entre 1992 e 1993. Durante o governo Mário Covas em São Paulo, foi Secretário Estadual de Energia e presidente da Companhia Energética de São Paulo (Cesp), além de membro dos conselhos de Desestatização, de Administração da Companhia Paulista de Ativos e de Ciências e Tecnologia do Estado de São Paulo. Integrou também o Comitê de Relações Empresariais do Governo do Estado de São Paulo e o Instituto Teotônio Vilela, além de ser coordenador do Núcleo de Gestão Estratégica da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. Foi secretário de Política Industrial no governo Itamar Franco, ministro-chefe da Secretaria de Comunicação de Governo da Presidência da República (1999 a 2001) e exerceu o cargo de embaixador do Brasil na Itália (2001 a 2002), no governo de Fernando Henrique Cardoso.
Eleições 2016
Deixou o PSDB em 18 de março de 2016, dois dias antes do 2º Turno das prévias para definir o candidato à Prefeito de São Paulo pelo partido em 2016. Em 30 de março de 2016, assinou a filiação com o PSD, com a intenção de disputar a Prefeitura de São Paulo. A pré-candidatura durou até 25 de julho de 2016, quando o partido decidiu apoiar a candidata Marta Suplicy (PMDB), com Matarazzo como candidato a vice na chapa . Ambos não conseguiram ir para o segundo turno, ficando em 4º lugar, com 587 220 votos, pouco mais de 10% dos sufrágios.
Eleições 2020
Nas eleições municipais de 2020, foi novamente candidato ao cargo de Prefeito de São Paulo, pelo PSD, tendo Marta Costa como candidata a vice. Durante a campanha procurou alinhar sua imagem ao então presidente Jair Bolsonaro. Embora, não se autodenomine bolsonarista, fez diversos elogios ao governo, declarando em entrevista que: "Eu, como industrial, tenho sentido os reflexos (da atuação do governo). A atividade econômica está voltando. Os juros para a indústria nunca estiveram tão baixos em termos nominais, fora a Selic. As reformas estão caminhando". Se considerando como sendo o único defensor do presidente nos debates eleitorais. Ao final do pleito conseguiu apenas 82 mil votos, ficando em 8º lugar, com pouco mais de 1,5% dos votos válidos.
Eleições Italianas 2022
Naturalizado italiano, foi candidato ao senado italiano nas eleições parlamentares de 2022 pelo Partido Socialista Italiano. Disputou o único assento do distrito eleitoral que representa a América do Sul. Foi derrotado pelo ítalo-argentino Mario Borghese.


