Matriz ativa de diodo orgânico emissor de luz
Matriz ativa de diodo orgânico emissor de luz, é uma tecnologia baseada na O-LED que utiliza uma matriz ativa para endereçar os pixels.
Um monitor (display) AMOLED consiste numa matriz ativa (active matrix) de pixels O-LED gerando luz sob ativação elétrica, que foi disposta ou integrada em um fino-filme-transistor (TFT), o qual funciona como uma série de controles que monitoram o fluxo de cada pixel individualmente. Tipicamente, a corrente contínua flui de pelo menos dois TFTs para cada pixel: uma para iniciar e parar a carga do capacitor de armazenamento e a outra para prover a tensão num nível necessário para criar uma corrente elétrica constante para cada pixel, eliminando o excesso de correntes mais elevadas para a operação de matriz ativa de O-LED. Ademais, por meio de experimentação, foi descoberto que a voltagem necessária para emissão de luz pelos LEDs aumenta conforme o tempo de uso, contudo, o brilho emitido por O-LEDs é constante com o fluxo de corrente. Além disso, o limiar de voltagem é tão sensível à variações, que o uso de baixas voltagens é ineficaz devido a variações durante o processo de fabricação do O-LED.
Telas AMOLED oferecem taxas de atualização mais rápidas do que as que utilizam matriz passiva, o que, possivelmente, reduz o tempo de resposta para frações de segundo, e ainda consome menos energia. Além disso, a quantidade de energia requerida pelo dispositivo varia de acordo com a cor e luminosidade apresentados. Por exemplo, um display O-LED comercial consome 0,3 watts com texto branco e fundo preto, e 0,7 watts com texto preto e fundo branco, enquanto um display LCD consome 0,35 watts independentemente da imagem exibida. Com isso, devido ao fato do AMOLED desligar os pixels pretos durante a exibição de imagens, ele proporciona contraste melhor do que telas LCD. Porém, displays AMOLED podem apresentar dificuldades ao serem vistos em luz solar direta, devido seu brilho máximo reduzido. Também, os materiais orgânicos são suscetíveis à degradação em um curto período de tempo, resultando em mudanças de cor, falhas e imagens-fantasma.
No período de 2011 a 2013, a Samsung apresentou modelos de displays flexíveis, com tecnologia 3D, ultra-resistentes e transparentes usando a tecnologia Super AMOLED Plus com altas resolução e tamanhos variáveis em telefones. Esses protótipos usavam um substrato como polímero, acabando com a necessidade de uma proteção metálica e de vidro, e de uma matriz sensível ao toque, combinando-as em uma única camada integrada. Até o momento, a Samsung planeja nomear as novas telas como Youm. E também planeja usar câmeras para rastrear os movimentos dos olhos e criar imagens tridimensionais.
Abaixo está uma tabela que correlaciona a resolução, com o tamanho da tela e a quantidade de pixel por polegada.


