Américo Militão de Freitas Guimarães
Américo Militão de Freitas Guimarães foi magistrado e político brasileiro. Foi presidente da província do Ceará, de 26 de maio a 10 de julho de 1889, por ocasião da morte de Caio Prado.
Nasceu em Quixeramobim, município do centro cearense, tendo sido seus pais Manuel Procópio de Freitas Guimarães (1º presidente da vila emancipada de Maria Pereira, futura Mombaça) e Delfina Francisca Guimarães. Formado em Direito pela Academia de Olinda, a 14 de novembro de 1853, foi em fevereiro do ano seguinte nomeado lente de Francês do Seminário Diocesano do Recife, a convite do bispo D. João da Purificação, de quem era amigo e protegido. Em 6 de junho de 1854, foi nomeado promotor público de Quixeramobim e, por decreto de 15 de fevereiro de 1856, juiz municipal de Granja e Viçosa, sendo nesse mesmo ano eleito deputado provincial para o biênio de 1856-57. Como deputado, foi seu primeiro ato elevar Quixeramobim à categoria de cidade. Por decreto de 29 de setembro de 1859, foi nomeado juiz de direito do Jardim e Milagres, e pelo de 8 de agosto de 1868, chefe de polícia (correspondente ao atual cargo de secretário de segurança) da província de Sergipe. Deixando este cargo a 23 de outubro de 1869, foi-lhe designada a comarca do Icó, de onde teve remoção, a 13 de dezembro de 1873, para a de Maranguape.