Isabel Amália de Hesse-Darmstadt
Isabel Amália Madalena de Hesse-Darmstadt foi uma princesa-eleitora do Palatinado.
Isabel Amália era a quinta dos quinze filhos do conde Jorge II de Hesse-Darmstadt e da duquesa Sofia Leonor da Saxónia. Os seus avós paternos eram o conde Luís V de Hesse-Darmstadt e a marquesa Madalena de Brandemburgo. Os seus avós maternos eram o eleitor João Jorge I da Saxónia e a duquesa Madalena Sibila da Prússia.
Isabel Amália foi criada de forma muito conservadora pela sua mãe, uma luterana devota. Era atraente, com um cabelo loiro apelativo, uma característica que conservou até à velhice e que foi herdada pelas suas filhas Leonor Madalena e Doroteia Sofia que era conhecida principalmente pelo seu cabelo.
No dia 3 de setembro de 1653, Isabel casou-se em Langenschwalbach com o conde palatino Filipe Guilherme de Neuburgo, que se tornaria depois príncipe-eleitor do Palatinado. O seu marido era quase vinte anos mais velho do que ela e era herdeiro de um dos estados mais importantes do Sacro Império Romano-Germânico. Apesar da sua educação fortemente luterana, Isabel converteu-se ao catolicismo no dia 1 de novembro de 1653 na presença do marido e do arcebispo de Colónia, Maximiliano Henrique da Baviera. A união de trinta e sete anos foi vista como muito feliz, produzindo dezassete filhos, a maioria dos quais ainda possui descentes nos dias de hoje. Nos primeiros anos de casamento, o casal viveu em Dusseldórfia, onde construíram muitas igrejas e mosteiros. Mais tarde mudaram-se para Neuburgo, onde Isabel viria a morrer, quase vinte anos depois do marido.


