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Aluísio Segurado

Aluísio Augusto Cotrim Segurado é um médico infectologista e professor universitário brasileiro. É especializado em retrovirologia, medicina tropical e saúde global. Em 2025, foi nomeado reitor da Universidade de São Paulo (USP) para o mandato de 2026 a 2030.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 22/07/2026
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Carreira acadêmica e gestão

Graduou-se em medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) em 1980. Na mesma instituição, obteve os títulos de mestre (1991), doutor (1994) e livre-docente (2001) em Doenças Infecciosas e Parasitárias. É professor titular do Departamento de Moléstias Infecciosas e Parasitárias da FMUSP. Suas linhas de pesquisa concentram-se na virologia clínica, vulnerabilidade e cuidado a pessoas vivendo com HIV/AIDS, além de medicina tropical. Na gestão universitária, ocupou diversos cargos antes da reitoria. Foi Vice-Reitor Executivo de Relações Internacionais da USP (2013–2014) e coordenador do Escritório de Gestão de Indicadores de Desempenho Acadêmico (Egida) entre 2018 e 2022. Durante a pandemia de Covid-19, presidiu o Conselho Diretor do Instituto Central do Hospital das Clínicas (HCFMUSP), atuando na linha de frente do combate à doença. Entre 2022 e 2025, atuou como Pró-Reitor de Graduação na gestão de Carlos Gilberto Carlotti Júnior, onde liderou iniciativas de revisão curricular e inclusão estudantil. Também presidiu a Agência USP de Cooperação Nacional e Internacional (Aucani).

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Reitoria da USP

Eleição

Nas eleições realizadas em novembro de 2025, Segurado encabeçou a chapa "USP pelas Pessoas", tendo como candidata a vice-reitora a professora Liedi Bernucci, da Escola Politécnica. A chapa foi a vencedora na consulta à comunidade acadêmica e obteve 1.270 votos no colégio eleitoral, compondo o primeiro lugar da lista tríplice enviada ao governador. Em 2 de dezembro de 2025, o governador Tarcísio de Freitas confirmou a escolha de Segurado como o 30.º reitor da universidade, e a posse da nova gestão ocorreu em 25 de janeiro de 2026, com mandato até 2030.

Crise Institucional

Em 14 de abril de 2026, institucionou-se uma greve geral dos técnicos-administrativos em um movimento de desaprovação contra a Gratificação por Atividades Complementares Estratégicas (GACE), de R$4500,00, destinada exclusivamente aos docentes. Segundo os funcionários da USP, a medida "suscita preocupações relevantes quanto à sua compatibilidade com os princípios da isonomia, responsabilidade fiscal, coerência institucional e valorização equitativa da comunidade universitária". No mesmo dia, estudantes da universidade declararam apoio à greve dos funcionários, juntando à pauta o aumento da bolsa de auxílio permanência e as condições precárias do Conjunto Residencial da USP (CRUSP) e nos restaurantes universitários; segundo os estudantes, há relatos diários de "larvas, baratas, pedaços de vidro".==Referências==

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Fontes consultadas

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