Convergência Social
O Convergência Social foi um partido político chileno fundado em 2018 como resultado da fusão dos movimentos políticos Movimento Autonomista, Esquerda Libertária, Nova Democracia e Socialismo e Liberdade, todos integrantes da Frente Ampla até aquele momento. Define-se como um partido de "caráter feminista, socialista, emancipatório, contribuindo para a construção de uma “vida digna”, e de uma nova relação em relação aos bens comuns e aos seus povos".
Imagem: Maristela Leão · BY-NC · Openverse
Princípios programáticos
De acordo com seu estatuto, o CS estava comprometido com uma "sociedade socialista, democrática, libertária e feminista por meio do fortalecimento e aprofundamento da democracia econômica, social e institucional". Defendia a emancipação de toda exploração e sujeição da vida, um feminismo que compreende as relações entre patriarcado e capital e questiona as estruturas produtivas e reprodutivas, o reconhecimento da diversidade dos povos originários existentes antes da configuração do Estado Nação, e um Estado plurinacional. Criticava o extrativismo ligado aos interesses das empresas transnacionais. Para o CS, a nacionalização dos bens extrativistas supunha condições diferentes de bem-estar social.
Relações internacionais
O CS mantinha relações com diferentes organizações, partidos e movimentos a nível internacional. O partido tinha presença orgânica no exterior através de seu Território Internacional (TI), com militantes em diversos países das Américas, da Europa e da Oceania, com duas bases estabelecidas em relação à distribuição geográfica: a Base Europa e a Base América/Oceania. O TI era o principal elo com as organizações políticas e sociais dos países onde seus militantes estão localizados, além de gestor da entrada do CS como membro pleno da Internacional Progressista, sendo a única sigla chilena a fazê-lo.


