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Allan Holdsworth

Allan Holdsworth foi um guitarrista de jazz fusion, compositor e arranjador britânico.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 15/07/2026
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Carreira

Imagem: Eric Keyes · BY-SA · Openverse

Pioneiro no uso da SynthAxe (uma guitarra sintetizada), Allan fez parte de grupos como Tempest, Soft Machine e Bruford. Na carreira solo, se dedicou principalmente à música instrumental, e lançou mais de 15 discos entre 1976 e 2017, com destaques para Metal Fatigue, de 1985, e Secrets, de 1989. Apontado como um dos maiores nomes da guitarra em todos os tempos, sua obra trouxe uma série de evoluções nas técnicas da guitarra elétrica, incluindo sequências de escalas e progressões de acordes nunca antes experimentadas. Por conta disso, ele é citado como uma das influências de guitarristas como Steve Vai (que o considera como o maior guitarrista de todos os tempos), Eddie Van Halen, Joe Satriani, Greg Howe, Shawn Lane, Richie Kotzen, John Petrucci, Alex Lifeson, Kurt Rosenwinkel, Yngwie Malmsteen, Michael Romeo, e Tom Morello. Não à toa, em 2008, Allan apareceu na 1a posição da lista The 50 Greatest Guitarists... Ever!, elaborada pela revista Gigwise.

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Legado e técnica

Imagem: Pablo Gregor · BY-NC-SA · Openverse

Dono de um estilo inconfundível, Allan foi o guitarrista inglês que mais influenciou as últimas gerações de guitarristas do rock progressivo e do jazz-rock. Não a toa, certa vez Frank Zappa, disse que, “Allan é sem dúvida um dos grandes guitarristas do planeta, inovador e com uma técnica única e interessante, genial”. Conforme a revista BassPlayer Brasil, "conhecido no meio do fusion como um de seus maiores expoentes, Allan Holdsworth é dono de uma concepção musical única. Explora elementos harmônicos, como empilhamentos alternativos e simetrias, num fraseado que lembra muito o de John Coltrane, Cannonball Adderley e outros grandes mestres do jazz. Ele sempre foi exigente consigo mesmo e com os músicos que passaram por sua banda, incluindo Jeff Berlin e Jimmy Johnson." Segundo o crítico musical Regis Tadeu, "musicalmente, ele esteve próximo da genialidade. Suas linhas harmônicas e melódicas eram de tal forma belas e desconcertantes ao mesmo tempo que a audição de seus discos era uma experiência única."

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