Frutose 1,6 bisfosfato aldose
EC 2.-.-.- Transferases
Localização subcelular: Citoesqueleto, citosol, região extracelular ou segregada (exossoma extracelular, região extracelular). Outros locais: lúmen granulado rico em ficolin-1, grânulos secretores do lúmen e grânulos terciários do lúmen. Nos vertebrados, são encontradas três formas dessa enzima glicolítica onipresente: aldolase A no músculo, aldolase B no fígado e aldolase C no cérebro. A Frutose-1,6-bifosfato-aldolase, também chamada apenas de aldolase, é uma enzima que está presente na grande maioria dos tecidos e órgãos tais como: músculo estriado esquelético, cérebro, coração, rim, tireóide, paratireóide, bexiga, etc. Porém, está presente em maior quantidade nos tecidos que fazem parte da rota metabólica da glicólise e gliconeogênese, nesta segunda reação, agindo no sentido reverso. Essa enzima catalisa a reação reversível de quebra da frutose-1,6-bifosfato (HDP) em duas trioses-fosfato diferentes, a aldose Gliceroaldeído-3-fosfato e a cetose Di-hidroxiacetona-fosfato.
Enzima da classe das liases que catalisa a clivagem de frutose 1,6-bifosfato para formar di-hidroxiacetona e gliceraldeído 3-fosfato. A enzima também age sobre (3S,4R)-cetose 1-fosfatos. As enzimas de levedura e bacterianas são proteínas que contêm zinco. A aldolase atua como catalisadora em reações da glicose e da gliconeogênese, onde fará com que haja a condensação reversível do gliceraldeído-3-fosfato com di-hidroxiacetona-fosfato, o que levará a frutose-1,6-bifosfato A reação da aldolase tem uma variação de energia livre padrão muito positiva no sentido de clivar a frutose-1,6-bifosfato, o que faz com que, nas baixas concentrações dos reagentes, a variação real da energia livre seja pequena, podendo então, dizer que a reação da aldolase é reversível. Na via glicolítica, a aldolase faz a conversão de um composto de seis átomos de carbono em dois compostos que contém três átomos de carbono.


