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Aldebarã

Alpha Tauri, também conhecida como Aldebarã ou Aldebaran, é a estrela mais brilhante da constelação de Touro.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 06/07/2026
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Observação

Se imaginarmos a imagem sugerida para a constelação, a estrela ocupará sensivelmente a posição do olho esquerdo do Touro mítico. Quase parece que Aldebarã pertence ao mais disperso dos enxames estelares (as Híades) que constitui, também, o aglomerado mais próximo da Terra. Contudo, a maior parte dos autores crê que, na verdade, está apenas localizada na mesma direcção da linha de visão entre a Terra e as Híades – sendo, portanto, uma estrela independente.[carece de fontes?] Aldebarã é uma das estrelas mais facilmente identificáveis no céu noturno, tanto devido ao seu brilho como à sua localização em relação a uma das figuras estelares mais conhecidas do céu. Identificamo-la rapidamente se seguirmos a direcção das três estrelas centrais da constelação de Órion (designadas popularmente por “Três Marias” ou “Três Reis Magos”), da esquerda para a direita (no hemisfério norte) ou da direita para a esquerda, no hemisfério sul – Aldebarã é a primeira das estrelas mais brilhantes que encontramos no seguimento dessa linha. Pode ser vista em Portugal (zona média do hemisfério norte) de outubro a março.[carece de fontes?]

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Propriedades

Aldebarã é uma estrela de tipo espectral K5 III (é uma gigante vermelha), o que significa que tem cor alaranjada; tem grandes dimensões, e saiu da sequência principal do Diagrama de Hertzsprung-Russell depois de ter gasto todo o hidrogénio que constituía o seu “combustível”. Tem uma companheira menor (uma estrela mais pálida, tipo M2 anã que orbita a várias centenas de UA).[carece de fontes?] Actualmente, a sua energia provém apenas da fusão de hélio, da qual resultam cinzas de carbono e oxigénio.[carece de fontes?] O corpo principal desta estrela expandiu-se para um diâmetro de aproximadamente 5,3 × 107 km, ou seja, cerca de 38 vezes maior que o Sol (outras fontes referem que é 50 vezes maior). As medições efectuadas pelo satélite Hipparcos localizam a estrela a 65,1 anos-luz da Terra, e permitem saber que a sua luminosidade é 150 vezes superior à do Sol, o que a torna a décima terceira estrela mais brilhante do céu (0,9 de magnitude). É ligeiramente variável, do tipo variável pulsante, apresentando uma variação de cerca de 0,2 de magnitude.[carece de fontes?]

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Nomenclatura e cultura

Imagem: MarvinMep · BY-NC-ND · Openverse

O seu nome provém da palavra árabe الدبران al-dabarān que significa "Aquela que Segue" ou "Olho do Touro" – referência à forma como a estrela parece seguir o aglomerado estelar das Plêiades durante o seu movimento aparente ao longo do céu nocturno.[carece de fontes?] De acordo com Dr. Hale, citado por Adam Clarke, as constelações citadas em Jó 9:9 e Jó 38:31–32, Chimah e Chesil, correspondem, respectivamente, a Touro e Escorpião. Pela precessão dos equinócios, Aldebarã estava localizada, em cerca de 2338 a.C., na longitude eclíptica de 9 graus e 7 minutos, muito próxima do equinócio vernal (do hemisfério norte). Adam Clarke, porém, considera esta teoria com pouco fundamento. Em termos astrológicos, Aldebarã é considerada uma estrela propícia, portadora de honra e riqueza. Segundo Ptolomeu, é da natureza de Marte. O astrólogo e alquimista Cornelius Agrippa escreveu que "o talismã feito sob Aldebarã com a imagem de um homem voando, confere honra e riqueza".[carece de fontes?]

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Fontes consultadas