Alberto II da Áustria
[carece de fontes?]
Alberto II nasceu em Habsburgo, filho de Alberto I da Germânia, Rex Romanorum, e de Isabel de Gorizia-Tirol. Ele tornou-se no governante de todas as terras da Casa de Habsburgo, conjuntamente com o seu irmão mias novo, Otão, o Feliz em 1330. Entretanto, Alberto conseguiu aumentar ainda mais o território dos Habsburgo com a herança do território pertencente à esposa Joana, composta pelo Condado de Pfirt e algumas cidades. Além disso, Alberto teve sucesso na sua aclamação como duque da Caríntia e Carniola, derrotando o seu rival, João I da Boémia. Reflectindo a sua reputação, o papa Bento XII, em 1335, pediu-lhe para intervir no conflito entre a Igreja e o sacro-imperador Luís IV. Dois anos depois, o rei Filipe VI de França pediu-lhe ajuda contra o Imperador Luís e o rei Eduardo III de Inglaterra. Porém, Alberto manteve-se fiel ao Imperador até à morte dele. Ele estabeleceu a "lei de sucessão albertiniana" (Albertinische Hausordnung) para determinar as leis de sucessão nas terras austríacas. Esta lei foi desvalorizada até ao século XV, quando foi renovada pelo imperador Maximiliano I. Adoptada como parte da Pragmática Sanção, esta lei manteve-se, efectivamente, como uma das leis básicas da Áustria até 1918.
Alberto casou-se, a 15 de fevereiro de 1324, com a condessa Joana de Pfirt, filha do conde Ulrique III de Pfirt, e tiveram a seguinte descendência:


