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Sanma no Aji

Sanma no Aji é um filme de drama japonês de 1962 dirigido por Yasujirō Ozu para a Shochiku Films. É estrelado pelo principal colaborador de Ozu, Chishū Ryū, no papel de patriarca da família Hirayama, que eventualmente percebe que tem o dever de arranjar um casamento para sua filha Michiko. Esse foi o último filme que Ozu fez em vida, já que ele morreu no ano seguinte, no dia que completou 60 anos.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 05/11/2026
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Sinopse

Ambientado em Tóquio, no ano de 1962, Shūhei Hirayama (Chishū Ryū) é um idoso e viúvo que tem 3 filhos: Kōichi (Keiji Sada), um homem casado com 32 anos, Michiko (Shima Iwashita) de 24 anos, e Kazuo (Shin'ichiro Mikami) de 21 anos, sendo estes dois últimos ainda solteiros e que moram com o pai. A idade de seus filhos e o que eles lembram sobre sua mãe sugerem que ela morreu pouco antes do fim da Segunda Guerra Mundial, talvez no bombardeio de Tóquio entre os anos de 1944-45. Desde que se casou com sua esposa, Kōichi mudou-se com ela a um pequeno apartamento, deixando Hirayama e Kazuo sob os cuidados de Michiko. Hirayama e cinco de seus colegas do ensino médio, Kawai (Nobuo Nakamura), Horie (Ryuji Kita), Sugai (Tsūzai Sugawara), Watanabe (Masao Oda) e Nakanishi, realizam encontros regulares em um restaurante chamado Wakamatsu ("Pinheiro Novo"), que é propriedade de Sugai. Eles relembram os velhos tempos e brincam entre si. Por exemplo, Horie é provocado por ter uma nova esposa jovem e questionado se ele anda tomando comprimidos para manter sua virilidade.

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Lançamento

Mídia doméstica

A Criterion Collection lançou o filme nos EUA nos formatos DVD em 2008 e Blu-ray em 2014. Em 2011, o BFI lançou uma edição do filme em formato Blu-ray + DVD. Também foi incluído nesse lançamento uma apresentação de outro filme dirigido por Ozu, Kaze no naka no mendori. Foi exibido como parte da seção Clássicos de Cannes no Festival de Cannes de 2013.

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Recepção

Sanma no Aji é amplamente considerado uma obra-prima por muitos críticos. O crítico de cinema Roger Ebert colocou o filme em sua coleção de "Grandes Filmes", escrevendo: "De vez em quando volto para Ozu sentindo a necessidade de ser acalmado e restaurado. Ele é um homem com uma profunda compreensão da natureza humana, sobre a qual não faz declarações dramáticas. Estamos aqui, esperamos ser felizes, queremos estar bem, estamos presos na nossa solidão, a vida continua." No Rotten Tomatoes, o filme tem uma avaliação média de 95% com base em 22 críticas, com uma classificação no entorno de 8,8/10.

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Fontes consultadas

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