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Afonso Motta

Afonso Antunes da Motta é um advogado, produtor rural e político brasileiro filiado ao Partido Democrático Trabalhista (PDT). Atualmente exerce seu segundo mandato de deputado federal titular pelo Rio Grande do Sul. Até junho de 2021, Afonso divergiu do governo Bolsonaro 61% das vezes nas votações da câmara.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 14/07/2026
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Biografia

Imagem: Fotografia Paula Mascarenhas · PDM · Openverse

Afonso Motta é filho de Cassiano Pahim da Motta (ex-vereador de Porto Alegre) e Livia Antunes da Motta, sobrinho de Leocádio Antunes (ex-deputado estadual e presidente do BNDES durante o governo João Goulart) e neto de Afonso Antunes (ex-presidente do PTB em Alegrete). Formou-se em direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em 1972. Filiou-se ao Partido Democrático Trabalhista (PDT) em março de 1984. Foi membro do Instituto dos Advogados do estado (IARGS) em 1998, conselheiro da Fundação Médica do Rio Grande do Sul em 2001 e conselheiro da Associação Gaúcha das Emissoras de Rádio e Televisão (AGERT-RS) em 2003.

Deputado federal

Na eleição estadual de 2010, apoiando a candidatura não eleita de José Fogaça (PMDB) ao governo do estado, Afonso candidatou-se a deputado federal, obtendo a primeira suplência. Em janeiro de 2011 tornou-se, por indicação do seu partido, Secretário do Gabinete de Prefeitos do governador Tarso Genro (PT). Em dezembro de 2013 o PDT decidiu sair do governo, sendo que Afonso estava entre os dirigentes que defendiam a permanência no mesmo, tendo permanecido secretário até 7 de abril de 2014, quando se descompatibilizou para concorrer mais uma vez a Câmara dos Deputados. Na eleição de 2014, apoiando a candidatura não eleita de Vieira da Cunha (PDT) ao governo do estado, Afonso conseguiu se eleger deputado federal com 19 mil votos a mais que na outra eleição. Como Vieira da Cunha se licenciou do cargo de deputado federal para gerir a Secretaria de Educação do governador eleito José Ivo Sartori (PMDB), Afonso assumiu o mandato em 1º de janeiro de 2015, no final da 54ª legislatura da câmara. Apesar de Afonso não ter de fato atuado como deputado (pois a câmara estava em recesso naquele momento), ele não quis abrir mão de receber salário, 13º proporcional e outros auxílios.

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Fontes consultadas

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