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AES Brasil

A AES Brasil foi uma empresa de energia elétrica brasileira. Foi subsidiária da AES Corporation, uma das maiores empresas de energia dos Estados Unidos, até ser comprada pela Auren Energia em 2024.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 10/07/2026
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Histórico

Imagem: jonycunha · BY-SA · Openverse

Aquisições da AES Corporation no Brasil

A estatal federal Light foi privatizada pelo programa federal de desestatização através de leilão na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, em 21 de maio de 1996, sem ágio, por US$ 2,26 bilhões, onde os compradores da empresa foram as empresas/consórcios: A Companhia Centro-Oeste, resultado da cisão da estatal gaúcha CEEE foi adquirida por R$ 1,510 bilhão pela AES Corporation em leilão realizado na Bolsa de Valores do Extremo Sul em 21 de outubro de 1997. A Eletropaulo Metropolitana, uma das empresas criadas na cisão da estatal paulista Eletropaulo, adquirida por 2,026 bilhões em 15 de abril de 1998 pelo consórcio Lightgás, formado porː AES Corporation (11,46%), Houston Industries Energy (11,46%), Électricité de France (EDF) (11,46%) e Companhia Siderúrgica Nacional (7,32%).

AES Tietê

A AES Tietê S.A. tem concessão de 30 anos (até 2029) para a fonte hidráulica e quase a totalidade de sua energia assegurada estava contratada, até 2015, por meio de um contrato bilateral de compra e venda de energia elétrica com a AES Eletropaulo. Considerando o vencimento em dezembro de 2015 do contrato de energia com a AES Eletropaulo, a AES Tietê S.A. iniciou em 2012 sua estratégia de comercialização de energia para negociar a maior parcela de sua energia disponível no Ambiente de Contratação Livre (ACL). Em julho de 2011, a Companhia finalizou a construção da PCH São Joaquim, em São João da Boa Vista (SP), que somou 3 MW à capacidade instalada da AES Tietê S.A. e que fica localizada no Rio Jaguari – Mirim. Há ainda a unidade PCH São José, também localizada no Rio Jaguari-Mirim, com 4 MW de capacidade instalada, na qual a construção foi finalizada no início de 2012.

Compra pela Auren

Em 15 de maio de 2024, foi anunciada a compra da AES Brasil pela Auren. Com a incorporação dos ativos da AES Brasil, seria criada a terceira maior geradora do Brasil, com 8,8 GW de capacidade instalada. Será feita uma reorganização societária que converterá a AES em subsidiária integral da Auren e ocorrerá a unificação das bases acionárias da Auren e da AES Brasil.

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Geração de Energia

A AES Brasil tinha capacidade instalada de 4.140 MW de 2022. O parque é totalmente formado por energia renováveis sendo composto por hidrelétricas (2.658,4 MW), eólicas (1.187,5 MW) e usinas solares (295,1 MW) No segmento de geração de energia, a AES Brasil possui, no Estado de São Paulo, um parque gerador composto por nove usinas hidrelétricas nas regiões Central e Noroeste do Estado, além de três PHCs ( pequenas centrais hidrelétricas) no Estado de Minas Gerais , com capacidade instalada de 2.651 MW – o que corresponde a 21% da energia gerada em território paulista e a 2,6% do mercado nacional. Além da fonte hidráulica, a Companhia incluiu em seu portfólio a fonte eólica, em agosto de 2017, por meio da aquisição do Complexo Eólico Alto Sertão II com capacidade instalada de 386,1 MW e energia contratada por 20 anos por meio de Leilão de Energia de Reserva (LER) e Leilão de Energia Nova A-3 (LEN) realizados em 2010 e 2011, cujos contratos expiram em 2033 e 2035, respectivamente.

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Reposicionamento da marca AES no Brasil

Imagem: Felipe Neves · BY-NC-ND · Openverse

Desde novembro de 2020, a AES adotou o sistema de marca única no país. Assim, todas as empresas passaram a adotar a marca AES Brasil. A mudança visa facilitar o reposicionamento da marca para a liberalização do mercado de energia no Brasil no futuro.

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Fontes consultadas

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